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  • A MIRAGEM MEXICANA POR PLC

    A MIRAGEM MEXICANA POR PLC

    Quase um ano após a turma internacional da Pride ter lançado “Hidden Face”, o diário de uma viagem pelo Tahiti em que Tó Cardoso também participou, chega a vez de “The Mexican Mirage”, um relato de uma viagem de Pierre-Louis Costes, Jared Houston e Lewy Finnegan pelo litoral noroeste do México.

    Tal como Jared Houston contou em exclusivo à Vert na edição 110, o trio embarcou numa experiência por Pascuales, mil quilómetros a norte de Puerto Escondido. Por ali surfaram de manhã à noite em beach breaks que, em condições épicas, nada ficam a dever à mítica onda do sul-mexicano.

    Na ante-câmara do lançamento oficial de “The Mexican Mirage”, trocámos uma palavras com o francês mais português da nossa costa sobre o mais recente projeto da Pride e uma viagem em que nem tempo houve para visitar a cultura circundante.

     

    O que é exatamente o “The Mexican Mirage”?

    “The Mexican Mirage” é o nome dado ao vídeo depois de percebermos que o México não é tão fácil quanto as pessoas pensam. Todos imaginamos que há sempre ondas fantásticas nas praias, mas estas são mais difíceis de apanhar do que se possa imaginar.

    Como é que te correu esta viagem?

    A viagem correu muito bem. Não conseguimos ondas muito grandes, mas apanhámos boas condições todos os dias e até tivemos oportunidade de explorar uma onda nova naquela região. No geral, foi divertida, embora todos quiséssemos ter encontrado ondas maiores.

    Como é que são as ondas de Pascuales?

    São boas, difíceis de apanhar porque parecem estar sempre a mover-se e havia uma corrente muito forte por altura em que surfámos por lá. No final, apanhámos todos boas ondas, mas foi tarefa árdua.

    Visitaste a cultura local? Conta-nos um pouco como é a vida naquela região.

    Na verdade não vimos muita coisa. Fomos umas duas vezes à cidade mais próxima, uma delas para surfar uma onda nova. O resto do tempo passámos ou na água ou a descansar no quarto. O México é o país mais quente em que já estive e depois das 11 da manhã é um verdadeiro forno para se andar na rua.

    Que projetos futuros tens na manga?

    Para já estou a trabalhar no “The Old Continent II” com a Wonderland Prod.. O último Inverno foi muito bom para mim e estou mesmo entusiasmado pelo lançamento do podcast. Há muitas competições as próximas duas semanas, pelo que é hora de me focar e concentrar nos meus três objetivos: os títulos nacional francês, europeu e mundial.

  • A SAMOA PERDIDA

    A SAMOA PERDIDA

    Um clipe raro que compila as melhoras ondas e sessões de uma aventura em Samoa. A desbravar as rampas do Pacífico, com bodyboard do mais técnico que existe, estão Lachlan Cramsie, Joe Clarke e Cade Sharp, riders aussies que dispensam apresentações.

    Se gostam de aventura brava e novas paragens, então para as próximas férias de verão não deixem de considerar este destino. A avaliar pelas imagens, quase de certeza que não vão ficar desiludidos.

  • JAMES KATES E OS TAPES ESQUECIDOS

    JAMES KATES E OS TAPES ESQUECIDOS

    Na maior parte das vezes, por cá chora-se por imagens de qualidade e frequentemente se aspira a ter um arquivo em suporte vídeo de excelência. Coisa que não é fácil, por vários motivos, e que, a bem da verdade, muito raramente sucede.

    No entanto, tal é normal pela Austrália e a comprová-lo está este recente clipe de James Kates que expõe uma carrada de footage que estava a ganhar pó num disco rígido esquecido num canto da mala do seu carro.

    Drops animais, carves e tubos! Sem dúvida, uma boa forma de iniciar o fim de semana.

  • COSTA DE CAPARICA POR SÉRGIO CORIEL

    COSTA DE CAPARICA POR SÉRGIO CORIEL

    12/09/2014 – Com o outono a chegar, os corações bodyboarders batem mais forte, os dedos clicam mais depressa em direção aos sites com as previsões do mar e muito do material guardado na garagem durante o verão regressa aos porta bagagens e às águas salgadas.

    A fotografia de Sérgio Coriel remete-nos para uma linear esquerda da Costa de Caparica no inverno passado. Um sonho e (esperemos) prelúdio para que este ano Neptuno seja bem mais amigo que na temporada anterior.

    A fotografia foi tirada no passado inverno. Quando cheguei à praia neste dia jamais imaginava ver este cenário. É caso para dizer: ‘Fotografar é perpetuar os melhores momentos de nossas vidas.’


    Fotografia & Texto: Sérgio Coriel

  • PEDRO SOUSA NA RIVIERA

    PEDRO SOUSA NA RIVIERA

    11/09/2014 – Nem sempre temos notícias dos nossos compatriotas de vício na Madeira, mas ao que parece as ilhas têm umas quantas relíquias aquáticas bem escondidas pelos locais.

    Este momento chegou-nos pelo fotógrafo Nuno Rodrigues e trata-se do atleta Pedro Sousa a curtir em estilo dropknee. A sessão foi na Riviera e a julgar pelo incrível visual, bem podíamos dizer que se trata de uma qualquer onda da Indonésia ou Tahiti.

    Desenganem-se: é Portugal português.

     

    Há muito tempo que o meu amigo Mr.Suuza e eu falamos em fazer uma fotografia em DK no nosso playground preferido, a Riviera. Este ano finalmente conseguimos!


    Fotografia & Texto: Nuno Rodrigues

  • HÉLIO ANTÓNIO

    HÉLIO ANTÓNIO

    Hélio António tem bem presente na mente a fotografia de sonho: um tubo de direita na Praia do Norte captado a partir da retaguarda do rider na onda enquanto a paisagem do farol e do promontório pinta o cenário. “Dificuldade ninja, mas não impossível”.

    O fotógrafo natural da Nazaré de 35 anos lançou-se à cultura da fotografia de bodyboard há oito e desde então evoluiu nas exigências pessoais para conseguir as melhores fotografias de boogie possíveis. É por isso que, desde há um par de anos, se dedica igualmente às fotografias dentro de água, uma forma de explorar novos ângulos e de estar em comunhão com a natureza, o tema fotográfico que faz questão de representar nas suas chapas.

    Na segunda entrevista e galeria da série “Boogie Frames”, que dá a conhecer algumas figuras por detrás das lentes que captam os melhores momentos de bodyboard um pouco por todo o país, Hélio António partilha quinze emblemáticos momentos do seu arquivo pessoal.

     

    Quando e por que é que começaste a fotografar bodyboard?
    Comecei em 2005 quando comprei a primeira DSLR (Digital Single-Lens Reflex Camera). A escolha de fotografar bodyboard foi óbvia: é o desporto que mais gosto e não há nada mais belo que uma onda perfeita.

    O que têm a fotografia e o bodyboard que te atraem?
    Adoro ver fotos de mar clássico. Sou capaz de ficar a olhar para a mesma imagem durante um bom tempo, a imaginar como seria apanhar aquela onda. No fundo, uma fotografia de uma onda é uma oportunidade de sonhar acordado. Já o bodyboard é a forma mais lógica de usufruir o melhor que a natureza nos dá e quando é praticado por excelentes atletas em excelentes ondas é o desporto mais incrível que existe.

    Que outras paixões tens e de que modo se refletem no teu trabalho?
    Adoro ouvir boa música e tocar viola. Adoro também tudo o que é natureza: animais, paisagens e céus. A minha derradeira paixão é estar numa ilha tropical com areia branca e água límpida de cor azul-turquesa. É esta paixão pela natureza que me faz fotografar.

    O que é que te influencia?
    O que me influencia mesmo é a beleza natural. Olhar para uma onda perfeita e querer estar lá a registar o momento. Depois há os fotógrafos que mais admiro: Chris Burkard, Morgan Maassen, Sarah Lee, Sacha Specker e Laurent Pujol.

    O que é que te dá mais pica de fotografar no bodyboard?
    O que mais gosto é de estar dentro de água e fotografar um grande tubo, de preferência com um amigo na onda. É quase como se fosse eu a surfar.

    Quem é o teu rider favorito de fotografar e porquê? E onda?
    Quem mais gosto de fotografar é o António Cardoso e o Dino Carmo porque eles partem a loiça e sabem o que fazer para conseguir boas imagens. A linha de onda deles nos tubos não levanta água nem salpicos que tantas vezes estragam as fotos.
    A onda que mais gostei de fotografar até ao momento é na Nazaré, mas só funcionou apenas um par de dias. Estava com água pela cintura, num sítio mágico a ver a malta apanhar grandes triângulos. Foi perfeito!

    Onde publicas e partilhas o teu trabalho?
    Partilho na minha página do Facebook e também na rede social de fotógrafos 500px.

    Fazes bodyboard?
    Faço bodyboard há 17 anos e não há nada que se lhe compare. Praticar este desporto é uma enorme mais-valia e não é por acaso que há muitos bodyboarders a conseguir excelentes imagens. Saber a dinâmica da onda e onde se tem de estar, perceber a intenção do rider, manter a calma quando se leva com um set em cima, etc. Tudo isto vem da experiência de se praticar bodyboard.

    Descreve-nos o que seria para ti a chapa perfeita de bodyboard.
    A chapa perfeita é dentro de água numa direita na Praia do Norte, num dia de Sol, água esverdeada e limpa. O bodyboarder está dentro do tubo e a fotografia é tirada no ângulo atrás dele. Por ser direita vê-se o farol e o promontório no fundo do tubo e sabe-se que é na PN. Dificuldade ninja, mas não é impossível.

  • NUNO AZEVEDO NO PAREDÃO

    NUNO AZEVEDO NO PAREDÃO

    09/09/2014 – O Paredão de Leça da Palmeira está, por estes dias, na mira dos fotógrafos do norte. O pico nortenho foi abraçado por uma pujante ondulação à entrada de setembro e não cessa de chegar às nossas caixas de correio algumas chapas que ilustram a ação que por ali se registou na passada semana.

    Hoje o momento pertence a Nuno Azevedo com um invert captado pela lente de MAC.

    Não foi fácil fazer esta fotografia visto que para manter a câmara viva tive de tirar e voltar a pôr a bateria inúmeras vezes. O Nuno [Azevedo] esteve a manhã quase toda a dar aulas, tendo inclusive entrado um pouco ao lado do Pico [do Paredão]. Perto do meio-dia passa por mim na praia e diz: “Agora é a minha vez!”

    Uns sete minutos depois do meio-dia, o Nuno faz a primeira onda – a que está na imagem. Na onda seguinte voltou a manobrar, tendo-lhe o esforço valido cinco pontos…no queixo.

    Por essa altura a minha câmara já tinha falecido e eu já não estava na praia, mas avaliando por esta primeira onda, acho que não é muito difícil imaginar o porquê de tamanha pontuação.

    As melhoras, Nuno.


    Fotografia: MAC | Texto: MAC

  • PACK 3 DVD

    PACK 3 DVD

    Três emblemáticos filmes de bodyboard estão disponíveis em formato DVD a um preço incrível. Aproveita e acrescenta os filmes Within, Fever Dream e ThrashD à tua coleção de vídeos.

    Preços
    Portugal, Açores e Madeira: 9,99 euros (portes incluídos)
    Europa: 12,00 euros (portes incluídos)
    Resto do Mundo: 15,00 euros (portes incluídos)

    Processo de pagamento: O pagamento deve ser efetuado por PayPal (em rodapé) ou transferência bancária para o seguinte NIB: 0033 0000 00177574312 05.

    Após o pagamento, deve ser enviado um email com os dados (nome, morada e telefone) para onde a encomenda deve seguir. A encomenda será enviada após boa cobrança.

    Para mais info: loja@vert-mag.com


    EN // Three historic bodyboarding DVDs are available with an amazing price. Add Within, Fever Dream and ThrashD to your video collection.

    Prices
    Portugal, Azores and Madeira: 9,99 euros (postage inc.)
    Europe: 12,00 euros (postage inc.)
    Rest of the World: 15,00 euros (postage inc.)

    Payment process: International payments can be done by PayPal (below) or wire transfer to our bank account (please contact us for more details). Delivery in 5-7 days.

    More info please contact us at: loja@vert-mag.com


    Pack 3 DVD Bodyboard