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  • Migrações, conheça o enredo

    Migrações, conheça o enredo

    O bodyboarder brasileiro André Carvalho, que faz parte do elenco e da direção de ‘Migrações’, prestes a ser lançado, traça o essencial sobre o que levou à produção do filme. Toda a História segundo o próprio: 

    “Em 2013 fiz um curso de produção audiovisual em Portugal. No Brasil já participava como independente em filmes publicitários e no cinema, paralelamente à vida no mar.

    No velho continente trabalhava como instrutor de surf na Costa de Caparica e morava num trailer junto da escola. Não tinha água potável e nem casa de banho, mas dormir e acordar tão perto das ondas era o suficiente para mim. Além das travessias de cacilheiro pelo Rio Tejo até Lisboa, onde as aulas aconteciam.

    Durante aquele verão (inverno no sul do Brasil) rolou um edital de fomento à produções independentes em Santa Catarina. A Nina Tedesco e eu escrevemos o roteiro para uma série e inscrevemos o projeto naquela competição. Fizemos Tudo isso à distância, ela no Rio de Janeiro, entre uma aula e outra de fotografia que ministra na Universidade Fluminense em Niterói, e eu com o pé na areia.

    Desde lá, participamos em mais de 8 editais e nunca ganhámos nada. Com o tempo decidi adaptar a ideia para uma curta e produzir da forma que fosse possível, porque sempre é possível…

    Alguns amigos e a minha companheira de vida na época abraçaram a ideia, doaram parte do seu tempo, talento, paciência e dedicação para fazer esse filme. Cada um com os seus motivos pessoais e profissionais. Para estes, o meu mais puro e sincero agradecimento. Natália Tedy e Samantha Brockhausen, sem a energia de vocês este filme não seria o que é. Bruno Furtado e Juliana Bassetti, terima kasih banyak!

    Hoje, 7 anos depois, partilho com os amigos o trailer de “Migrações”. Um questionar muito pessoal sobre a xenofobia e os instintos animais de deslocação que todos temos. Um oferta de coração para todos os imigrantes ilegais, para quem já foi deportado ou exilado de algum país.

    Para todos que, de uma forma ou de outra, sofreram algum tipo de preconceito ou represália por falar diferente, por não ser ou ter nascido no lugar onde se encontra, por querer ver e aprender com a vida, por ousar viver solto os seus sonhos mais insanos por esse mundo afora…

    Se você nunca migrou, alguém da sua família já o fez ou fará um dia. Além disso, com alegria informo que a esta é a primeira obra da Ecoa Filmes a participar de seleções de festivais de cinema e ainda vamos fazer muito conteúdo.”

    * Sinopse: Todos precisamos ir de um lugar para outro em algum momento da vida, mesmo que temporariamente. Migrar é um processo ancestral, uma herança genética, algo instintivo nos animais e seres humanos. Uma série de processos migratórios são desencadeados devido à chegada do frio no sul do Brasil. Estas deslocações esporádicas entrelaçam a vida e a história de pescadores e surfistas, personagens comuns da cultura local de Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

  • Castillo bros in Mexico

    Castillo bros in Mexico

    French boy Maxime Castillo went to Mexico for the first time with his brother Alex. Funny waves and funny times. This is the final result of a memorable trip. Enjoy!

    Filmed by Julien Le Séhan, Paul Clavarie, Thomas Simon & Stevie Barone
    Edited by Paul Clavarie
  • Mental Sessions

    Mental Sessions

    A short clip with some sick bodyboarding water footage captured in the 2019/2020 Portuguese Winter season. 

    Another clip produced by the Vanlife Productions crew.

  • WATCH: Cachafisco with Dani Gil

    WATCH: Cachafisco with Dani Gil

    Take 5 minutes to watch the new full clip from Felipe Fatiga Concha with Dani Gil absolutely killing it in beautiful Java, Indonesia.

    Enjoy!

  • Na quarentena, use e abuse do ‘Mind Surfing’

    Na quarentena, use e abuse do ‘Mind Surfing’

    O que é isso de ‘Mind Surfng’? O Mind Surfing nada mais é do que uma prática mental. É, essencialmente, um processo de mentalização, de visualização e de preparação mental. Do qual podemos usar e abusar no período de quarentena. 

    No combate à COVID-19, que nos obriga a um confinamento e nos mantém em casa, estando a prática de bodyboard proibida e as praias interditas, o Mind Surfing pode fazer toda a diferença. 

    Ao usar a mente podemos pegar numa onda vazia e imaginar que a estamos a surfar, ensaiando e melhorando certos movimentos. Se o sonhamos, logo podemos alcançá-lo. “Sonhar com o impossível é o primeiro passo para torná-lo possível”, dizia o filósofo e pensador chinês Confúcio.  

    Como sabemos, tudo no corpo humano é controlado pelo cérebro. As nossas emoções, as nossas ações, as nossas decisões, os nossos objetivos e pensamentos. Tudo é controlado pela nossa cabeça. 

    Portanto, se a pouco e pouco treinarmos o nosso cérebro de forma correta, podemos retirar algum prazer e até prepará-lo para um cenário real no futuro. Quando e se alguma vez chegar a altura, claro.  

    Os peritos da mente referem que o Mind Surfing, através de ações intencionais, acalma o ciclo constante de pensamentos bem como a ansiedade. E ajuda a revelar habilidades que estavam escondidas no nosso subconsciente. 

    Qualquer pessoa que se encontre num período de transição ou de adaptação na sua vida, precisamente a fase em que nos encontramos, pode beneficiar com a prática de surf através da mente. 

    Diz-se que, por dia, basta praticar 60 segundos, deixando ao mesmo tempo a certeza de que, quando mais você pratica, melhor se torna. E, no fundo, só tem que assumir o controlo da sua mente, recorrer a alguma criatividade e fazer um esforço a imaginar-se a surfar uma onda. 

    Se nunca se imaginou a fazer algo do género, talvez esteja na hora de se aventurar e sair da zona de conforto. Pensar fora da caixa. A pandemia do coronavírus a isso obriga, amigo. Façamo-lo em prol da sanidade mental de todos os bodyboarders.

    Portanto… Vamos a isso? 

    Foto POV: Edu Bartolomé

  • The Hidden Face

    The Hidden Face

    The Hidden Face is the first Pride Bodyboards trip. In this video, the team at that time embarks on a journey through the relatively rare and unseen elements of Tahiti.

    From playful & punchy waves to heavy pits, enjoy 25 minutes of good bodyboarding with Lewy Finnegan, Jared Houston, PLC, Tó Cardoso, Sam Bennett & Miguel Macías. 

    Directed by Miller Best. 

    Enjoy! 

  • Nasi Goreng

    Nasi Goreng

    A short clip that represents a bodyboarding experience and lifestyle in Java, Indonesia, among friends during two weeks of 2019.

    Starring Guilherme Mourão with the likes of Tiago Pelágio, Salvador Rosa, David Vedor, Ricardo “Shorty” Mendes & Luís Saldanha.


    >> Seize the occasion and observe “The Unknown” with Tiago Pelágio & Co.

  • No fio da navalha

    No fio da navalha

    Há uma linha muito ténue que separa o sucesso do insucesso, uma frase recorrente que é usada quando alguém se encontra entre a espada e a parede… ou no fio da navalha como parece ser o caso da imagem que hoje resolvemos partilhar no Lightbox. 

    A agarrar o rail em Dropknee, na incerteza se conseguirá ou não completar com sucesso o drop, está o porto-riquenho Gadiel Ruiz Rivera, numa autêntica bomba de Arecibo, Porto Rico.

    A vossa imaginação tratará de dar um final à história. 


    Fotografia: @aguileragallery