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  • Estado de Emergência termina a 2 de maio

    Estado de Emergência termina a 2 de maio

    O Presidente da República anunciou o fim do Estado de Emergência a 2 de maio e assume esperança para que não voltem a ser necessárias medidas restritivas devido ao coronavírus.

    “O fim do Estado de Emergência não é o fim do surto. E as duas coisas são inseparáveis: a retoma por pequenos passos e, por outro lado, a preocupação de controlo permanente da situação. Aqui a ideia já não é a de fechamento, já não é a de utilização de um instrumento drástico e radical, é a de utilização de outros instrumentos”, frisou. 

    Por esse motivo, os portugueses têm de ter a noção de que a contenção e o controlo da situação continuam a ser importantes. “Por isso os pequenos passos e por isso a sua avaliação constante também. Essa é a chave do êxito desta terceira fase, após a qual haverá uma quarta fase e nessa quarta fase se poderá dizer que espera-se verdadeiramente a aproximação do termo do surto tal como ele nasceu e o conhecemos até agora”, concluiu.

    O Estado de Emergência vigora em Portugal desde 19 de março. Há cerca de duas semanas, quando foi renovado pela segunda vez por novo período de 15 dias, tanto Marcelo Rebelo de Sousa como o primeiro-ministro, António Costa, disseram esperar que fosse a última.

    Portugal irá agora passar para o Estado de Calamidade Pública, um nível inferior, e, embora a maioria das medidas restritivas se mantenham, a prática de surf/bodyboard deve voltar a ser possível, desde que se cumpram as já habituais regras de distanciamento e segurança.

    Vamos aguardar. xxx

  • A Ginástica Natural e metodologias de treino

    A Ginástica Natural e metodologias de treino

    Podemos afirmar que o percurso de treino e caminhada nos desportos de ondas do nosso entrevistado começou aos 8 anos de idade, quando foi levado pela mão do seu pai a visitar um Dojo de Artes Marciais (Karaté). Foi aí que Romeu Ribeiro encontrou a fuga a uma família tradicional portuguesa ligada à Arte Equestre. A partir desse dia a ligação com o meio foi uma constante tendo construído praticamente toda a sua vida em torno da paixão pelo treino físico. 

    Olá Romeu. Primeiro que tudo, vamos pedir que nos fales um pouco do teu percurso nestas lides de treino físico e bem-estar. 

    Comecei aos 8 anos no Karaté (Goju-Ryu). Só mais tarde, aos 12, conheci os desportos de ondas, através de uma prancha de bodyboard oferecida pela minha mãe. A ligação ao Oceano acabou por ser um verdadeiro encontro com o meu “eu” interior e levou-me a perseguir o meu sonho de vida, sem nunca olhar para trás. Cedo cheguei à perceção de que a minha paixão e o meu envolvimento com estes dois elementos – a Água e a Terra – eram na verdade o meu Yin e Yang. Numa jornada de fortes emoções, procurei encontrar o melhor destes dois mundos e desenvolvi uma “obsessão positiva” que é a de partilhar a arte dos movimentos funcionais com o peso corporal, o que acabei por aplicar em todas as áreas em que estive envolvido. 

    Desde meados dos anos 80 passei pelo Karaté e outras Artes Marciais, como Ninjutsu, Kempo, Kick-Boxing, Boxe e ainda troquei algum conhecimento da filosofia do Jeet Kune Do (arte do Mestre Bruce Lee). Durante o Serviço Militar Especial (1996-1999) tive oportunidade de dar continuidade e aprofundar a técnica no Boxe, ligação que permaneceu até 2004. Curiosamente, no mesmo ano em que entrei no serviço militar convidaram-me para participar numa expedição de surfistas às Maldivas. Nessa altura, a minha ligação com o mar começava a ser uma constante realidade e a necessidade de encontrar um treino adequado às modalidades que praticava foi sempre um objetivo pessoal. Essa primeira oportunidade de viajar para as Maldivas fez brotar um sonho, que era o de poder viajar e perseguir as melhores ondas, no sentido de melhorar a minha técnica de surf e de “underwater training”. Desde as melhores ondas do Pacífico, passando pelas ondas perfeitas do Índico e explorando os segredos do Atlântico, ao longo de mais de 20 anos adquiri experiência e conhecimento em vários desportos de ondas, sendo o Bodyboard um deles. 

    Entre 2004 e 2015 desenvolvi e produzi vários projetos de treinos específicos, comunicação e ativação ligados aos desportos de ondas, que me permitiram trabalhar não só com os melhores atletas e profissionais como também com as marcas e empresas do meio.

    Em finais de 2008 parti de malas e bagagens para a Indonésia com a finalidade de desenvolver as habilidades como surfista e aficionado da Arte Suave, mais conhecida como Brazilian Jiu-Jitsu, e abrir o meu Surfcamp em Sumatra. Em Bali, fui guiado por mentores do Jiu-Jitsu, os professores faixas pretas Paul Haffenden (Royler Gracie Master) e Aran Bean (Yuki Nakai). Acabei por aperfeiçoar e partilhar a minha metodologia de treino, melhorei os conhecimentos na área do Jiu-Jitsu e MMA. Também participei em vários seminários e explorei o meu potencial de preparador físico com os melhores atletas juniores e seniores do Surf e de MMA, sempre demonstrando a importância da mobilidade física e do melhoramento na capacidade de respiração através do “underwater training”. Este método foi, aliás, reconhecido por vários meios de comunicação e empresas na área do surf na Ásia, como sendo o treino mais completo e eficiente existente.

    À medida que desenvolvia o meu projeto em Sumatra, que ficava numa área muito isolada, a existência de um método de treino funcional tornou-se numa absoluta necessidade. Foi nessa altura, através das participações em seminários e workshops, com amigos e professores de Jiu-jitsu, que ouvi falar pela primeira vez do Mestre Álvaro Romano. Este professor de desporto, de nacionalidade brasileira, desenvolveu uma técnica inspirada nos movimentos dos animais. É o mentor e impulsionador da Ginástica Natural. Estes movimentos de chão, combinados com as técnicas de alongamento, flexibilidade e respiração do Hatha Yoga, que são os movimentos naturais, em conjunto com a força criada pelo peso corporal, compõem a Ginástica Natural.

    (…) quem procura encontrar uma prática física complementar ao Surf ou Bodyboard esta metodologia de treino pode trazer uma dinâmica mais abrangente, com a vantagem de não necessitar de recurso a materiais ou aparelhos.

    Sabemos que tens vindo a introduzir a Ginástica Natural nos teus treinos. Fala-nos das principais características desta prática e da sua técnica. Por exemplo, que tipo de vantagens e benefícios poderão os surfistas recolher na sua prática?

    A introdução de movimentos da Ginástica Natural no meu plano de treino diário surgiu muito naturalmente, pois, na altura em que vivia em Bali, treinava em média 8 horas por dia, sem contar com o Surf/Bodyboard/SUP, pelo que tinha necessidade de ter mobilidade e flexibilidade com uma recuperação rápida entre os treinos. Foi então que o nome do Mestre Álvaro (fundador da Ginástica Natural) surgiu em conversa com um amigo, o Gesias Calvacante (Campeão do Mundo de MMA), que me visitou em Bali, onde treinámos juntos e partilhámos alguns exercícios de treinos funcionais. 

    Num desses treinos, ele falou-me sobre esta metodologia e as semelhanças dos meus treinos com a mesma. Foi a partir deste momento que comecei a seguir a metodologia e, através do amigo Renato Vianna (Free Surfer e Waterman), comecei  conversar diretamente com o Mestre Álvaro sobre a possibilidade de frequentar o curso.

    Os fundamentos desta metodologia vêm do trabalho físico usando apenas a força corporal recorrendo a inúmeros grupos musculares e articulações na execução de um único movimento. Para estabilizarmos os músculos para realizar movimentos eficazes e alinhar a postura para um movimento perfeito, somos forçados a controlar e fortalecer a nossa estrutura muscular que leva à estabilidade do corpo.  Nesta integração das articulações e grupos musculares em vários planos de movimento a massa corporal desenvolve-se proporcional e uniformemente, levando a um melhor desempenho e redução de lesões.

    É aqui que, na minha opinião e pela minha experiência, quem procura encontrar uma prática física complementar ao Surf ou Bodyboard (pois existe uma diversidade de exercícios adequados às necessidades de todas as modalidades), esta metodologia de treino pode trazer uma dinâmica mais abrangente, com a vantagem de não necessitar de recurso a materiais ou aparelhos. A necessidade de melhoramento da minha mobilidade física veio encontrar nesta metodologia tudo isso e mais alguns benefícios. Para além dessa minha necessidade, trouxe-me uma maior resistência, equilíbrio, estabilidade corporal, uma maior recuperação e consciência do uso do peso corporal para as exigências das modalidades que fazem parte do meu dia-a-dia.

    O que dirias a alguém que quer experimentar?

    Antes de mais, sugiro que em vez de perderem tempo a tentar ver vídeos de forma a entender este tipo de exercícios, que tentem frequentar umas quantas aulas com treinadores certificados desta metodologia, pois muitas vezes aquilo que parece ser um simples movimento pode ser muito mais do que isso e pode potenciar algum tipo de lesão que leve a pessoa a ter de parar de treinar. 

    Estes movimentos de chão, combinados com as técnicas de alongamento, flexibilidade e respiração do Hatha Yoga, que são os movimentos naturais, em conjunto com a força criada pelo peso corporal, compõem a Ginástica Natural.

    O que é preciso para ser um bom praticante de Ginástica Natural?

    Eu diria que todos podem praticar. Nos últimos seis meses que tenho vindo a partilhar esta metodologia de treino já contei com adultos e crianças. Uma pessoa com 80% de incapacidade física levou-me a adaptar todo o treino para dentro de água. Tive a minha mãe, com 78 anos, a fazer exercícios de mobilidade para as ancas, onde já foi submetida a seis cirurgias. Tive ainda uma linda criança de 3 anos, o António, que me fez recordar como é bom trabalhar estes pequenos guerreiros e que a minha criatividade nas atividades físicas não vai ter limites. Posso afirmar que os benefícios que esta prática proporciona deixa todos muito satisfeitos com os resultados. Em todo o caso, penso que muitas vezes não é o tipo de atividade física que leva o praticante a encontra o sucesso, mas antes quem motiva essa prática. 

    O método de treino desenvolvido por ti, porém, é um pouco mais abrangente. Além da Ginástica Natural, vai também buscar exercícios de outros desportos…

    Não é que seja mais ou menos abrangente, a Ginástica Natural entra na metodologia como um alicerce da ponte que tenho estado a construir. Conforme partilhei, o meu percurso desportivo foi e também é muito abrangente, o que faz da minha filosofia de treino também muito diferente daquelas metodologias pensadas para grandes superfícies de treinos, que se baseiam nas teorias ou estratégias de vendas. Não estou com isto a dizer que a minha metodologia de treino é a melhor ou pior, que não tenho estratégia de vendas, mas apenas faço e procuro ir ao encontro das necessidades das pessoas que me procuram, no mercado que eu próprio faço parte há mais de 25 anos. Quem me conhece ou já teve a oportunidade de treinar comigo sabe que as minhas sessões de treino nada têm a ver com aquilo que se fazem nos locais habituais onde se vai exercitar. Gosto de estimular os meus alunos a encontrar equilíbrio, sucesso e satisfação, não só na sua ocupação profissional, mas também no seu estilo de vida. A minha ligação e experiência nos desportos de ondas e atividades ao ar livre levaram-me a uma nova tendência de prática desportiva e que, por sinal, já tem bastante gente interessada, baseado no meu próprio know-how e na minha experiência de vida: a combinação do Surf (desportos de ondas), Mobilidade Física/Coordenação Motora e Underwater Training faz os pilares da minha metodologia. Qual o seu nome? Ainda não sei… pois todos os dias procuro aprender e ir ao encontro de novos desafios. Penso que, quando chegar a altura, irei encontrar o seu nome, pois de momento apenas me limito a demonstrar um pouco daquilo que aprendi com os meus Mestres.

    (…) o meu percurso desportivo foi e também é muito abrangente, o que faz da minha filosofia de treino também muito diferente daquelas metodologias pensadas para grandes superfícies de treinos, que se baseiam nas teorias ou estratégias de vendas. 

    Sabemos que tens vindo a trabalhar com atletas de topo de diferentes desportos. Que tipo de necessidades apresentam os atletas quando te procuram?

    Sim. Na realidade e nos últimos 10 anos, tenho vindo a estar mais tempo junto do Jiu-Jitsu Brasileiro e nesta relação tive oportunidade de evoluir e trabalhar com alguns dos melhores atletas mundiais e nacionais desta área. Porém, se olharmos para o passado, facilmente damos conta que já acompanho e/ou treino pessoas ligadas ao Surf há muitos mais anos. Eu é que nunca senti vontade de assumir-me como treinador de ninguém,”Sou o Romeu”, como costumo dizer aos amigos e conhecidos, aquilo que faço nos meus treinos é sempre com paixão e muita satisfação.

    A minha passagem por Bali despertou em mim a capacidade de partilhar a minha filosofia de treino e foi junto duma comunidade muito abrangente que acabei por encontrar a motivação e vontade de trabalhar nesta área.

    Quando regressei a Portugal, há três anos, encontrei-me várias vezes com vários amigos de longa data da área do Boxe, Jiu-Jitsu e Surf e foi quase instantâneo o interesse destas pessoas amigas em quererem estar comigo nesta caminhada e criar boas rotinas. Treinei, pesquisei e estudei muito nos últimos anos de onde resultou um trabalho magnífico com várias pessoas, entre elas campeões mundiais de Jiu-Jitsu, campeões europeus de Surf, surfistas de ondas grandes, Pugilistas, professores de universidade, mestres de metodologias de treinos e nutricionistas.

    Todos me deram conhecimento e ferramentas para melhorar e desenvolver de futuro as soluções de treino e nutrição enquadradas às necessidades das novas gerações. Penso que o mais importante não é falarmos das necessidades de cada uma dessas pessoas que tenho acompanhado, pois o mais importante é sabermos que existe hoje um grupo de pessoas envolvidas a tentar encontrar o caminho para uma vida saudável. 

    Última questão. Onde podemos encontrar-te para usufruir de um treino especializado? 

    Onde passo a maior parte do meu tempo a dar os treinos aos meus alunos é num espaço na Costa de Caparica, o Dr. Bernard, que, para além ser um espaço com uma oferta variada de serviços ligados a um estilo de vida saudável, está situado mesmo em frente à praia, facto que permite não só dar as sessões de treinos num espaço super agradável, como também, quando o tempo permite, fazê-lo ao ar livre ou mesmo dentro de água. De momento, com a situação atual limitativa da COVID-19, estou a dar as aulas online, faço algumas sugestões através do Instagram do Dr. Bernard, através da Zoom e através das minhas aplicações das redes sociais. xxx

  • Wedging at Mandurah

    Wedging at Mandurah

    WATCH bodyboarders score some fun conditions at their local, plenty of ramps and tubes on show from the boys. Riders in action: Lewy Finnegan, George Humphreys, Davis Blackwell and a lot more! 

  • 2020 World Tour update regarding the COVID-19

    2020 World Tour update regarding the COVID-19

    EN // Press Release: The International Bodyboarding Corporation along with all world tour event organisers and their local governments continue to monitor the global COVID-19 situation on a day to day basis.

    The latest update in regards to the 2020 World Tour remains largely unchanged. Event organisers are working closely with their relevant governmental partners in order to secure revised dates however as the pandemic continues to impact countries around the world, nothing is certain.

    The following 2 events have been rescheduled:

    • Garden Classic, Kaui, Hawaii  (August 8-9)
    • Kiama Pro, Australia  (August 27 – September 3) 

    The following 6 events remain suspended:

    • Wahine Bodyboard Pro, ES, Brazil  (new date to be announced)
    • Itacoatiara Pro, NI, Brazil  (new date to be announced)
    • Antofagasta Bodyboard Festival, Chile  (new date to be announced)
    • Bellavista Iquique Pro, Chile  (new date to be announced)
    • Arica Cultura Bodyboard, Chile  (new date to be announced)
    • South Africa Pro, South Africa  (new date to be announced)

    The 2 events remain unchanged, however this may change due to the ever evolving COVID-19 situation:

    • Sintra Portugal Pro, Portugal  (September 7 -13)
    • Gran Canaria Fronton King, Galdar, Canary Islands  (October 17-31)
  • Watch: Pierre Mixed Bag

    Watch: Pierre Mixed Bag

    Watch unseen footage of Pierre-Louis Costes bodyboarding at some of his favorite waves in Europe, including Praia do Norte in Nazaré, El Frontón in the Canary Islands and a heavy Portuguese lefthander. Images from 2017.

    Filmed by Rute Penedo, Sunay Films, Edouard Houssin, Máquina Voadora, Gastão Entrudo, Nuno Dias & Miguel Nunes

    Edited by Simon Levallois

  • Piscinas de ondas: Um Mundo paralelo

    Piscinas de ondas: Um Mundo paralelo

    Um estudo elaborado pelo norte-americano Bryan Dickerson revelou que existem ao dia de hoje 15 piscinas de ondas artificiais espalhadas pelo Mundo com acesso à prática de surf.

    No entanto, a determinado momento Dickerson viu-se confrontado com uma série de questões que não podiam ser esquecidas: Quantas estão em construção? E quantas ainda em projeto?

    Tendo essas variantes em conta, o resultado final acabou por ser misto e mais vasto do que à partida se poderia julgar. Ora veja os números:

    • 15 piscinas de ondas com acesso à prática de surf/bodyboard
    • 8 a 15 estão em construção no momento (algumas são secretas)
    • 50 estão em projeto e prontas para arrancar
    • 10 milhões de praticantes aguardam pela descoberta

    De todas os surf parks que estão construídos à presente data, em projeto ou em fase de arrancar, é fácil perceber que a Surf Loch, Wavegarden, Okahina, Surf Lakes, Kelly Slater Wave Company e a American Wave Machines são definitivamente os maiores players desta relativamente recente indústria.

    Entre estes, destacam-se a Kelly Slater Wave Company, com um complexo aberto em Lemoore (Surf Ranch), outro em construção (em Austin) e três projetos em andamento (Japão, Coachella Valley Califórnia, Coolum Austrália). 

    Segue-se a American Waves Machines que regista dois complexos abertos – um em Waco, Texas (BSR Cable Park), e o outro na Nova Jérsia com inauguração para breve – e outro em construção no Japão. França, Palm Springs na Califórnia e novamente o Japão têm projetos em cima da mesa. 

    A rainha das wavepool é a Wavegarden Cove que nasceu aqui bem perto de nós, no País Basco. Neste momento existem três a funcionar, sendo a Urbnsurf em Melbourne (Austrália) um autêntico caso de sucesso com quase 4 milhões de ondas a serem surfadas em apenas três meses. Porém, pasme-se, pois podem vir a ser mais de trinta nos próximos três anos uma vez que existem projetos a decorrer em Telavive, Rússia, Londres, Birmingham, Paris, Sudoeste de França, Portugal, Madrid, Barcelona, Itália, Alemanha, Sydney, Oahu, Canadá, México, Texas, Virginia, Carolina do Sul, Carolina do Norte, Nova Iorque, Nova Jérsia, Miami, Chile, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Uruguai. 

    Aproveite e veja o mapa atual de distribuição, aqui

  • Shanty

    Shanty

    Aproveita para observar o novo video com David Vedor.

    O bodyboarder português faz a sinopse desta nova produção: 

    “Este video é o resumo da minha viagem a Java, uma ilha da Indonésia onde fui o verão passado com alguns amigos! Foi uma experiência incrível e mal posso esperar para voltar. Um obrigado especial ao pessoal que esteve comigo e fez com que fosse o mês da minha vida! Espero que gostem do clipe!”

  • Praia no verão 2020 vai ser com muitas regras    

    Praia no verão 2020 vai ser com muitas regras   

    Vai haver praia este ano, mas, atenção, terão que ser cumpridas muitas regras. 

    A garantia foi dada pela comissão técnica liderada pela Agência Portuguesa do Ambiente que decidiu que cada praia vai ter um número máximo de pessoas, têm de haver distâncias mínimas entre sombras e pode passar a ser obrigatório usar máscara em cafés e restaurantes.

    Catarina Gonçalves, coordenadora do projeto Bandeira Azul, considera que as praias não podem ser exceção. Têm de haver regras para um espaço que junta tantas pessoas. O distanciamento social irá continuar a ser obrigatório. 

    “Terão de haver regras de distanciamento, quer seja no estacionamento, na entrada e saída da zona balnear, os apoios de praia têm de ser higienizados e desinfetados, tal como as instalações sanitárias. Vai ter de se usar máscara dentro dos restaurantes, esplanadas ou mesmo deixar de haver incentivo à socialização neste tipo de espaços”, explicou.

    A coordenadora do projeto Bandeira Azul estima que um manual anti-Covid nas praias seja conhecido no início de maio.

    Temos de fazer um planeamento a curto prazo e não a longo prazo.

    “Estamos a planear ter este manual pronto no início de maio. Como qualquer situação que se esteja a planear temos sempre de ter em conta que pode mudar de um dia para o outro. Temos de fazer um planeamento a curto prazo e não a longo prazo. Estamos a basear-nos na lei, que diz que a época balnear começa a 1 de junho e termina a 30 de setembro, mas podem haver alterações, obviamente”, acrescentou a coordenadora do projeto Bandeira Azul.

    O projeto Bandeira Azul vai estar atento ao cumprimento destas regras e as praias que não cumprirem as normas anti-Covi-19 perdem a distinção de qualidade.

    O surto do coronavírus já causou mais de 177 mil mortes em todo o mundo. Em Portugal, registam-se 785 óbitos.