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  • Conhece os Campeões Nacionais desde 1987

    Conhece os Campeões Nacionais desde 1987

    Nota: Texto publicado originalmente na Vert nr. 59 (abril 2004) e adaptado para publicação online a 16 de dezembro de 2019. Última atualização: 25/10/2020.


    Hoje fomos ao arquivo buscar alguns factos e personagens que influenciaram o rumo da modalidade. Optámos por revelar a lista dos nomes que compõem os campeões nacionais desde a primeira competição oficial na terrinha, se é que assim se pode chamar. 

    A maior parte dos leitores não faz ideia, mas alguns certamente que se lembrarão que a competição em Portugal estreou-se em 1986. Acontece que esta nem sempre foi considerada “oficial”. É que na falta do aval da Federação Portuguesa de Surf (FPS), os próprios atletas consideravam que determinado evento serviria para apurar o campeão da altura. 

    Portanto, não é de estranhar que nos primeiros anos (1987 e 1988), os “Grandes Prémios da Morey Boogie” tenham sido apontados para esse mesmo fim. Em última instância, são os que ficam para a História e contam para efeitos de ranking de consumo interno. Resumidamente, apenas nos dois primeiros anos, o Grande Prémio da Morey Boogie foi uma única prova disputada em Ribeira d’Ilhas no período de verão. 

    Um facto curioso do evento é que os atletas apenas poderiam competir munidos de pranchas da marca Morey Boogie, diretrizes da casa-mãe sediada nos States, independentemente do modelo e marca que usassem no momento. Este fator gerava sempre alguma controvérsia na hora da inscrição, mas na altura a prova era demasiado importante (e quase exclusiva) para que outras medidas e atitudes fossem tomadas. 

    Ao vencedor masculino era oferecida uma viagem ao Havai e assegurada a participação no campeonato mundial de Pipeline (Morey Boogie Pipeline World Championships) que, na altura, apresentava um formato idêntico e servia para revelar o campeão mundial. Ribeira d’Ilhas, ou melhor, a Ericeira, continua a ser um palco de referência e de importância única para se fazer uma prova de Bodyboard. É pena que, atualmente, não se realizem mais eventos de destaque nacional por lá. 

    Em 1989, apesar do Grande Prémio continuar a ter lugar, eis que surge o primeiro Circuito Nacional Open com provas espalhadas por Viana do Castelo, São João do Estoril, Praia Grande, Carcavelos e Costa de Caparica. Face à imagem conseguida com este circuito, a Morey Boogie opta por desistir dos Grandes Prémios e direciona todas as suas forças (e verbas) na criação de um Circuito Nacional por categorias em 1990. 

    Era esse o principal pedido dos bodyboarders na altura e o representante da marca em Portugal – Grosal, Lda – correspondeu às expetativas. Um ano mais tarde, um distribuidor de uma outra marca de bodyboards decide organizar o Circuito Nacional, mas tudo o que conseguiu foi meter os pés pelas mãos. Nessa perspetiva, 1991 foi um ano triste, pois não houve um vencedor para apontar…

    O arranque do Circuito Nacional da era moderna ou, em última instância, da era oficial, ocorre em 1992. É sob a égide da FPS e com o apoio das marcas Redley, BZ e Staroup que as provas passam a ser realizadas, com prize-money e sem restrição de pranchas. 

    Um ano mais tarde Daniel Santos arrecadou 500 contos (2500 Euros) em apenas duas provas divididas por Esposende e Afife. Na altura falou-se muito em profissionalismo.  

    A organização do Circuito Nacional correu dentro dos parâmetros normais até 1996, altura em que surge a APB – Associação Portuguesa de Bodyboard (entidade formada por atletas e em prol dos mesmos) e divide o circuito em duas categorias distintas: Profissional e Amador. 

    Apesar de muito ambicionado e de ter gerado uma expetativa enorme, o Circuito Profissional nunca chegou a arrancar devido à inoperância da empresa que ficou de o organizar. Já o Amador chega ao fim e elege os campeões nacionais, conforme previsto. 

    No ano seguinte a situação mantém-se, a empresa responsável pela organização ganha novo crédito… mas o Circuito Profissional volta a tropeçar, não conseguindo melhor do que realizar apenas duas das quatro provas inicialmente previstas. A situação foi das mais estranhas e confusas de sempre na história da modalidade, mas ainda assim o nome do campeão profissional é apurado. 

    Em 1998, face ao abandono a que se viu surpreendentemente envolvido, o Bodyboard volta a ser incorporado nas principais atividades da FPS. Aliás, até ao dia de hoje é esta federação que tem gerido, organizado e levado a cabo o Circuito Nacional Open, promovendo também os títulos Dropknee desde 2014 e Masters desde 2015. 

    Conhece então todos os campeões portugueses de Bodyboard

    1987 – OPEN: Miguel Theriaga & Catarina Rato

    1988 – OPEN: Rodrigo Bessone & Xana Barata

    1989 – OPEN: Rodrigo Bessone & Dora Gomes

    1990 – SÉNIOR: Rodrigo Bessone | JÚNIOR: João Barros | FEMININO: Dora Gomes

    1991 – Não houve circuito

    1992 – OPEN: Rodrigo Bessone & Dora Gomes

    1993 – OPEN: Daniel Santos & Dora Gomes

    1994 – OPEN: Gonçalo Faria & Rita Pires

    1995 – OPEN: Paulo Costa & Dora Gomes

    1996 – AMADOR OPEN: Sérgio Machado & Rita Pires

    1997 – AMADOR OPEN: Nuno Leitão & Catarina Sousa | PROFISSIONAL: Nuno Neto

    1998 – OPEN: Hugo Carvalho & Catarina Sousa

    1999 – OPEN: Hugo Carvalho & Rita Pires

    2000 – OPEN: Manuel Centeno & Rita Pires

    2001 – OPEN: João Oliveira & Rita Pires

    2002 – OPEN: Kiko Saraiva & Catarina Sousa

    2003 – OPEN: Rui Ferreira & Rita Pires

    2004 – OPEN: Hugo Nunes & Catarina Sousa

    2005 – OPEN: Hugo Pinheiro & Rita Pires

    2006 – OPEN: Manuel Centeno & Rita Pires

    2007 – OPEN: Manuel Centeno & Teresa Duarte

    2008 – OPEN: Hugo Pinheiro & Rita Pires

    2009 – OPEN: Manuel Centeno & Catarina Sousa

    2010 – OPEN:Tiago Silva & Rita Pires

    2011 – OPEN: Manuel Centeno & Rita Pires

    2012 – OPEN: Manuel Centeno & Catarina Sousa 

    2013 – OPEN: João Barciela & Catarina Sousa

    2014 – OPEN: Manuel Centeno & Joana Schenker 

    2015 – OPEN: Hugo Pinheiro & Joana Schenker 

    2016 – OPEN: Manuel Centeno & Joana Schenker 

    2017 – OPEN: Daniel Fonseca & Joana Schenker 

    2018 – OPEN: Hugo Pinheiro & Joana Schenker 

    2019 – OPEN: Daniel Fonseca & Joana Schenker 

    2020 – OPEN: Daniel Fonseca & Joana Schenker

    DROPKNEE

    2014 – Tiago Pimentão

    2015 – Diogo Pimenta

    2016 – Nuno Leitão “Batata”

    2017 – Luís Pereira “Porkito”

    2018 – Luís Pereira “Porkito”

    2019 – Hélio Conde “Laranja”

    2020 – Não houve

    MASTERS

    2015 – MASTER +35: Manuel Centeno

    2016 – MASTER +35: Rui Barreira | MASTER +40: José Moreira

    2017 – Não houve

    2018 – MASTER +35: Manuel Centeno | KAHUNA +45: Mário Birra

    2019 – MASTER +35: Manuel Centeno | KAHUNA +45: Mário Birra

    2020 – Não houve


    Fotografia: Miguel Nunes, Carlos Pinto, Pedro Graça, Nuno Mestre & Tomané

    Todos os direitos reservados. Está proibida a reprodução parcial ou integral sem autorização escrita. 

  • Joana Schenker conquista sétimo título nacional

    Joana Schenker conquista sétimo título nacional

    Joana Schenker arrecadou hoje o sétimo título nacional de Bodyboard, na Póvoa de Varzim, ao ficar em quarto lugar na final da 4.ª e última etapa do Circuito Nacional Crédito Agrícola, beneficiando da eliminação precoce de Teresa Almeida, sua concorrente na corrida ao título, nas meias-finais da prova, e do segundo lugar obtido por Filipa Broeiro que, apesar de tudo, se revelou insuficiente. 

    Menção honrosa para a jovem Filipa Broeiro, de apenas 18 anos, que esta semana chegou a não ser considerada na corrida ao título (um erro crasso por parte de quem o fez), embora tivesse um tiro e uma única oportunidade matemática para o fazer – ela precisava ganhar a etapa e, além disso, que Joana Schenker fosse quarta classificada na prova.

    Joana surfou tranquilamente até à final, viu Teresa Almeida eliminada nas “meias” e, como tal, a porta ficou escancarada para o título. Só que, na final, quando estava em segundo lugar, atrás de Teresa Padrela, cometeu uma interferência sobre Filipa Broeiro e, como tal, viu cortada a sua segunda melhor nota, caindo para um inesperado quarto lugar da bateria.

    Não fosse o facto de Teresa Padrela não ter cedido o primeiro lugar a Filipa Broeiro, Joana não teria conseguido manter a licra verde para o próximo ano nem alcançar o sétimo título nacional feminino da carreira. A algarvia admite:

    “Foi um bocado mais dramático do que estava à espera. Tinha a certeza que tinha a prioridade, estava sozinha lá fora e não via bem as placas de prioridade, por isso fui na onda e de repente vi a Filipa. Fiquei estupefacta, pois estava na luta pelo primeiro lugar e, de repente, fiquei em quarto. Foi um incidente que podia ter estragado tudo.” 

    Imagens de arquivo

    Para a vencedora da etapa, Teresa Padrela, a vitória nesta etapa teve um sabor agridoce, depois de uma temporada atribulada: “Foi uma etapa muito difícil e mesmo na final só tive a certeza que tinha ganho quando saí da água. No final, sinto-me um bocadinho frustrada por ter perdido as duas primeiras etapas na primeira ronda e equacionei mesmo não vir à Póvoa. Foi só por insistência da minha treinadora, Catarina Sousa, que vim cá. Ainda bem que o fiz já que foi a primeira vez que venci uma etapa com a Joana Schenker e isso dá-me mais confiança para o futuro.”

    De parabéns está definitivamente Filipa Broeiro, campeã nacional sub-18 (2018, 2019) e campeã europeia júnior em 2018, uma atleta que gosta e se sente à vontade em condições desafiantes e que, este sábado, não se intimou com as condições da Praia da Salgueira e mostrou ser uma adversária de respeito, causando um valente susto e enorme desconforto à ex-campeã mundial portuguesa, de 33 anos, apontada na última semana como a grande favorita. 

    Em resumo, vitória na etapa para Teresa Padrela, segundo lugar para Filipa Broeiro, terceiro para Madalena Padrela e quarto lugar para Joana Schenker que, todavia, sai da Póvoa de Varzim com o sétimo título nacional. Para Broeiro, este segundo lugar acaba por servir de pequeno tónico e consolo, acrescentando ânimo e motivação para 2021. 

    A chamada para domingo, onde já só faltam realizar onze Heats masculinos, ficou marcada para as 8h30. xxx

    Ranking final 2020

  • Peak freakers

    Peak freakers

    A clip from Coastal Photography at the Waco facilities in Texas (USA) showcasing a bunch of awesome ripers, such as Tanner McDaniels, Matt Meyer, Craig Whetter, Julien Durand, Arec Aldeguer, Gavin Pellkofer, Warren Anderson, Evan Fa, Jon Gamble, Steven Vitale, Trevor Ellis, Joe Shea, Jamie Rose, Alex Perez, Brandon Obee and Jeff Tillquist.

    Enjoy!

  • Dupla portuguesa desenvolve projeto pioneiro no Mundo

    Dupla portuguesa desenvolve projeto pioneiro no Mundo

    Em julho, a Canon lançou a sua mais recente câmara profissional de alto desempenho, a EOS R5. Para Ricardo Bravo, 45 anos, conceituado fotógrafo de surf e bodyboard, com créditos firmados internacionalmente, mais do que uma câmara, a R5 tornou-se uma oportunidade de envolver o amigo Nuno Cardoso, fundador da Wave Solutions Water housings, micro empresa sediada na Ericeira e especializada no fabrico customizado de caixas estanques para fotografia, numa aventura que mistura alta tecnologia com fabrico artesanal, empreendedorismo e até arte: construir a primeira caixa estanque de surf do Mundo para a R5. E em Portugal.

    Ricardo relata o que motivou esta aventura: “A Canon lançou a câmara que, há uns anos, disse-me um professor de fotografia digital, ‘não existe nem vai existir’. O senhor, felizmente, estava errado. São 20 frames por segundo, 45 milhões de pixels, um autofoco de sonho e tudo isto numa estrutura compacta e leve. Esta maravilha tecnológica chama-se Canon EOS R5 e a primeira vez que ouvi falar dela, percebi que o assunto era sério e merecia um mergulho (literal e figurado) no tema. Entre estruturar o projeto, emails e telefonemas, ter o ‘ok’ da Canon Portugal e da Wave Solutions Water Housings para trabalharmos em direção à primeira caixa estanque a nível mundial para a R5 e conseguirmos as primeiras imagens, foi um passo com milhares de passos pelo meio.”

    Nuno Cardoso e Ricardo Bravo são amigos há 20 anos, mas colaboram profissionalmente há 15 anos. Nuno, um engenheiro de materiais que se define como “um idiota cheio de ideias” recorda o primeiro trabalho com Bravo: 

    “Conheço o Ricardo há uns 20 anos e colaboramos há cerca de 15. Lembro-me que no nosso primeiro projeto conjunto, ele contactou-me frustrado porque tinha uma caixa estanque que pesava quase 3 quilos e consegui fazer-lhe uma nova que pesava 1 quilo. Em termos de facilidade de utilização na água, é outro mundo.”

    Assim, quando Ricardo contactou Nuno para mais este projeto, que tinha como desafio extra a possibilidade de ser a primeira caixa estanque para a R5, este não hesitou e recorda: “O Ricardo tem normalmente acesso a material excelente e é muito exigente, o que passa para o meu trabalho. A seguir à apresentação da máquina a alguns fotógrafos profissionais como o Ricardo, conseguimos arranjar uma demo da máquina e em menos de 24 horas fizemos um ‘scan’ 3D na Fab Lab Lisboa e começámos a trabalhar. Recebi a máquina às 19h de um dia, fizemos a impressão 3D, e à hora de almoço do dia seguinte, devolvemos a demo.”

    O passo seguinte foi o de construir o protótipo, o que colocou alguns problemas de engenharia novos: “Estamos agora a trabalhar no modelo comercializável em alumínio, material que apresenta características ideais em termos de dispersão de calor. A R5 tem processadores muito potentes, que produzem altas temperaturas, o que me fez optar pelo alumínio para esta caixa.”

    Quanto a ser o primeiro a produzir uma caixa estanque para esta máquina, ultrapassando as grandes marcas da especialidade, Nuno Cardoso não esconde a satisfação: 

    “Fico contente por saber que é a primeira no Mundo face a concorrência multinacional. É um projeto que me dá mais algum crédito internacional. Se não fosse esse reconhecimento, nem teria acesso a esta máquina.”

  • Teresa Miranda, Rainha do Frontón King

    Teresa Miranda, Rainha do Frontón King

    Já há campeã no Frontón King 2020. Trata-se da canária Teresa Miranda que superou Alexandra Rinder, ambas de Tenerife, com uma onda de 10 pontos (um tubão perfeito). Vale realçar que Alexandra foi a campeã do ano passado e que Teresa, além de ser campeã espanhola 2018, foi também a vencedora desta prova nesse mesmo ano. 

    No que toca ao único bodyboarder luso em prova, Bernardo Jerónimo, este foi afastado esta quinta-feira à tarde no seu Heat do Round 3. Bernardo acabou por ficar em quarto lugar na bateria, mas poderia ter chegado facilmente aos lugares de qualificação caso tivesse conseguido aterrar/finalizar um aéreo monstruoso. Ainda assim, desempenho extraordinário do atleta figueirense que só tem motivos para deixar a comunidade do bodyboard orgulhosa.

    A previsão para os próximos dias não é a melhor, mas é possível que a competição retome esta sexta-feira pela hora de almoço. Fica atento à chamada!

    ES // El Gran Canaria Frontón King ya tiene Reina, un título decidido con una final entre canarias, que estuvo marcada por los 10 puntos de Teresa Miranda con un tubo perfecto.  

    La World Cup Gran Canaria Frontón King ha coronado hoy a su Reina del Frontón King, la tinerfeña Teresa Miranda que ha conseguido la corona en una final muy codiciada contra la actual campeona Alexandra Rinder. Volvía a hacerse con la corona la rider de Los Realejos, campeona de España de bodyboard 2018 y Reina del Frontón King 2018, con una ola de 10, la mayor puntuación por maniobra del campeonato hasta el momento.

    Una bajada de izquierda espectacular de Teresa Miranda, Frontón Queen 2018, subía la expectación en el Frontón King y la colocaba a la cabeza de la manga a apenas unos minutos del comienzo de la esperada final. Miranda se marcó una ola de tubo largo y profundo, completo y dominado a la perfección por la tinerfeña, que le daba la fuerza para arrebatarle a Rinder su corona del Frontón Queen.

    Este ha sido “el primer 10 de mi vida”, ha declarado la campeona del Frontón King, que se ha confesado muy “contenta y orgullosa”. Como ha explicado, la manga contra Rinder “se podía dar la vuelta en cualquier momento” por lo que ha sido una victoria “increíble”con una ola en la que “me arriesgué en la bajada al límite contra el fondo”. Este segundo título de Reina del Frontón King es para ella “un gran éxito” que lleva “con un poco de presión” pero con ilusión por “poder continuar y llegar a lo más alto”. 

    Alexandra Rinder buscó su oportunidad hasta el último minuto, sacando puntos ola a ola para escalar y revalidar su título, con una actitud paciente y estratégica que en este caso no ha sido suficiente para llevarse  el primer puesto.

    El tercer y cuarto puesto ha sido un duelo entre la venezolana residente en Chile Begoña Martínez y la grancanaria Texenery García, que abrieron la tarde en una puja ajustada por llegar al podio del Frontón Queen. Martínez, que se medía con la finalista Alexandra Rinder en la manga anterior, ha superado a la local Texenery García que perdió una aleta en una ola, lo que le complicó la lucha contra ‘La Bestia’. Martínez tocó podio en su primera vez en El Frontón, una experiencia que ha valorado como “impresionante”, por lo que se ha declarado “muy contenta y agradecida”. 

    El open avanza con los locales en cabeza

    Por su parte, los chicos han seguido avanzando manga a manga en las últimas clasificatorias a cuatro de esta edición, en las que los canarios han adelantado a los rider visitantes con maniobras radicales y vuelos sobre la cresta de la ola de El Frontón.

    Gran actuación en la tercera ronda del joven Borja Granados, que ha superado al dos veces campeón del mundo, el francés Pierre-Louis Costes. El talento local ha estado muy fuerte en su manga, demostrando un talento capaz de hacerle frente a los veteranos del bodyboard. Con un 14.33 logró ponerse por encima del galo, con un 8.33 en una maniobra que puso en pie a los demás competidores que observaban el transcurso de una ajustada manga llena de espectáculo.

    Despuntó también en la jornada el canario Diego Cabrera, que como ha expresado al salir del agua, fue capaz de “darle la vuelta a la manga aún fuera de prioridad”, aprovechando “una ola que me dejó en buena situación” regalándole un 7 al isleño. Ha sido una manga “con mucha tensión” porque “todos queremos pasar y hay mucho nivel”, por lo que ante una ola buena, el rider local no perdió ocasión para un rolo que le da paso a la siguiente ronda.

    Con una impactante maniobra el tres veces Rey del Frontón, Amaury Lavernhe se puso en lo más alto del ranking en puntos por maniobra con una ola de 8, en una bajada limpia con tubo largo, saliendo con un rolo que le catapultó a la victoria. La brillante técnica del francés superó a Carlos Sanz, en segunda posición y dentro de la siguiente ronda, y eliminando a dos grandes, el vasco Alex Sebastian y al chileno Sacha Damjanic.

    Dio espectáculo también el colombiano Julián González en una manga en la que pasó también el joven canario Armide Soliveres, muy disputada y con maniobras radicales entre ambos, que eliminaron con su destreza en la cresta al inglés Daniel Skajarowski y Alby Sánchez. 

    Lideraron también su manga Lionel Medina con un 11.34 total y un solvente Carlos Suárez, en una manga canaria donde cayeron Paul Lecouey y Sergio Quevedo. El peruano Miguel Rodríguez, con un 9.15 de sumatoria total, pasó junto al veterano de esta ola Alejandro Barbosa, quienes se llevaron el marcador sacando del campeonato al canario Carlos Martín y al francés Yon Aimar.

    También cayó del cuadro el venezolano Angelo Freda y el grancanario Carlo Costas, frente al liderazgo local de Igor Sánchez y Dailos Rodríguez. Daniel Quintana avanza fuerte hacia la siguiente ronda junto a Daute Perdomo, eliminando por muy poco a Maxime Ausina y a David Rodríguez, que no tuvo suerte con sus olas en esta ocasión. xxx

  • Lachlan Cramsie “Tropic Heat”

    Lachlan Cramsie “Tropic Heat”

    Lachlan Cramsie unleashes the thunder in his new mini film, Tropic Heat. xxx

  • A armada canária não cede no Frontón King.

    A armada canária não cede no Frontón King.

    O segundo dia do Gran Canaria Frontón King contou com a realização de duas rondas onde os bodyboarders locais estiveram em grande destaque, passando a grande maioria das suas baterias em primeiro lugar.

    O único português presente na prova, Bernardo Jerónimo, entrou novamente a competir, no Round 3, qualificando-se à fase seguinte em primeiro lugar do seu Heat. 

    Diego Cabrera, Dailos Rodríguez, Roberto Sanromán, David Rodríguez, Txomin López, Sergio Quevedo Y Pierre-Louis Costes foram alguns dos destaques desta quarta-feira em Galdar. 

    Amanhã a competição deve retomar e o dia deve ser recheado de ação, pois a organização procura avançar o máximo possível já que a previsão para os dias seguintes não é famosa.

    ES // La World Cup Gran Canaria Frontón King ha comenzado a ajustar su escalada hacia la corona del Rey del Frontón, una competencia que ha estado plagada de buenos tubos y vuelos sobre la cresta de ‘La Bestia’, como es conocida la ola galdense. En las primeras mangas eliminatorias de la prueba, los riders no han escatimado en riesgo, con maniobras radicales en un mar que ha regalado olas de gran tamaño enla que los canarios han marcado el liderazgo.

    Los competidores han pujado con fuerza exprimiendo cada minuto para no quedar fuera del ranking, aprovechando que El Frontón rugía con fuerza en este miércoles de octubre. Sorpresa con la eliminación del canario Miguel Macías, Rey del Frontón en 2013, que se hizo con la primera victoria del día con una puntuación de 9.15 para caer en la tercera ronda contra Maxime Castillo y Samuel Brito.

    Otra de las mangas más interesantes de la jornada tuvo como protagonista a uno de los riders más veteranos de la prueba, Roberto Sanromán, que demostró que la experiencia en este enclave galdense es una ventaja. El rider grancanario obtuvo un 7.75 de puntuación total con un tubo y un ‘rolo’ con los que se distanció de sus rivales, el francés Maxime Lavoisey y el canario Ricardo González como cabeza de manga.

    En el polo opuesto, en su debut en este prueba David Rodríguez se estrenó con gran primera actuación frente a ‘La Bestia’, superando a un veterano de este enclave, Alejandro Barbosa, que pasaba de manga tras eliminar a Jorge Rioja.

    Una gran ola puso al francés Txomin López en lo más alto de ranking de puntuación por maniobra, con un 7.75 en un tubo largo y técnicamente bien dominado por el galo. Su destreza subió el nivel de la manga alejándole en un punto de su rival local Paul Lecouey y de Richard Lorenz que cayó de la tabla con la tercera posición.

    Sergio Quevedo pasó también como líder de su manga, eliminando al irlandés Seamus Mcgoldrick con dos olas que le dieron en total una puntuación total de 10 y una ventaja holgada con sus rival en el mar Julen Unanue.

    El tinerfeño Diego Cabrera, dentro del top 16 mundial, pasó su manga con solvencia con 13 puntos de puntuación total. Como ha asegurado tras su manga, las olas “son grandes y fuertes”, con condiciones que “regalan tubos”. Con que las condiciones se mantengan como las de hoy, el Frontón King “dará un gran espectáculo”, ha asegurado.

    Como ha indicado Rodríguez, han sido “buenas olas y de gran tamaño”, lo que le ha permitido “surfear y sumar”, por lo que ha salido contento y satisfecho de su trabajo en el mar en esta segunda jornada.

    Brillante fueron también los 25 minutos de manga de Dailos Rodríguez, que se marcó la que posiblemente sea la mejor maniobra del día, con un invertido que dejó con la boca abierta a todos los presentes e hizo vibrar a los amantes del bodyboard profesional.  Un 13.25 marcó la manga a favor del rider de Las Palmas de Gran Canaria, que puja con su maniobra al cotizado premio Red Bull Banana Challenge. 

    “Las mejores olas del mundo son las del Frontón”

    El dos veces campeón del mundo, el francés Pierre-Louis Costes, ha regresado al Frontón King en lo que ha valorado como “un privilegio”, porque en este momento “no todo el mundo tiene la oportunidad de viajar” y menos aún de competir.

    “Para mi es una celebración poder estar aquí y disfrutar con la gente”, porque “ha sido un año muy diferente”. Este será “un campeonato muy difícil” y “muy especial” para el francés, ya que no solo “es la mejor ola del mundo sino que en ella he podido realizar todos mis sueños”. En este enclave de la costa de Gáldar  Costes ganó dos títulos mundiales y el campeonato, por lo que tras un año pasado en el que no pudo dar lo mejor de sí ha llegado a la isla “ilusionado y con la idea clara de reencontrarme con la felicidad que siempre me trae este lugar”. 

    Este año el Frontón King vuelve a tener “un nivel muy alto como siempre”, porque hay muchos locales y son “los mejores aquí”. Del mismo modo, ha destacado el “éxito” para la organización, que ha sido capaz de sacar adelante esta prueba, en la que se siente “completamente seguro”.

    Pierre-Louis Costes siente “un vínculo especial con Gran Canaria”, y desde 2005 viene cada año. El francés asegura que “es una suerte ser parte de la evolución del bodyboard en la isla” con la que tiene “un lazo muy fuerte profesional y personal” porque “las mejores olas de mi vida las he cogido aquí” en este destino, “el mejor del mundo para el bodyboard”. xxx

        

  • Póvoa de Varzim decide título nacional feminino

    Póvoa de Varzim decide título nacional feminino

    O Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola chega à quarta e derradeira etapa, na Póvoa de Varzim, com o título masculino entregue a Daniel Fonseca, mas com a decisão do título feminino em cima da mesa e a campeã nacional em título, Joana Schenker, a reeditar mais um duelo com a sua rival de vários anos, Teresa Almeida.

    Uma campeã mundial do circuito profissional, Schenker, terá de dar o seu melhor para suplantar a antiga campeã mundial da International Surfing Association, Teresa, num local em que não se realizam provas do Circuito Nacional há cerca de 20 anos.

    Ingredientes de luxo para um espetáculo competitivo que fará história, tal como o próprio circuito, a única prova de bodyboard desta dimensão em todo o Mundo, num ano em que o próprio circuito mundial não existiu enquanto tal.

    Teresa Almeida é a primeira a sublinhar a importância deste evento, realizado em características únicas: “Este ano, mais que nunca, tenho vontade de ter bons resultados. Por ter o meu patrocinador principal, o Crédito Agrícola, a patrocinar o circuito, por termos melhores condições em todos os aspetos da prova, e porque ganhar num ano destes, tão atípico, tão difícil para todos, seria ainda mais especial, mais marcante. Este é o ano que considero da viragem positiva do Bodyboard em Portugal.”

    Joana Schenker, por sua vez, garante estar refeita da eliminação que sofreu na terceira etapa, em Peniche, assumindo o erro que facilitou o seu afastamento, nas meias-finais, e impediu a revalidação do título depois de duas vitórias em outras tantas etapas (Santa Cruz e Nazaré).

    “O heat de Peniche foi um pouco estranho. Decidi apostar no outside e insisti ali numa altura em que as ondas começaram a dar mais perto da areia. Depois reagi tarde e a Mariana [Rosa] apanhou uma onda a 10 segundos do fim e virou a bateria. Foi um erro tático e um péssimo resultado. Um quinto lugar que foi o meu pior resultado no Nacional desde 2014. Foi um lapso que abriu a porta à Teresa e agora tudo está mais interessante”, diz.

    Cenários na corrida ao título:

    • Se a Teresa vencer a etapa e a Joana ficar em 2.º, ganha a Teresa (no desempate com a 4.ª etapa);
    • Se a Teresa ficar em 2.º e a Joana ficar em 3.º, vence a Joana por 12 pontos;
    • Se a Teresa ficar em 3.º e a Joana ficar em 4.º, vence a Joana;
    • Se a Joana fizer melhor que a Teresa vence automaticamente;
    • Se a Filipa Broeiro vencer e a Teresa fizer 3.º e a Joana 4.º, vence a Filipa.

    Com o título masculino decidido, restam agora pontos de honra, como os do local da Póvoa de Varzim Ricardo Rosmaninho que, em 2019, foi um dos candidatos ao título e que este ano ocupa o nono lugar do ranking.

    “Este foi um ano estranho para mim. Demorei a encontrar o meu ritmo, demasiado ansioso nos meus heats. Em Peniche estava mais calmo, mais focado, mas fui penalizado com uma interferência nas meias-finais e não pude ir mais longe”, assume Rosmaninho, que faz um raio-x à onda da Praia da Salgueira onde, em princípio, se realizará a competição: “É uma onda para a esquerda, de fundo de pedra, com um reef lá fora que depois desenrola mais perto da areia e dá as principais secções. Não é uma onda fácil de ler. Quem surfa ali regularmente já lhe conhece as manhas, mas entre os principais atletas do Nacional, temos o Manuel Centeno que também já surfou ali muitas vezes em regionais e conhece bem.”

    Quanto aos objetivos do bodyboarder do Clube Naval Povoense, esses são bem claros e passam por ganhar a etapa, “dar essa alegria ao pessoal da Póvoa e a todos os que me apoiam.”

    Há 20 anos que a Póvoa de Varzim não recebia uma prova do Nacional de Bodyboard. xxx