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  • Reunion time

    Reunion time

    * This is not an invitation to surf at all costs given the situation in Reunion Island, but a reminder of what a paradise it can be for bodyboarding when the conditions are safe to surf *

    That said, watch Clément Lodeho profile clip at home, filmed and edited by Searun Production during 2020. xxx

  • Ben Player at the Surf Lakes

    Ben Player at the Surf Lakes

    Take 2 minutes to watch Ben Player, 3x World Champ, bodyboarding the Surf Lakes at Yeppoon, Australia. xxx

    You’d be pretty surprised with how similar the experience of Surf Lakes is with the ocean. I think partly because you’re in a valley with these beautiful old mountains around you, and partly because there is a natural-looking shoreline with trees. Kind of the same environment that you would be in when riding waves in the ocean.

  • Há um português a competir no Frontón King

    Há um português a competir no Frontón King

    A World Cup Gran Canaria Frontón King arrancou ontem e, como é seu apanágio, promete o melhor espetáculo de bodyboard do Mundo. Foram realizadas 16 baterias da primeira fase masculina e três da feminina. Em pleno mês de outubro, a “Besta” canária voltou a soltar o seu típico rugir e a maravilhar os fãs do desporto.

    De realçar o facto de que entre os 64 atletas que se encontram a competir na Gran Canaria, há um português envolvido. Chama-se Bernardo Jerónimo (na foto), reside atualmente na ilha e passou do primeiro heat diretamente para a ronda 3. Além de Portugal, também a Argentina, Chile, Colômbia, Irlanda, Reino Unido, Venezuela, Perú, França e Marrocos estiveram representados. 

    Destaques do dia para Maxime Castillo, Guillermo Cobo, Jonathan Vega, Aitor Ojeda, Javier Domínguez, Omar Marrero, William Luján, Dailos Rodríguez, Alex Sebastian, Daute Perdomo Amaury Lavernhe (3x campeão do FK), Pierre-Louis Costes, Fabien Thazar e Daniel Skajarowski.

    Esta segunda-feira é de “lay day”, motivos suficientes para ver o clipe com o resumo do dia inaugural (em baixo). xxx

  • Título nacional masculino entregue em Peniche

    Título nacional masculino entregue em Peniche

    A terceira etapa do Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola 2020, em Peniche, teve um pouco de tudo: Daniel Fonseca sagrou-se campeão nacional 2020, Manuel Centeno foi o campeão da etapa e Joana Schenker viu adiado o sonho do sétimo título nacional para a derradeira etapa, no próximo fim de semana, na Póvoa de Varzim, já que foi eliminada nas meias-finais e viu Teresa Almeida vencer e relançar-se na corrida ao título feminino.

    Daniel Fonseca revalidou o título de campeão nacional ao segurar o segundo lugar numa final ganha por Manuel Centeno, com Helder “Dicha” Mendes no terceiro lugar, e Hélio “Laranja” Conde a fechar o pódio.

    Uma conquista que se começou a desenhar nas meias-finais quando o segundo classificado do ranking, Miguel Adão, foi eliminado. Na final, bastava a Daniel ser segundo e o penichense cumpriu o requisito, somando este resultado à vitória na primeira etapa, em Santa Cruz, e ao segundo posto na Nazaré.

    “Foi uma conquista feita passo a passo, houve heats difíceis mas a partir das meias-finais senti-me muito bem, consegui o objetivo que era ser campeão em Peniche e agora vou para a Póvoa [de Varzim] fazer aquilo que gosto mais, surfar e competir”, resumiu Daniel Fonseca.

    O vencedor da etapa, Manuel Centeno, dono de oito títulos nacionais, mostrou que aos 40 anos ainda está “para as curvas” e com capacidade para ombrear com atletas com metade da sua idade.

    “Soube muito bem ganhar aqui, entrei solto, tive um susto nos quartos de final que consegui virar à última, mas estava confiante, sabia que queria quebrar o que me aconteceu na Nazaré, onde perdi nos oitavos de final e isso deu-me uma motivação extra”, disse.

    Na competição feminina, a surpresa acabou por ser a eliminação de Joana Schenker nas meias-finais. A campeã nacional que dominou o circuito até aqui, com duas vitórias em outras tantas etapas, acabou por ser afastada por Madalena Padrela e Mariana Rosa, abrindo o caminho para que Teresa Almeida chegasse à final e impusesse o seu surf, superando Filipa Broeiro, Madalena Padrela e Mariana Rosa, segunda, terceira e quarta classificadas, respetivamente.

    https://www.facebook.com/CNBBCA2020/videos/727588341161133/

    “Já não ganhava uma etapa no Nacional há alguns anos e sentia-me motivada e com vontade de ter bons resultados. Nem pensava no título mas a Joana abriu-me essa porta e agora está nas minhas mãos, só depende de mim e vou dar o meu melhor para o conseguir”, sintetizou a campeã.

    O Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola 2020 segue agora para a Póvoa de Varzim, para a derradeira etapa, no próximo fim de semana, dias 24 e 25. Até lá! xxx

  • Miguel Adão destaca-se no arranque do Nacional em Peniche

    Miguel Adão destaca-se no arranque do Nacional em Peniche

    Peniche vestiu as suas melhores cores para receber a terceira etapa do Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola 2020.

    No primeiro dos dois dias de competição, em que se realizou a primeira ronda da competição Open, houve vários destaques, como Hélder Mendes e Hugo Pinheiro, Fábio Farricha e, sobretudo, Miguel Adão, bodyboarder da Figueira da Foz que somou o melhor score total do dia (15.67 pts) e surge como a maior ameaça à prometida festa de revalidação do título por parte de Daniel Fonseca.

    Miguel Adão, que tem sido um dos atletas mais em forma neste circuito nacional e ocupa a segunda posição do ranking, atrás de Daniel Fonseca, assume que está na corrida para o campeonato e deixa um sério aviso à navegação:

    “Claro que estou aqui para vencer. Sempre competi no Nacional, embora confesse que nos últimos anos era mais para me divertir e porque gostava do ambiente do que outra coisa. Este ano tenho um patrocínio novo que me motivou muito, estou mais focado e não vou descansar enquanto não for campeão nacional.”

    Na competição feminina, todas as atenções vão para Joana Schenker. A hexacampeã nacional venceu as duas etapas realizadas até ao momento e hoje, depois de passar tranquilamente às meias-finais, parece lançada para conquistar o sétimo título consecutivo.

    Amanhã, a algarvia terá uma bateria muito complicada nas “meias”, tendo pela frente o pelotão carcavelense constituído pela campeã nacional sub-18, Mariana Rosa, também Madalena Padrela e Leonor Monteiro. 

    Na outra meia-final, Teresa Almeida e Filipa Broeiro, segunda e terceira classificadas do ranking, respetivamente, aparecem, como as mais bem posicionadas a obstar à vitória de Schenker em Peniche, mas está nas mãos da campeã conquistar já o cetro ou, eventualmente, adiar a decisão para a Póvoa de Varzim, derradeira tirada do Circuito Nacional na presente temporada. xxx

    https://www.facebook.com/CNBBCA2020/videos/353118386004231

  • Porquê Yulex? A NYMPH explica. 

    Porquê Yulex? A NYMPH explica. 

    Sobre os novos wetsuits NYMPH, um projeto da Pride Bodyboards que demos a conhecer há dias neste LINK, Sebastien Boulard, responsável de Marketing e Produto da marca, esteve à conversa connosco e aproveitou para nos esclarecer sobre o conceito da mesma, mas também revela o porquê da escolha deste produto que dá pelo nome de YULEX®. 

    NYMPH é uma palavra que tem uma forte ligação com a mãe natureza, água e tudo o que é vegetal, seja de significado mitológico ou relacionado com o mundo dos insetos.

    Sentimos a necessidade de criar algo novo, sustentável e voltado para os bodyboarders em termos de wetsuits. O nosso objetivo era criar uma marca que concebesse apenas fatos de surf sustentáveis de alta qualidade e, por isso, a nossa linha é 100% YULEX®, composta por 85% de borracha natural e 15% de borracha sintética (reciclada através de pneus velhos). 

    Não quisemos limitações com o material que queríamos usar, nem com a qualidade do mesmo. No final, os consumidores podem esperar um modelo por espessura feito com a melhor qualidade e de acabamentos superiores.

    Para quem ainda duvida dos benefícios ambientais do YULEX®, quando comparado com outros neoprenes ou geoprenes, deixem-me que vos diga que, além de ser a única fonte renovável de material para fatos de surf, também possui a menor pegada de CO2 e o menor consumo de energia

    O facto da borracha natural YULEX® vir de árvores e não de fábricas, permite uma redução até 80% da emissão de CO2 aquando da sua produção. 

    Por outro lado, no que diz respeito ao neoprene feito à base de petróleo, é necessário extrair precisamente o petróleo, transportá-lo e transformá-lo. E não fica mais glorioso com o Limestone: temos que extraí-lo, transportá-lo para uma fornalha e aquecê-lo a mais de 1900 graus Celsius antes de realizar sete transformações químicas diferentes, criando produtos como o gás acetileno para obter um produto totalmente adequado aos fatos de surf. 

    Todos os resíduos gerados no processo de fabrico da borracha natural YULEX® são 100% orgânicos e, portanto, mais fáceis de tratar. Além das vantagens já mencionadas, também é quente, elástico, flexível e tão forte como qualquer outro neoprene existente no mercado. Os últimos melhoramentos feitos são simplesmente incríveis.

    Recentemente demos alguns fatos a várias pessoas com o intuito de os testarem, não sabiam do que eram feitos e até pensaram tratar-se de Limestone devido à elasticidade. 

    É garantido que todas as pessoas vão ficar satisfeitas com as propriedades do YULEX®. Caso contrário, aceitaremos a devolução, embora estejamos deveras confiantes de que as suas propriedades são a melhor qualidade existente na atual indústria dos wetsuits.

    https://www.instagram.com/p/CGPlYcuj__H/

    YULEX® apresenta um custo um pouco mais elevado e eu penso que talvez seja essa a principal razão para as marcas não apostarem mais neste produto. No nosso caso, decidimos absorver esse custo e adotar um modelo de negócio que nos permita vender os fatos a um preço acessível.

    Neste momento estamos a lançar a nossa linha de inverno, composta por Steamers (fatos completos) de espessuras 4/3 e 3/2mm. No início de 2021 lançaremos a linha de verão, que inclui Tops de neoprene de 2mm de espessura, Springsuits e Longsleeve Springsuits. Fiquem atentos.” xxx

    Yulex Pure™ – Borracha certificada FSC® é: ⁣
    ✔ Cultivado e colhido de forma sustentável⁣
    ✔ Irrigado pela chuva ambiente⁣
    ✔ Protege o bem-estar social e económico das comunidades dependentes da floresta⁣
    ✔ Disponível em suprimentos ininterruptos⁣
    ✔ Processado com aquífero de abastecimento de água reciclado e recarregado durante a fabricação⁣

    * Pré encomendas estarão disponíveis com 5% desconto entre 15 e 25 de outubro. 

  • The Experiment Seven

    The Experiment Seven

    Welcome to Experiment Seven (2012). Mutiny, comradeship and redemption in the Mentawai Islands with epic and cool people such as Dave Winchester, PLC, Ben PLayer, Isabela Sousa, Sacha Apecker, Jared Houston, Jase Finlay & Lewy Finnegan.

    Shot and edited by Michael Jennings

  • Corrida ao título nacional prossegue em Peniche

    Corrida ao título nacional prossegue em Peniche

    O Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola 2020 está de volta a Peniche, no fim de semana, um regresso com interesse acrescido já que, após duas etapas de sucesso competitivo, Daniel Fonseca e Joana Schenker chegam à conhecida península do Oeste com hipóteses de assegurar a revalidação dos respetivos títulos nacionais. 

    Joana dominou o circuito feminino até ao momento, vencendo em Santa Cruz e Nazaré, as duas primeiras etapas, enquanto Daniel triunfou em Santa Cruz e foi segundo classificado na Nazaré, atrás de Pierre-Louis Costes que, por questões de nacionalidade, não é elegível para o título nacional.

    Assim, em caso de vitória nesta terceira etapa, Daniel e Joana revalidam os títulos, com uma etapa ainda por realizar, dias 24 e 25 deste mês, na Póvoa de Varzim.

    Para Daniel Fonseca, que é local de Peniche, as contas são fáceis de fazer. “O objetivo é ganhar em Peniche e ser campeão em casa. É isso que estou a visualizar à partida para esta etapa”, afiança.

    Por sua vez, Joana Schenker é mais cautelosa, afirmando que “Vou tentar tudo por tudo para ser campeã em Peniche, mas não quero colocar demasiada pressão.”

    Acerca do seu domínio no circuito, a hexacampeã nacional relativiza. “Não tive heats fáceis até agora, apenas tive a felicidade de correrem bem para o meu lado e isto ainda não acabou. Vamos para Peniche, o que é mais ou menos indiferente em termos do título, pois quero ganhar onde quer que seja, mas é sempre um spot em que esperamos apanhar ondas de excelência”, diz.

    Os dois campeões nacionais também elogiam o circuito deste ano, organizado sob os fortes condicionalismos de uma pandemia. “Ser campeão num circuito que tem tido este destaque seria ainda melhor. O circuito tem sido acompanhado por toda a gente e tem tido um impacto excelente e ganhar assim seria ganhar no maior palco de bodyboard do momento”, diz Daniel Fonseca.

    Já Joana Schenker confessa-se surpreendida com a dimensão que o circuito atingiu em circunstâncias tão improváveis para o sucesso. “Estou agradavelmente surpreendia, pois mesmo sabendo que a organização estava pronta para avançar assim que terminasse o confinamento, não esperava que o Nacional se tornasse tão importante para mim e para todos. Normalmente, estou mais focada no Mundial, mas o Nacional tornou-se o meu objetivo principal deste ano e, seguramente, para o ano estarei em melhores condições para o Mundial uma vez que mantive o foco competitivo.”

    Os dados estão lançados, para acompanhar a par e passo este fim de semana, dias 17 e 18 de outubro. xxx