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  • Rodrigo Rijo presents “El Draco”

    Rodrigo Rijo presents “El Draco”

    Words from Rodrigo Rijo: 

    “A short clip filmed in the Canary Islands on a two week holiday trip with my girlfriend last October. After a few years I finally got the oportunity to go over there for the first time.

    It’s an incredible place known for having some of the best and heaviest waves for bodyboarding in the World, with so many great local bodyboarders. Such a great experience.

    Not many days of waves but still managed to score a few really fun ones. A place to return.”


    Directed, produced and lifestyle clips by Rodrigo Rijo

    Action filmed by Rute

  • Filipa Broeiro: “Fazer o circuito mundial ainda é um sonho”

    Filipa Broeiro: “Fazer o circuito mundial ainda é um sonho”

    A Filipa Broeiro é a atual campeã europeia júnior e esta temporada não passou despercebida uma vez que selou o segundo título nacional sub-18 consecutivo. A atleta sintrense de 18 anos que representa o Ericeira Surf Clube, é uma das esperanças do bodyboard português, tem um apetite especial por ondas pesadas e para o ano passa a ter novos objetivos (ingressa a full time no open). Falámos com ela para perceber o que nos reserva o futuro. 


    Para começar vamos pedir que nos fales um bocadinho das tuas origens, como começaste no Bodyboard, quais os bodyboarders que te influenciaram, quem te levou a praticar este desporto e também como é a rotina do teu dia-a-dia?

    O primeiro contato que tive com o Bodyboard foi no final do 2º ciclo através da minha professora de Matemática, a Andreia Passos, que me levou a frequentar umas aulas de verão na Action Waves, escola que ainda hoje mantém com o marido, o Gonçalo Silva, também conhecido como “Estrela”.

    Desde aquelas primeiras aulas nas espumas da Praia Grande, em Sintra, que me apaixonei por este desporto. Eu fazia ginástica de competição (tumbling) mas acabei por optar e dedicar-me mais ao bodyboard. Na altura não pensava em competir nem tinha quaisquer referências. Por isso, acho que a pessoa que mais me influenciou na escolha desta modalidade foi mesmo a Andreia, pois era ela quem dava aulas aos mais novinhos e me ensinou o básico dos básicos. Só mais tarde, com a evolução, é que passei a treinar mais com o “Estrela” e com o “Foca” (Carlos Branco) que são hoje os meus treinadores.

    O primeiro contato que tive com o Bodyboard foi no final do 2º ciclo através da minha professora de Matemática

    Esta temporada renovaste o título nacional Sub-18 e também foste distinguida pelos jornalistas desportivos. Que resumo farias de 2019, não só a nível de Circuito de Esperanças, mas de uma forma geral?

    O ano de 2019 acabou por ser muito positivo, mas nem sempre correu bem. No inicio da época estava muito ansiosa por apresentar tão bons resultados como em 2018, ano em que me sagrei Campeã Europeia Sub-18 a representar a Seleção Nacional, Vice-Campeã na Taça de Portugal e Campeã no Circuito Nacional de Esperanças pelo Ericeira Surf Clube. Esta pressão não foi boa e, como resultado, fui eliminada no primeiro heat em todas as etapas do open. Esta fase foi muito difícil, o apoio dos amigos mais próximos, da família e principalmente dos meus treinadores foi fundamental. 

    Hoje, no final da época, posso dizer que alcancei os principais objetivos estabelecidos com os meus treinadores e clube para 2019. Concretamente, reconquistar o titulo de campeã da Taça de Portugal e renovar o título de Campeã no Nacional de Esperanças. Contudo, o principal e mais importante foi ter aprendido a não desistir nas adversidades e a lutar sempre pelos objetivos.

    Em 2019, muito por causa do título europeu, recebi duas distinções muito importantes. A primeira foi na Gala da Confederação dos Desportos de Portugal, com o prémio de Atleta do Ano, e a outra na Gala Anual do CNID (Associação dos Jornalistas de Desporto), com p prémio atribuído pelos Senhores Jornalistas Desportivos. 

    Recuemos até julho do ano passado e ao Europeu Júnior em Santa Cruz onde venceste de forma imponente no feminino Sub-18. Foi esse o teu melhor resultado de sempre?

    O título de Campeã Europeia de Bodyboard Junior ao serviço da Seleção Nacional é, até agora, o título mais importante que conquistei. Foi uma experiência muito positiva. Uma semana muito intensa vivida em Santa Cruz, onde decorreu o Euro Júnior, e onde também cresci muito como atleta. 

    (…) por falta de apoios, fazer muito mais provas e o Circuito Mundial é ainda um sonho

    Por que praias costumas treinar regularmente? 

    O meus locais de treino vão variando consoante a altura do ano. No verão frequento principalmente a Praia Grande, em Sintra, que fica muito perto da minha casa. No entanto, também vou muito para a Ericeira. Adoro a Praia da Empa e o pico da Pedra Branca e Reef. Vou lá bastantes vezes, até porque normalmente as etapas do circuito de bodyboard do meu clube, o Ericeira Surf Clube, são lá disputadas. No inverno opto mais por outras praias, nomeadamente, Carcavelos e Costa de Caparica, principalmente as praias de São João e, obviamente, a Cova do Vapor. Vou menos vezes do que queria a Supertubos, em Peniche, onde sempre apanhei boas ondas. Sagres é um dos locais de Portugal que mais vontade tenho de visitar. Vejo altas filmagens dos locais, mas nunca tive oportunidade de surfar lá.

    Qual o teu plano de treino, se é que tens um?

    O meu plano de treino também varia consoante a altura do ano. No inverno tento surfar pelo menos três vezes por semana e complementar com treino físico no ginásio. No verão treino no mar praticamente todos os dias e faço muito menos treino de ginásio. O treino também altera quando se aproxima um campeonato, pois intensifico o treino de mar diminuindo o treino físico de ginásio.

    O título de Campeã Europeia de Bodyboard Júnior ao serviço da Seleção Nacional é, até agora, o mais importante que conquistei

    A teu ver, qual a melhor onda de Portugal? Aquela que apresenta as melhores condições para a prática de Bodyboard? 

    Para mim é muito difícil definir qual a melhor onde de Portugal, até porque ainda me falta experimentar muitas. Acho que até atletas mais experientes terão alguma dificuldade em eleger e melhor onda, tão grande é a extensão e variedade da nossa costa. Porém, do que conheço, arrisco-me a dizer que as ondas da Pedra Branca e Reef deverão ser das melhores do país.

    Relativamente ao futuro, que planos tens em mente? Quando pretendes fazer o grande assalto ao título nacional open?

    Para mim 2020 será um ano de transição. Por esse motivo não quero para já definir metas em termos de resultados. Quero evoluir e vou dar o meu melhor em todas as provas que entrar. Conto fazer o Circuito Nacional Open, algumas etapas do Circuito Europeu e, pelo menos, a etapa do Mundial na Praia Grande em Sintra. Não tenho possibilidade, por falta de apoios, de fazer muito mais provas e o Circuito Mundial é ainda um sonho. Tenho como metas, a médio prazo, conseguir o titulo nacional open e mantenho a esperança de um dia poder lutar pelos títulos europeu e mundial. Quem sabe? 

    Se me for permitido, gostava de enviar uma saudação muito especial para algumas pessoas: aos meus treinadores, Gonçalo Silva “Estrela”, Carlos Branco “Foca” e Andreia Passos; a Miguel Barata de Almeida, presidente do Ericeira Surf Clube; ao Nuno e Sónia Fontinha. 


    Fotografia: Hugo Sousa Ferreira & Pedro Broeiro

  • Paulo Alexandre levanta a taça no Memorial Horta 2019

    Paulo Alexandre levanta a taça no Memorial Horta 2019

    A praia do Marcelino, na Costa de Caparica, recebeu os 60 atletas inscritos nas categorias de Bodyboard e Bodysurf para a 5.ª edição do ASCC Horta Memorial powered by Surfers Lab sponsored by Almada Forum & Native Açai com ondas a chegar a metro e meio e vento offshore.

    Resultados Finais:

    Bodyboard Open
    1º – Paulo Alexandre 12.50
    2º – Hélder Mendes 9.43
    3º – Nuno Pereira 6.33
    4º – Manuel Henriques 5.80

    Dropknee Open
    1º – Hélder Mendes 11.53
    2º – Rodrigo Vinhais 8.93
    3º – Nuno Pereira 5.77
    4º – Sérgio Jorge 3.54

    Bodyboard Sub-18
    1º – Francisco Pereira 10.83
    2º – Pedro Gonçalves 10.50
    3º – Afonso Oliveira 8.70
    4º – Duarte Bruschy 8.07

    Bodyboard Sub-14
    1º – Pedro Gonçalves 12.50
    2º – Maria Balsemão 5.00
    3º – Gonçalo Catarino 3.36
    4º – Francisco Coutinho 1.93

    Bodyboard Feminino
    1ª – Laura Melo 12.16
    2ª – Maria Balsemão 8.73
    3ª – Beatriz Carvalho 3.53

    Bodysurf Open
    1º – Pedro Antunes 10.33
    2º – António Stott 9.27
    3º – Pedro Collaço 5.27
    4º – Tomás Calmeiro 2.43

  • Alfonso Aguilar leads the way in Puerto

    Alfonso Aguilar leads the way in Puerto

    Cool clip from Mexican Alfonso Aguilar showing the best waves from a past week in October in Puerto Escondido. The flyboy reveals a good technique and awesome flow. Cool to watch! 


    Edit by Heiko Bothe

  • O comercial da Vert Magazine

    O comercial da Vert Magazine

    Se os nossos leitores tiveram a oportunidade de espreitar a transmissão online da 24.ª edição do Sintra Portugal Pro, que teve lugar em setembro de 2019, o mais antigo campeonato de bodyboard no mundo ainda a decorrer, do qual somos parceiros, deram conta que nos intervalos passou um comercial da Vert Magazine. 

    Uma única onda, um único rider, em slow motion, com vista a mostrar a beleza e o potencial dos spots lusitanos. 

    Aproveitamos agora para deixarmos um enorme obrigado e agradecimento ao Porkito e ao João Traveira por nos terem ajudado na sua composição. 

  • Flying High in the Canaries

    Flying High in the Canaries

    Hawaiian Jacob Romero sure knows how to fly high and his latest clip, filmed in the Canary Islands during the Frontón King week, is full of action. Time to watch!


    Shoot and edit by AKCH media

  • Joel Rodrigues: “2019 foi o meu melhor ano desportivo”

    Joel Rodrigues: “2019 foi o meu melhor ano desportivo”

    Joel Rodrigues, natural da Póvoa de Varzim e de apenas 15 anos, é já um nome sobejamente conhecido para quem acompanha a competição entre as camadas mais jovens. O atleta do Clube Naval Povoense teve um domínio absolutamente impressionante em 2019. Falámos com ele para perceber o que nos reserva o futuro. 


    Para começar vamos pedir que nos fales um bocadinho das tuas origens. Como começaste no Bodyboard? Quais os bodyboarders que te influenciaram? Quem te levou a praticar este desporto e também como é a rotina do teu dia-a-dia?

    Comecei na antiga escola de surf e bodyboard do meu tio, Sérgio Rodrigues. Primeiramente experimentei o surf, que foi praticando, mas depois, passado pouco tempo, decidi experimentar o bodyboard e descobri que este era o meu desporto. Com alguns meses de bodyboard fui às captações do Clube Naval Povoense, pois queria ingressar na competição.

    Quando comecei a ver bodyboard, os bodyboarders que me chamaram mais a atenção foi o Pierre-Louis Costes e Ben Player, e, a nível nacional, o Tiago Silva “Moita” (N.R.: Atualmente seu treinador) foi uma grande referência para mim. Neste momento o bodyboarder com que me identifico mais é o Lewy Finnegan.

    A minha rotina diária passa por ter aulas de manhã, treinar na hora do almoço, mesmo tendo apenas dois tempos para almoçar, sempre que tenho oportunidade, independentemente das condições do mar. Quando tenho a tarde livre costumo surfar mais tempo. Isto só é possível, porque tenho os meus pais sempre disponíveis. Sábado e domingo são dias para treinar em equipa. No resto dos meus tempos livres aproveito para divertir-me com os amigos, porque também é importante.

    Acho que o futuro do bodyboard português está em boas mãos.

    Foste dominador esta temporada, tendo vencido todas as etapas em Sub-16 e em Sub-18 só não venceste a última, apesar de teres ido à final. Que resumo farias de 2019, não só a nível de Circuito de Esperanças mas de uma forma geral?

    2019 foi um ano incrível no domínio desportivo. Sem dúvida, o meu melhor ano desportivo. Consegui repetir o feito do ano anterior, que foi ser campeão nacional em duas categorias (Sub-14 e Sub-16), e ainda consegui conquistar 14 vitórias seguidas em eventos nacionais. Acrescentando a estes resultados também venci a Taça de Portugal pela terceira vez consecutiva, desta vez em Sub-18, e no Nacional Open consegui ficar no top 8 do ranking final. Além das conquistas nacionais, consegui ficar em 5.º lugar no ranking mundial Pro Junior. Também no Circuito Europeu comecei muito bem ao vencer a 1.º etapa, na Pro Junior, e agora tudo se irá decidir na última etapa em Marrocos.

    Só para não falharmos a conta, quantos títulos nacionais somas já sob a tua alçada?

    No total tenho 5 títulos de campeão nacional nas camadas jovens e 3 Taças de Portugal.

    2019 foi um ano incrível no domínio desportivo. O meu melhor ano desportivo. 

    O que dirias que o Nacional de Esperanças tem de positivo, que não alterarias, e o que está em falta?

    O Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças tem vários pontos positivos, nomeadamente, as praias onde têm lugar as etapas, que oferecem boas condições para a realização das mesmas, os competidores que proporcionam nível na competição e tal como os treinadores e todas as pessoas envolvidas que contribuem para o bom ambiente que se vive nas provas. Este circuito não tinha muita divulgação até que a Bboardtv pegou nele e tem vindo a fazer um trabalho incrível na sua divulgação. O único ponto negativo que encontro, é que gostava de ver mais gente a assistir.

    Ao nível de bodyboarders da nova geração, que estão a surgir em Portugal, quais os que gostas mais de observar e te parece que poderão vingar competitivamente?

    Acho que o futuro do bodyboard português está em boas mãos, temos muitos atletas que podem dar cartas. Os atletas mais jovens do que eu que neste momento me parecem bastante promissores são o Francisco Ferreira, que desde sempre tem mostrado grande nível de surf; e o José Mano, que tem um surf consistente e tem evoluído bastante. Na minha opinião, ambos têm grandes probabilidades de vingar. 

    Recuemos até setembro e ao Mundial Pro Junior em Viana do Castelo, onde recebeste um “wildcard” e foste o melhor atleta português em prova, tendo alcançado os 1/4 de final. Sentes que poderias ter chegado mais longe? 

    Sim, senti que poderia ter chegado à final, mas ainda não foi desta. Em todo o caso, classifico a minha participação como positiva. 

    (…) dentro de 3-4 anos, quero assumir-me como candidato ao titulo nacional.

    Por que praias costumas treinar? Tens um plano de treino?

    A praia onde surfo maioritariamente, de forma mais regular, é a da Salgueira. No entanto, também costumo surfar na Praia do Rock, Aguçadoura e em Mindelo. Não tenho um plano de treino especifico, entro em quaisquer condições de uma forma séria.

    A teu ver, qual a melhor onda de Portugal? Aquela que apresenta as melhores condições para a prática de Bodyboard? 

    Para mim, a melhor praia de Portugal para a prática é a Praia da Empa, na Ericeira. Gosto de todos os picos de lá, mas as minhas ondas favoritas são o Reef e a Pedra Branca, pois têm muito power e são muito cavadas. Ondas ideais para o bodyboard!

    Relativamente ao futuro, que planos tens em mente? Quando pretendes fazer o assalto ao nacional open?

    Os meus planos para o futuro, ainda enquanto júnior, são ser campeão europeu e mundial Sub-18. Em ambos os circuitos ainda tenho três anos de competição pela frente. No que toca ao Nacional Open, dentro de 3-4 anos, quero assumir-me como candidato ao título.


    Fotografia arquivo pessoal: Higher Visuals, Nuno Alves & Nuno Lopes

  • Ben Player tuning tech in remote Indo

    Ben Player tuning tech in remote Indo

    Ben Player escapes on a journey to remote Indonesia for further development of NMD Board Co technology.

    It was a R&D trip. Watch the action. 


    Filmed by Sil Tanguy & Ben Player

    Edit by Todd Barnes