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  • Miguel Ferreira: “Sinto-me capaz de atacar o título em qualquer altura”

    Miguel Ferreira: “Sinto-me capaz de atacar o título em qualquer altura”

    Miguel Ferreira, bodyboarder da Linha de 19 anos, é um dos atletas a quem o futuro do desporto pertence. Em 2019, depois de na temporada passada ter conquistado a divisão Pro Junior do Circuito Europeu, optou por focar-se na evolução e no melhoramento de aspetos técnicos. Aproveitámos para fazer um ponto da situação.  


    Alguns títulos nacionais nas camadas jovens e dois troféus europeus fazem já parte do teu currículo. Fala-nos um bocadinho de como tem sido a tua ascensão no Bodyboard?

    Comecei a fazer bodyboard aos 11 anos e rapidamente ganhei o gosto por estar dentro de água. Depois  nunca mais parei. Em menos de um ano já tinha começado a competir e acabei por sagrar-me vice-campeão nacional em sub-12. A partir desse momento apaixonei-me pela competição que me deu não só alguns títulos, mas também imensas oportunidades para viajar e conhecer pessoas incríveis.

    “Este ano decidi concentrar-me mais na evolução do meu surf”

    Este foi o teu primeiro ano como atleta open (+18 anos). Porém, parece-nos que optaste por fazer uma pausa competitiva uma vez que, entreportas, a nível nacional, apenas participaste em uma etapa…

    Sim, é verdade! Este ano decidi concentrar-me mais na evolução do meu surf, agarrei a oportunidade de passar três meses na Austrália e outros dois na Indonésia. Por isso, não hesitei e acabei por fazer só a primeira etapa do circuito nacional, onde fiquei em 5.º lugar, antes de embarcar para a minha maior aventura até hoje.

    Quando pretendes ou achas-te capaz de atacar o título nacional open?

    Em relação ao título nacional open, com base em alguns momentos deste ano, sinto-me capaz de atacar o título em qualquer altura. Já dei provas a mim mesmo que consigo bater-me com os melhores e, sem dúvida, que me sinto em forma e motivado para fazer um ataque ao título.

    “(…) os 10 pontos foram o momento mais alto da minha prestação”

    Um episódio marcante este ano foi aquele 10 pontos no Sintra Pro. Fala-nos desse momento e também de como avalias a tua participação no evento?

    Este ano foi a primeira vez que participei no Sintra Pro na categoria open e sabia que ia ser um desafio desde as primeiras rondas. Cheguei da Austrália no dia do campeonato, estava cansado da viagem e tive de entrar dentro de água duas horas depois. Sem dúvida que os 10 pontos foram o momento mais alto da minha prestação. Estava em 3.º lugar no heat com a última prioridade e aquela onda apareceu do nada. Quando a apanhei, percebi que ia ser um tubo comprido e tentei manter a calma para não fazer nada que prejudicasse o potencial de pontuação. Acho que fiz um bom trabalho! (risos) No final do campeonato fiquei super contente com o 5.º lugar na etapa e motivado para trabalhar mais!

    “(…) sinto-me capaz de atacar o título em qualquer altura”

    2019 ficou marcado por uma longa viagem onde cruzaste a Austrália e a Indonésia. Gostávamos que, de forma sucinta, nos contasses de como correu e, acima de tudo, o que procuraste atingir ao ficar tanto tempo em cada um desses lugares?

    Cheguei à Austrália em abril com o Gui Guerra e ficámos a viver em Margaret River com o Simão Monteiro e com o Hugo Maduro durante um mês, antes de começarmos uma road trip pelo sul da Austrália e Nova Gales do Sul.

    Durante estes três meses o meu principal objetivo foi evoluir o máximo possível a nível técnico e estar mais confortável em ondas de consequência. Depois de um agradável encontro com mais portugueses no deserto (António Saraiva, Ricardo Pina e António Cardoso), e na companhia dos meus companheiros de viagem (Gui e Simão), senti que realmente puxei os limites das minhas habilidades dentro de água. No total passei cerca de um mês em cada estado (Austrália Ocidental, Sul da Austrália e Nova Gales do Sul). 

    Depois de três meses de viagem pelo território australiano, estive um mês em Java onde me encontrei com o meu treinador, João Imaginário, e continuei na companhia do Simão. Durante este mês, o principal objetivo foi preparar-me para as três competições que estavam para vir e melhorar alguns aspetos técnicos, pois em Watukarung a onda é perfeita para repetir intensamente qualquer manobra que se queira melhorar e, sem dúvida, que senti melhorias no meu surf.

    “(…) o meu principal objetivo foi evoluir o máximo possível a nível técnico e estar mais confortável em ondas de consequência”

    Uma última questão. Objetivos concretos e a curto prazo para o futuro?

    Objetivos concretos… para já estou focado em correr o circuito mundial e este ano irei canalizar toda a minha energia para alcançar o top 24! Se conseguir pelo meio fazer uma viagem de free surf, então é perfeito, se não der, também não tem problema!


    Fotografia: Kristjan | Guilherme Guerra | Jethro James | João Imaginário 

  • Anas Haddar crowned ETB Champion 2019

    Anas Haddar crowned ETB Champion 2019

    EN // The Morocco Bodyboard Pro (Agadir, Morocco), the last stop of the European Tour of Bodyboard 2019, has finished today in Tamri Beach with Anas Haddar (Morocco) winning the Open division and Javier Dominguez (Spain) winning the Pro Junior division.

    Moroccan Anas Haddar beat Maxime Castillo (France) in the final heat by 13,60 x 11,85 points while Javier Dominguez beat the local boy Boufouchk Ilias (Morocco) in the Pro Junior final, by 14,85 against 12,05 points.

    With these results Javier Dominguez was crowned the new ETB Pro Junior 2019 Champion and Anas Haddar the new ETB Open 2019 Champion! Congratulations boys! 

    Best Portuguese rider in the Open division was Dino Carmo, eliminated in the Round 3 of the comp, and Joel Rodrigues, eliminated in the semis of the Pro Junior division by the winner of the event and new european champ. 

    Stay tuned for the final and updated rankings (available soon).

  • Pedro Levi: “Vou arranjar maneira de estar presente nos dias grandes”

    Pedro Levi: “Vou arranjar maneira de estar presente nos dias grandes”

    O Pedro Levi é incontestavelmente um dos bodyboarders portugueses que apresenta um apetite natural para condições extremas. A sua relação com a Praia do Norte é sobejamente conhecida, mas esta temporada os objetivos passam por alcançar um recorde. Quisemos saber mais sobre o seu novo projeto. 


    Fala-nos do teu projeto para a Nazaré. Em que consiste e como surge? 

    Consiste em fazer um recorde mundial do Guinness em surfar a maior onda em Bodyboard na remada e em tow-in. Incluir e fazer o bodyboard presente nas maiores ondas do mundo na Nazaré e, se possível, no mundo inteiro. Surge da minha paixão pelas ondas gigantes. Tenho uma perigosa fixação e gosto pela força superior e bela das massas de água que aparecem naquela praia…  ‌

    “[a Praia do Norte] É uma relação de amor e ódio”

    Na Praia do Norte já tiveste alguns episódios caricatos que se podem até considerar de “no fio da navalha”. Numa temporada passada foste resgatado num dia muito grande e há uns anos chegaste a partir uma prancha. Fala-nos disso…

    É uma relação de amor e ódio. Por um lado sinto que é onde pertenço, nos dias grandes e não só. Dá-me um grande mix de emoções. Transmite calma, alegria e emoções fortes. Sinto-me desafiado e realizado por causa de todo o tipo de ondas que por lá quebram… e depois mais humilde e concentrado por causa dos dias grandes. Completa-me, porque é perfeita para treinar um Bodyboard mais técnico também. E depois sinto alguma tristeza por não ter os meios necessários para estar mais presente nos dias grandes… 

    Acerca do episódio em que fui resgatado, que aconteceu no dia 24 de outubro de 2016, ao ficar abismado com as condições perfeitas de ondas gigantes, vi-me atraído a entrar. Decidi ir a remar desde a Praia da Vila, visto que era impossível entrar pela Praia do Norte. Foi um percurso longo até lá chegar que me esgotou de cansaço. Quando cheguei ao outside tentei por três vezes apanhar uma onda gigante, mas era impossível entrar numa onda daquele tamanho recorrendo somente à remada. Ao fim de um bocado, o Porkito e o João de Macedo, que estavam na mota de água a filmar o Carlos Burle, convidam-me para uma boleia até ao porto de abrigo. Isto, querendo eu apanhar uma onda para sair pela Praia do Norte. Quando aceitei e entro no “sled” ao mesmo tempo entra uma onda gigante. A mota de água tem dificuldade em avançar por sermos três ou por outra razão qualquer, demorando a chegar à velocidade certa. Como estávamos a fugir da onda de lado e não perpendicular a ela, acabámos por ser apanhados e engolidos. O Carlos Burle e a Maya Gabeira resgataram o João e o Porkito, e eu apanho uma onda mais pequena em direção à areia. Foi o dia mais mágico de todos os que fiz Bodyboard… Acho que só valeu a pena porque vi ondas únicas de 20 metros, que poucas pessoas já viram, a quebrar a metros de mim… e foi um momento magnífico que me deu ainda mais vontade e gozo para trabalhar e para um dia estar na água e descer uma onda desse tamanho.  ‌

    “Tenho uma perigosa fixação e gosto pela força superior e bela das massas de água”

    Vamos pedir que esclareças aquela vez em que entraste com “câmaras de ar” à volta do corpo. Qual o objetivo? 

    O objetivo foi encontrar uma solução face à falta de equipamento de segurança que tinha na altura. Pelos vistos acabou por ser útil e até funcionou como colete de flutuação. O Garrett McNamara passou a chamar-me “Patagonia Boy”, em jeito de brincadeira, por ter inventado um novo modelo de colete insuflável, pois os primeiros a aparecerem naquele ano eram dessa marca. Pelo facto de estar na faculdade, a trabalhar para pagar as minhas surfadas e despesas, e ainda fazer um esforço para ter tempo para surfar, tornou-se impossível organizar-me de forma a ter uma estrutura que permitisse ter os equipamentos de segurança à minha disposição. Este ano estou mais organizado e focado. Tomei decisões um bocado difíceis para tentar fazer este projeto, mas com condições de segurança e os materiais necessários.

    Uma vez que os bodyboarders descem as gigantes da PN deitados, parece-te realmente viável o uso de um colete insuflável?

    Claro… O colete insuflável é um instrumento de segurança imprescindível e em primeiro lugar temos de estar preparados para quando as coisas dão para o torto. O colete faz pressão no diafragma e de certa forma dificulta a respiração na descida da onda deitado. O colete faz parte de só mais uma solução que se tem de arranjar para fazer isto acontecer de descer as ondas deitado. 

    “(…) é importante saber utilizar o nosso corpo em conjunto com nossa mente”

    E sobre pranchas, que tipo de mudanças levaste a cabo com vista a obter mais controlo?

    Mais uma solução e adaptação que se teve de fazer. É impossível descer uma onda gigante na Nazaré com uma prancha profissional normal, visto que a onda é rápida, tem muita massa de água e muita força, apesar de ser deitada q.b. A velocidade e os “bumps” fazem com que o bodyboarder salte, acabe por perder o controlo e caia. A Refresh Boards descobriu um material – que se mantém secreto – que não só é mais pesado como tem muito boas características de flexibilidade, absorção dos impactos e memória quando em grandes velocidades. Resta agora descobrir até que velocidade aguenta e em que tamanho limite até fazer saltar como acontece com uma prancha profissional normal. 

    Como te preparaste fisicamente para esta temporada de ondas grandes? 

    Tenho andado a treinar resistência pulmonar com a Wave Crushers Training System/ preparador físico João Parisot. Tudo com o objetivo de ganhar mais tempo de apneia que só acontece quando se treina. E às vezes o treino também passa por estar na água a surfar com ondas maiores e difíceis. Mas também é importante saber utilizar o nosso corpo em conjunto com nossa mente para conseguirmos aguentar debaixo de água. Sobreviver passa pela nossa estratégia mental quando confrontados com estas situações nas ondas grandes. 

    “(…) vou arranjar maneira de lá estar nos dias grandes”

    Última questão: já houve contacto?

    O único contacto que tenho andado a fazer em relação à Praia do Norte é com uma grande marca que me permita surfar a Nazaré gigante totalmente preparado, em segurança e devidamente equipado. Já tive contacto com a Praia do Norte esta temporada, mas ainda não em ondas que ambiciono. Quero juntar-me aos melhores para fazer isto acontecer. Será muito mais valorizado este feito (recorde), quer para uma marca quer para o bodyboard em si… e para mim fazê-lo por meio de um patrocínio. Com um grande apoio ou não, estou a trabalhar e vou arranjar maneira de lá estar nos dias grandes devidamente equipado e preparado.


    Fotografia: Guilherme Soares & Nuno Nóbrega

  • North Shore Sessions

    North Shore Sessions

    Watch multiple-time Bodyboard World Champion Jeff Hubbard scoring amazing surf on the North Shore riding waves at Pipeline, Backdoor, Waimea Bay Shorebreak, Rocky Point, Haleiwa and more!


    Filmed & edited by Matthew Tanaka

    Additional Footage by Josh Trotter, Rory Pringle, Tomas Bello, Tomo Mcpherson, Tim Reardon, Brendan Norris, Chris Kincade, Thiago Limeira & Jessica Becker

    Music by Kyuss “Whitewater”

  • 2019 Bodyboarding US Festival

    2019 Bodyboarding US Festival

    More than 100 bodyboarders from the United States, Hawaii, Chile, Brazil and several other parts of the World, gathered in San Diego, California, last weekend for the first professional bodyboarding competition in nearly a decade. Wow!

    The event was organized by APB North American and Bodyboarding US, with Hawaiian Dave Hubbard winning on both Dk and Pro Mens divisions.

    Below the final results and the highlights clip.

    Men Pro
    01. Dave Hubbard
    02. Bob Kithcart
    03. Daniel Worley
    04. Marcelo Freitas

    Women Pro
    01. Valentina Diaz
    02. Vicki Reale
    03. Monica Dell Amore
    04. Danniela Benitez

    Dropknee
    01. Dave Hubbard
    02. Bud Miyamoto
    03. Nick Borgens
    04. Daniel Worley

    Masters
    1. Andrew Ebert
    2. Jay Reale
    3. David Long
    4. Seikiti Shinmon

  • Pedro Fernandes pela zona oeste 

    Pedro Fernandes pela zona oeste 

    De forma a assinalar a entrada no Team Refresh, o rider santacruzense Pedro Fernandes lançou um novo clipe com ondas filmadas integralmente na zona oeste. 

    Vale a pena ver!


    Imagens: @claudiomatias87 @vanlife_productions @helioconde58

    Edição: @jinnacio

  • Somewhere over the rainbow

    Somewhere over the rainbow

    Somewhere over the rainbow, in a Brazilian stronghold which Renan “Crow” Faccini calls home, there’s a magical place where you can find huge wedges and big ramps. Suddenly you see yourself in the air doing invert-to-reverses (or inverses, if you prefer) and exploring the sport to the fullest. 

    Let the dream begin. 


    Images by Rudolph Lomax

    Written during the morning coffee while listening the music of Israeli “IZ” Kamakawiwoʻole

  • Brazuca Bodyboard Legends 2019

    Brazuca Bodyboard Legends 2019

    Aconteceu nos dias 15, 16 e 17 de novembro, na praia da Barra da Tijuca (Posto 3), Rio de Janeiro, a segunda edição do “Brazuca Bodyboard Legends”, o maior encontro Master já realizado no país e no mundo, reunindo as maiores lendas do Bodyboard brasileiro dos anos 80 e 90. O evento também contou pontos como última etapa do Circuito Estadual Master. 

    No evento Legends, os atletas tem que ter acima de 30 anos completos (nascidos até 1988) e as equipas são compostas por 4 homens e uma mulher. Todas as equipas, entram duas vezes no mar.

    Neste formato inovador, são somadas as melhores notas de cada atleta, sendo que somam apenas as 3 melhores notas individuais da equipa no round 1 e round 2 e a euipa que fizer o maior somatório nos dois rounds, é declarada Campeã. Este formato valoriza o espírito de equipa e solidariedade entre os participantes. 

    A competição iniciou na sexta com ondas pequenas e água extremamente fria, o que dificultou um pouco a performance dos atletas. Presenças ilustres, como os pioneiros cariocas Marcus Cal Kung, Cláudio Marques, Kiko Ebert e Gica Vargas, bem como também das campeãs mundiais Mariana Nogueira (3x) e Soraia Rocha (2x).

    No sábado, tal como a previsão indicava, entrou um forte vento sudoeste e ondas grandes e mexidas. O dia foi livre, apenas para treino dos atletas e atividades de integração com crianças, famílias, conscientização e acessibilidade.

    À noite teve lugar a festa oficial do evento, no Restaurante Mexicano Los Fricks, com atrações de dança e música, sendo que o ponto alto foi a emocionante homenagem feita pelo organizador do evento, Marcello Pedro, a Sandra Pacheco, mãe do saudoso Luizinho “Kiko” Pacheco, bicampeção carioca (86 e 87) que nos deixou em 1992, num acidente automobilístico.

    No domingo, último dia de prova, o Round 2 foi para água com ondas em torno de 1m e boa formação, os atletas deram um show de manobras, mostrando muita técnica e deixaram bem claro que, apesar da idade, ainda têm muita lenha para queimar. E foi nesse contexto que foram decididas as equipas campeãs, bem como os maiores pontuadores, individualmente, por categoria.

    A equipe campeã do Brazuca Bodyboard Legends 2019, mantendo a regularidade nos dois rounds, foi a equipa 15, composta por Joel Araújo, Sergio Rangel e Leopoldo Neto, que mesmo desfalcada com apenas 3 atletas, mostrou regularidade nas duas rondas com os atletas a registarem boas notas.

    1.º lugar – Equipe 15 (32,10 pts): Joel Araújo, Sergio Rangel e Leopoldo Neto

    2.º lugar – Equipe 1 (30,10 pts): Guilherme Ximenes, Ricardo Brazuca, Edson Muniz e Lorraine Lima

    3.º lugar – Equipe 3 (30 pts): Robson Costa, André Paiva, Eric Poseidon, Werneck Almeida e Ursula Rollas. 

    Resultados individuais:

    Senior (30-34 anos)

    1º Werneck Almeida

    2º Bruno Ross

    3º Edson Muniz

    Master (35-39 anos)

    1º Guilherme Ximenes

    2º Eduardo Cebola

    3º Felipe Colombo

    Grand Master (40-44 anos)

    1º Jeff Urdan

    2º Gabriel Zaccaro

    3º Waldyr Dordron

    Legend (+45 anos)

    1º Joel Araújo

    2º Kiko Ebert

    3º Cláudio Marques

    Feminino Master

    1º Soraia Rocha

    2º Renata Cavalleiro

    3º Isabela Nogueira