04/08/2016 – Nesta quinta-feira de agosto recordamos uma das primeiras sessões registadas na Cave, a slab portuguesa por excelência que serve a Reserva Mundial de Surf da Ericeira. Na posição de quase “escorpião”, no longínqua temporada de 2005, podemos ver Diogo Liberal a fazer aquilo que ele tanto gosta – Bodyboard em ondas desafiantes. #TBT
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DAKINE E A COLEÇÃO INVERNO 2017
Apoiada por uma equipa profissional que conta com alguns dos melhores riders do mundo, a Dakine tem vindo a liderar o mercado de acessórios dos desportos de ação há mais de um quarto de século.
A sua gama de produtos inovadores, desenvolvidos para oferecer a mais alta qualidade aliada a um design funcional em todos os produtos nos segmentos em que está presente: desde acessórios técnicos para cada desporto à mochila ou mala casual para usar no dia a dia.
Construídas para enfrentar a exigência da vida urbana, as mochilas Dakine inspiram-se no estilo de vida ativo aliando conforto, qualidade e design.
As suas caraterísticas mais relevantes ficam por conta bolsas forradas para portáteis, costas revestidas com esponja ergonómica e alças respiráveis, bolsa para acessórios, fecho frontal de acesso rápido, compartimento revestido para óculos, alças ajustáveis ao peito, entre outras.
Confere já o teaser da campanha que apresenta a coleção Winter 17.
Mais info: DakinePortugal.com
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ALEX URANGA JUNTA-SE À EQUIPA THREESIXTY
O bodyboarder basco Alex Uranga acaba de ingressar a equipa da 360 Clothing (lê-se Threesixty Clothing), empresa cuja marca e produção são integralmente nacionais e lideradas pelo bodyboarder Márcio Silva.
Com esta contratação, os responsáveis da marca esperam contribuir para o crescimento da marca a nível nacional e internacional. Já Alex Uranga, no momento da contratação, congratulou-se por poder usar, nos dias que correm, uma marca de roupa cuja produção e ideais são totalmente dedicados ao Bodyboard.
Vale ainda realçar que neste momento Alex Uranga encontra-se em quarto lugar no ranking da APB World Tour, tendo, inclusive, vencido a terceira etapa do circuito mundial que foi realizada o mês passado em Itacoatiara, Rio de Janeiro, Brasil.
Fotografia: Pablo Jimenez
https://vimeo.com/159469572
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THE BEARDED LADY
O novo vídeo de Nick Gornall, um dos riders aussies de referência, já se encontra disponível e tu não podes perder este último trabalho que conta com muito free surf por casa.
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SPOT ON: PRAIA GRANDE
Quando chega o verão e com ele as poucas ondas, resultado da escassez de swell típica da época, alguns beach-breaks da costa lusitana passam a ser a opção a ter em conta para uma vasta comunidade de surfistas. De junho a setembro são, quase sempre, os fundos de areia que vão fornecendo as ondas e as condições mínimas que conseguem apaziguar a fome por ondas. Atenta a este fenómeno, a equipa da Vert Magazine decidiu destacar algumas praias da nossa que fizeram fama ao longo dos tempos devido à sua extraordinária consistência. A Praia Grande, em Sintra, é a escolha desta semana.
PRAIA GRANDE
Depois de atravessarmos a serra repleta de castelos e palácios, com o seu clima ameno e refrescante, uma praia estreita fornece a cor marinha a uma terra extremamente agradável e simpática. O crowd é grantido pela Praia Grande, mas as ondas também. Na água, o nível é sempre dos mais altos ou não servissem as suas ondas de palco de treinos aos melhores bodyboarders da Grande Lisboa, Cascais e Carcavelos.
Tipo de onda: Tubular e com força acima da média.
Picos usuais: Canto do morto, esquerda da Galé, direita e esquerda do hotel (a meio da praia) e direita da piscina.
Melhor swell: Oeste, mas também funciona com swell de sul.
Melhor vento: Leste, mas o sul também dá.
Tamanho: No verão a média é 1m com muitos dias de 1,5m. No máximo pode dar entre 2,5 a 4 metros em alguns picos como, por exemplo, a esquerda do morto, com condições ideais e muito sol.

Consistência: **** (entre * e *****)
Crowd: *****
Paisagem: ****
Alternativas: Praia Pequena, Praia das Maçãs ou Adraga.
Campeonatos: O próximo evento em agenda é o mundial de bodyboard que tem lugar no final de setembro.
Ponto de encontro: Bar do Fundo ou o meio da praia.
Conselho: Cuidado com o mar que nesta praia é consideravelmente perigoso. Respeitar os locais. Convém deitar o lixo nos locais apropriados.
Dica extra: Antes de entrar, olhar bem para o mar. Correntes é o que não falta nesta praia.

Fotografia: Pedro Mestre/Liga Moche
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OCTÁVIO LOST TAPES
Há umas semanas atrás, Octávio Silva, bodyboarder da Póvoa de Varzim, lançou o desafio ao seu amigo Miguel Assis de Castro para que lhe editasse um vídeo com as filmagens que foi conseguindo ao longo do últimos meses.
As filmagens tinham as caraterísticas mais variadas como filmadas com tripé, ora sem ele, pelo que foi necessário criar um conceito que legitimasse e unisse todas as filmagens. Surgiu então a ideia de dar um “look” VHS à imagem, ao estilo de vídeo caseiro perdido em casa e algo deteriorado.
Curiosamente, por mera coincidência, durante a semana de edição surgiu a notícia de que o último fabricante de leitores de VHS, a Funai Electronic, cessou a produção dos mesmos.
Assim, o vídeo tornou-se um tributo ao VHS, às cassetes e principalmente serve de montra do talento de Octávio que, embora não tendo um videógrafo em cada sessão, consegue proporcionar bons momentos de ação de cada vez que tem uma câmara a apontar-lhe a objectiva.
Edição & texto a cargo de Miguel Assis de Castro (MAC).
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BAIXA DE VILA NOVA
02/08/2016 – A foto conta-nos uma história engraçada. Estávamos no Facebook quando esbarrámos com ela! A primeira reacção foi de surpresa. Considerámos o momento tão espectacular – e de certa forma misterioso – que decidimos contactar o autor (com quem, aliás, já tínhamos colaborado).
Na verdade não é comum publicarmos imagens que já estejam acessíveis noutros meios, simplesmente porque não faz sentido, mas esta parecia-nos… ummm… especial!
Aparentemente, tudo indica que a aventura e o desbravamento continuam a estar na ordem do dia. E não é só na Austrália, em Sumatra, nas Mentawai, no Frontón ou em qualquer outro ponto do globo. Mas também numa certa ilha atlântica!
Nem que para isso o fotógrafo tenha que controlar a embarcação com uma mão (dando toques subtis de marcha avante e à ré) e a máquina fotográfica com a outra. Que aventura! Que loucura! Que momento! Tudo em prol da evolução.
Obrigado amigos pela vossa paixão e dedicação. Carlos Moura na baixa da Vila Nova, Ilha Terceira, Açores.
Nota: Imagem e texto publicados no “Teaser-photo” da Vert Magazine 102 (Outubro 2010).
Fotografia: Paulo Melo
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RUDE SERIES
O novo clipe de Mário Pardo, um dos fotógrafos do norte de Espanha, já se encontra a rolar e revela algumas ondas do inverno passado pelo norte da Península Ibérica.
Se isto não for suficiente, confirma a galeria de fotos, “Barrel Fest”, da autoria de Mário, que publicámos há dias, AQUI.
