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  • FLASHBACK FRIDAY: TORPEDO CANÁRIO

    FLASHBACK FRIDAY: TORPEDO CANÁRIO

    20/01/2017 – Quase sete anos passaram desde a publicaçção da presente imagem – que saiu na Vert 99 (abril 2010). O local Nelson Mora, numa autêntica bomba canária, fez o poster desdobrável da edição que contou ainda com uma artigo exclusivo sobre o spot, revelando imagens de uma sessão que ficou para a história e onde se pôde ler:

    “O spot goza de uma desmedida reputação mundial e dispensa apresentações. As Ilhas Canárias são, efetivamente, um dos grandes polos internacionais do bodyboard. El Frontón, decididamente a onda mais pesada do arquipélago, tem proporcionado sessões totalmente radicais e alucinantes. A ação tem sido estupidamente bombástica! Corre até a palavra que os limites já eram coisa do passado, mas a verdade é que ainda há muito por explorar, nomeadamente no que toca ao tamanho das ondas surfadas. Coincidência ou não, o torpedo canário tem-se mostrado no topo da forma registando, inclusivamente, a melhor sessão do continente europeu (em ondas deste calibre, entenda-se). Uma coisa é certa, digam o que disserem a tradição vai-se mantendo no bodyboard, pois a cada onda, a cada sessão, a cada dia que passa, mais e mais barreiras vão sendo quebradas.” 

    #FlashbackFriday


    Fotografia: Danny Hernandez

  • LA CENTRAL SOLO SESSION

    LA CENTRAL SOLO SESSION

    Veteran European competitor from Basque Country, Aritz Larrinaga, enjoying a free session at a local slab called La Central. It was sunny and the water crystal clear. Perfect for a solo session.


    Images and edit from Jose A. Jimenez “Avioneto”

  • BATATA: “SINTO-ME ORGULHOSO NA MINHA PESSOA E NO MUNDO QUE ME ENVOLVE”

    BATATA: “SINTO-ME ORGULHOSO NA MINHA PESSOA E NO MUNDO QUE ME ENVOLVE”

    Estávamos em Peniche, em novembro do ano passado, a buzinadela final estava quase a soar e as coisas não jogavam a favor de Nuno Leitão. No entanto, uma última onda apanhada “à queima”, onde fez um slash com direito a lay back,  acabou por virar o resultado a seu favor, vencendo assim a etapa e alcançando também um dos seus sonhos de criança. Dezanove anos após a conquista do seu primeiro e único título português, na divisão Open, em 1997, “Batata” tornou-se oficialmente campeão nacional em Dropknee. Na praia alguém prontamente fez questão de frisar: fez-se justiça! 

    Parabéns! Segundo título nacional conquistado após 19 anos. Que tens a dizer sobre isso?

    Nuno Leitão: Não é fácil exteriorizar o que sinto, pois mais que uma vitória é acima de tudo uma realização pessoal. Após me ter tornado Campeão Nacional em ’97 e Vice em ’98, senti que teria de tomar algumas decisões a nível pessoal, ou seja, lutar por um sonho ou lutar pelo meu futuro profissional. No final de 1999, após algumas semanas de reflexão, senti que a minha aposta deveria recair sobre o meu percurso profissional e nele apostar todo o meu foco, colocando o bodyboard em segundo plano. Isto não significou afastar-me do mesmo, pois continuei a competir e a obter resultados nacionais e internacionais, apenas a partir dessa data, comecei a reduzir a minha presença em competições, pois o trabalho assim o exigiu. Apesar de tudo, mantive-me muitos anos na alta competição, mesmo trabalhando todos os dias de manhã à noite, com noitadas e fins de semana sempre agarrado a briefings, pois quem trabalha na área da publicidade, sabe bem do que falo. Por isso, quando me perguntas o que sinto, sinto-me orgulhoso na minha pessoa e no mundo que me envolve, onde o bodyboard me abraça por completo. 

    A final em Peniche foi super disputada, entre ti e o “Laranja”, mas foste tu quem acabaste por levar a melhor. Dirias que esse foi o heat mais intenso do ano?

    Não foi apenas a final que foi intensa para mim, mas antes toda a prova. Isto porque no dia anterior, tive um jogo de futebol da Despomar, onde já não jogava há anos. Essa irresponsabilidade, tornou-se sim um desafio intenso, pois fiquei com graves mazelas a nível muscular, de tal forma que a minha mulher teve de ajudar-me a deitar e a sair da cama para ir competir, tal eram as dores que tinha, que praticamente me impediam de mexer. Mas foram estas mesmas dores e a consciência de que estava perto de realizar o meu sonho, que me motivaram a lutar pela conquista deste titulo. 

    Relativamente à vitória sobre o “Laranja”, não foi esta que me deixou feliz, senti-me feliz sim, por estar com ele numa final de um circuito nacional e estar ao lado de um dos ícones do Bodyboard português, de quem tenho o privilégio de ser amigo. O “Laranja” é um talento nato e uma pessoa por quem tenho um enorme respeito, pela nossa amizade e por ser um bodyboarder que aqui anda há muitos anos e que muito me acompanhou em diversas provas ao longo dos anos. 

    “Foram estas mesmas dores e a consciência de que estava perto de realizar o meu sonho, que me motivaram a lutar pela conquista deste titulo”

    De uma forma resumida, como dirias que correu o Nacional Open em 2016?Blog_Batata2

    Foi bem sucedido graças ao empenho dos clubes que, mais uma vez, empenharam toda a sua energia logística, financeira e pessoal na realização destas etapas. Se não fossem estes mesmos e as pessoas que os constituem, muito dificilmente teríamos circuito este ano. Como tal, da minha parte, só me resta agradecer todo o seu empenho e carinho pelo nosso desporto, que de alguma forma ainda os continua a motivar.

    Em que pontos específicos, assim mais simples e acessíveis, poderia este ser melhorado?

    Acho que, acima de tudo, a postura por parte dos auto-designados atletas, deve ser profissional e não recair sobre o seu individualismo. Ser atleta é ser profissional e dedicado a todos os pontos que envolvem a sua conduta e representação. A sua presença nos campeonatos nacionais é importante, mesmo quando perdem. Muito sinceramente e na minha ótica, o Circuito Nacional continua a existir pela persistência de quem está atrás dos clubes, pois os atletas pouco abraçam a estrutura que os alberga. É necessária uma maior envolvência destes mesmos, juntos dos clubes que representam, bem como junto da FPS que neste momento exerce funções de gestão sobre o bodyboard. Se a falta de interesse existe no núcleo deste desporto, como poderão as marcas ter interesse numa comunidade que pouco retorno dá? É complicado o cenário atual, mas ao mesmo tempo este mesmo poderá diferir se cada um manifestar uma forma diferente de estar no desporto e aqui falo a nível competitivo.

    Pontos positivos a assinalar do circuito 2016?

    O empenho e profissionalismo dos clubes que, com escassos recursos, fazem acontecer. Um obrigado a todos que representam os mesmos.

    O Dropknee, apesar de espetacular quando bem feito, não conta com muitos adeptos. Por que achas que isso sucede?

    Sem dúvida, o DK é a vertente mais exigente do bodyboard, pois exige maior equilíbrio e controlo, para que as manobras sejam bem executadas. A meu ver a pouca adesão, deve-se ao facto de o Bodyboard estar hoje em dia muito canalizado para a competição. As novas gerações, são muito mais competitivas entre si e utilizam o desporto para se manifestarem e se posicionarem no seu meio, pelo que o Prone aqui ganha terreno, pois a pequena estrutura atual está focada nessa vertente. Mesmo existindo um Circuito Nacional de DK, podemos ver os poucos os que correm o Open, a dedicarem-se ao Dropknee, talvez porque este está conectado mais ao free surf. Talvez seja esse o motivo. Uma coisa, é certa, continuamos a ter mesmo fora da competição excelentes praticantes de DK, que continuam a elevar o nível do mesmo.

    “O Circuito Nacional continua a existir pela persistência de quem está atrás dos clubes, pois os atletas pouco abraçam a estrutura que os alberga”

    Ao nível da concorrência, quais dirias que são os melhores bodyboarders portugueses em Dropknee?

    Primeiro, não sinto que exista concorrência, mas sim bodyboarders que comigo partilham o gosto pelo DK. Relativamente a nomes, é uma pergunta que pode originar respostas não justas, pois existem praticantes do DK que possa não conhecer e que partem a loiça toda. No entanto, existe um nome de um rider que adoraria ver no circuito, de seu nome… Matthew Davies, que vive em Lisboa e parte a loiça toda. 

    Última questão. Será que a partir de agora vamos ver um Batata mais ativo nas competições? 

    Deixo no ar essa questão. Apenas sei que em 2017 quero continuar a ser o melhor pai, marido, filho e amigo que consiga ser; continuar a estar rodeado de amigos dentro e fora de água e acima de tudo… ter muita saúde, que os “entas” já estão ai à porta. (risos)

    Blog_Batata3


    Fotografia em rodapé: Nuno Dinis

  • NUBAI DANCE ALL VIBES

    NUBAI DANCE ALL VIBES

    NuBai Soundsystem volta a misturar tudo e a pôr novas cartas na mesa. Lançado pela label NuBai Sound Entertainment, Nubai Dance All Vibes é o mais recente projecto dos Deejays Campo$ e Baboon que, para não variar, voltaram a sentir o bichinho de dar um refresh na cena musical.

    O mote é pegar na experiência de 14 anos de animação noturna e oferecer ao público todos os géneros musicais que influenciaram NuBai nas suas diversas viagens e aventuras musicais durante estes anos: Nova Iorque, Rio de Janeiro, Namíbia, México, Gana, Berlim, Paris, Barcelona, Miami, São Paulo, Costa Rica, Indonésia, Panamá e Maputo são alguns exemplos.

    Poderão ouvir todas as vibes de dança dos quatro cantos do mundo, mantendo sempre a base do Reggae e Dancehall, juntando e misturando o Funk do Brasil, Naija, Trap, Hip Hop, Reggaeton, Afro e tantos outros estilos que representam de alguma forma a cultura Soundsystem a nível mundial, tudo isto nuns potentes 10.000 watts de colunas construídas de raiz a pensar nos amantes de heavy basslines.   

    Nubai Dance All Vibes pode ser comparada a uma paella musical onde se misturam os ingredientes sonoros de todo o mundo, e se criam combinações musicais improváveis que serão digeridas na anca de cada um.

    Nesta nova fase Nubai conta ainda com o designer Kid Galindro que vai compor a nível cénico tudo aquilo que é feito do lado sonoro, criando  assim uma nova identidade especifica para este conceito.


    Village Underground Lisboa (novo espaço indoor)

    Data: 20 Janeiro 2017

    Horário: 23h às 5h

    Entrada: Homens 10€  – Mulheres 8€

  • CAPITAL DA ONDA ENCERRA REGIONAL DO CENTRO A 28 E 29 DE JANEIRO

    CAPITAL DA ONDA ENCERRA REGIONAL DO CENTRO A 28 E 29 DE JANEIRO

    É já no fim de semana de 28 e 29 de janeiro, que a Capital da Onda, Peniche, recebe a quarta etapa do Circuito Regional de Bodyboard (e terceira etapa de Bodyboard do circuito do Peniche Surfing Clube), o Rip Curl Peniche 2016 powered by Montepio.

    Depois da Figueira da Foz, Nazaré e a Ericeira, é agora a vez de Peniche receber os melhores bodyboarders da região, naquele que é considerado o circuito com as melhores ondas do país.

    Os escalões em competição são Sub-14, Sub-16, Sub-18, Open, Feminino e Masters.

    As inscrições já se encontram abertas no site do Peniche Surf Clube, aqui.

    Data limite: 23h59 de 26-01-2017.

    A etapa de Peniche é uma coorganização do Peniche Surfing Clube e da Câmara Municipal de Peniche, em parceria com a Federação Portuguesa de Surf, apoios principais do Montepio, Associação Mutualista Montepio,  Rip Curl, Refresh Bodyboards, apoios da Midland, Águas do Vimeiro, os apoios institucionais dos Bombeiros Voluntários de Peniche, Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar e Escola Superior de Desporto de Rio Maior.

    O Circuito de Bodyboard do Centro é uma coorganização da Associação de Bodyboard Foz do Mondego, do Clube de Desportos Alternativos da Nazaré, do Ericeira Surf Clube e do Peniche Surfing Clube.

  • NACIONAL DE BODYBOARD OPEN COM 3 ETAPAS EM 2017

    NACIONAL DE BODYBOARD OPEN COM 3 ETAPAS EM 2017

    O calendário da FPS – Federação Portuguesa de Surf, relativamente aos Circuitos Nacionais Open, Feminino, Dropknee e Esperanças, já foi revelado.

    Os Esperanças mantêm cinco etapas em agenda, mas a divisão Open regista uma redução de cinco provas realizadas em 2016 para apenas três em 2017. O Dropknee também desce de quatro para três etapas, enquanto a divisão Feminino é a que apresenta mais provas este ano: quatro (mas contou com cinco em 2016). 

    Abandonaram assim a realização do circuito Open as zonas da Figueira da Foz e Nazaré, enquanto Costa de Caparica, a Ericeira e Peniche mantêm a sua aposta no Bodyboard.

    João Aranha, Presidente da FPS, referiu à Vert que “mesmo depois de todos os esforços na redução de custos para os organizadores, o Open só teve, até agora três candidaturas.” O dirigente deixou ainda no ar que o número de etapas pode aumentar, caso surja mais alguma candidatura nos próximos tempos. 

    Vamos cruzar os dedos e esperar que tal venha a acontecer, pois criticar apenas por criticar é fácil de mais. E uma coisa nós sabemos de antemão: o mercado não está nada fácil.

    Para já, o melhor mesmo é ver o alinhamento previsto: 

    Circuito Nacional Bodyboard Esperanças

    1ª etapa, 18 e 19 de março, Nazaré, FPS / CDAN

    2ª etapa, 1 e 2 de abril, Figueira da Foz, FPS / ABFM

    3ª etapa, 22 e 23 de abril, Peniche, FPS / PPSC

    3ª etapa, 10 e 11 de junho, Ericeira, FPS / ESC

    5ª etapa, 4 e 5 de novembro, Carcavelos, FPS / Aqua Carca

    Circuito Nacional de Bodyboard Dropknee

    1ª etapa, 8 e 9 de abril, Costa da Caparica, Premiação 500€, FPS / CMA

    2ª etapa, 26 e 27 de agosto, Ericeira, FPS / ESC

    3ª etapa, 18 e 19 de novembro, Peniche, FPS / PPSC

    Circuito Nacional de Bodyboard Feminino

    1ª etapa, 8 e 9 de abril, Costa da Caparica, Premiação 2.000€, FPS / CMA

    2ª etapa, 19 de agosto, Ilhavo, Premiação 500€, FPS / ASA

    3ª etapa, 26 e 27 de agosto, Ericeira, Premiação 500€, FPS / ESC

    4ª etapa, 28 de outubro, Carcavelos, Premiação 500€, FPS / Aqua Carca

    Circuito Nacional de Bodyboard Open

    1ª etapa, 8 e 9 de abril, Costa da Caparica, Premiação 2.000€, FPS / CMA

    2ª etapa, 26 e 27 de agosto, Ericeira, Premiação 1.000€, FPS / ESC

    3ª etapa, 18 e 19 de novembro, Peniche, Premiação 1.000€, FPS / PPSC

    Aproveitamos ainda para revelar as datas e os locais de alguns circuitos regionais, também já confirmados: 

    Circuito Regional de Bodyboard do Centro

    1ª etapa, 11 e 12 de fevereiro, Peniche, FPS / PPSC

    2ª etapa, 4 e 5 de março, Nazaré, FPS / CDAN

    3ª etapa, 29 e 30 de abril, Ericeira, FPS / ESC

    4ª etapa, 21 e 22 de outubro, Figueira da Foz, FPS / ABFM

    Circuito Regional de Bodyboard do Norte 

    1ª etapa, 18 e 19 de fevereiro, Viana do Castelo, FPS / SCV

    2ª etapa, 4 e 5 de março, Póvoa do Varzim, FPS / CNP

    3ª etapa, 27 e 28 de maio, Leça da Palmeira, FPS / AON

    Circuito Regional de Bodyboard dos Açores

    1ª etapa, 10 a 12 de fevereiro, Terceira, Açores, FPS / AASB

    2ª etapa, 25 e 26 de março, S. Miguel, Açores, FPS / AASB

    3ª etapa, 22 e 23 de abril, S. Miguel, Açores, FPS / AASB

    4ª etapa, 6 e 7 de maio, S. Miguel, Açores, FPS / AASB

    Rankings nacionais finais de 2016 aqui


    Fotografia: Vasco Lázaro | Oceanus Imago – Rider: Pedro Levi

  • ANDRE BOTHA FRATURA O NARIZ EM PIPELINE

    ANDRE BOTHA FRATURA O NARIZ EM PIPELINE

    À imagem dos últimos anos, o bodyboarder Andre Botha já se encontra no Havai para não perder pitada de mais uma temporada das ondas.

    O veterano rider sul-africano, que detém dois títulos de campeão mundial, sofreu uma queda em Pipeline, na passada sexta-feira, 13 de janeiro, e acabou por fraturar o nariz. Segundo o próprio, Noticia_DreLesao2

    “Pipeline 1 – Dre 0. Esta foi a terceira vez que parti o nariz, mas hei-de sobreviver.”

    Andre Botha tem sido um dos mais espetaculares bodyboarders no havai, mas já na temporada passada fraturou a vértebra T-12, numa sessão no shorebreak de Waimea Bay, e acabou por ficar de fora do Pipe Invitational, a primeira etapa da APB Tour. 

    Vamos ver como corre este ano, mas esta lesão não é definitivamente um impedimento para Dre não competir em Pipe.

    O sul-africano não vai ficar por aqui e ação como a que apresentamos em baixo não só é o prato do dia como faz parte da lista de atividades para a recuperação total. Bang! 

  • USO DE DRONES EM PORTUGAL COM NOVAS REGRAS

    USO DE DRONES EM PORTUGAL COM NOVAS REGRAS

    Já entraram em vigor – no passado dia 13 de janeiro de 2017 – as novas regras para utilização de drones em Portugal e captar uma imagem fabulosa como esta, com Tó Cardoso a dropar uma autêntica massa de água na Praia do Norte, da autoria da Máquina Voadora, é agora mais difícil. As multas por incumprimento vão agora dos 250 euros aos 250 mil euros.

    A legislação publicada em Diário da República estabelece, por exemplo, que nenhum drone pode voar a mais de 120 metros a contar da superfície, e mesmo assim só durante o dia e afastados de aeroportos e aeródromos.

    As aeronaves-brinquedo, ou seja, aquelas que não têm motor de combustão e pesam menos de 250 gramas, podem voar até uma altura máxima de 30 metros. Ficam também proibidos de sobrevoar grupos com mais de 12 pessoas ao ar livre, assim como zonas de sinistros, onde estejam a decorrer operações de socorro. 

    Os drones também não podem sobrevoar embaixadas, edifícios-sede de órgãos de soberania ou prisões. É que, além da invasão de privacidade, por vezes as coisas podem correr mal.

    O Código Drone, mais abaixo, é um conjunto de normas de conduta que resume apenas algumas regras básicas que deves seguir antes de descolares, para poderes garantir um voo seguro e tranquilo. Porém, é muito importante que conheças bem toda a regulamentação sobre drones – cujo Regulamento podes ver/descarregar aqui.

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