Blog

  • OCEAN SPIRIT ESTÁ DE VOLTA A SANTA CRUZ DE 14 A 23 DE JULHO

    OCEAN SPIRIT ESTÁ DE VOLTA A SANTA CRUZ DE 14 A 23 DE JULHO

    A uma semana do arranque da 11.ª edição do maior festival internacional de desportos de ondas, trazemos mais novidades acerca do cartaz musical. O Santa Cruz Ocean Spirit regressa, entre os dias 14 e 23 de julho, com 10 dias repletos de ação com provas nacionais e internacionais de bodyboard, surf, skimboard, kayaksurf, waveski,  bodysurf, natação e stand up paddle (SUP). Além do desporto, há um cartaz de luxo associado a mais uma edição do evento. 

    No primeiro dia do evento, a 14 de julho, sobe ao palco Regula, um MC português que cresceu a ouvir Black Company ou Da Weasel e em 1996 começou a rimar. Em 2002 foi convidado por Sam The Kid para participar no seu álbum “Sobre(tudo)” que marcava assim a sua estreia em projetos editados. E é também em 2002 que se estreia com o primeiro álbum “1ª Jornada”, álbum que se tornou muito popular devido ao single “Especial” com a participação de NBC. A partir daí, foi convidado para participar em mix-tapes e álbuns de artistas como DJ Bomberjack, NBC, J-Cap, Kacetado, Xeg, Tekilla e Madvision. Desde então não parou. O mais recente álbum intitula-se “Casca Grossa” e foi lançado em 2015 e conta com as participações de Sam The Kid, Valete, Veecious ou Blaya. Abertura da primeira noite do evento, e que antecede a atuação de Regula fica a cargo de D-One.

    A 15 de julho, sábado, a noite faz-se primeiro com João Dinis e depois com a música de Virgul. O ex-membro dos Da Weasel lançou um novo single em abril. Chama-se “Rainha” e surge depois do sucesso tremendo de “I Need This Girl” e “Só Eu Sei”. Recorde-se que, antes da carreira a solo, Virgul deixou a banda Da Weasel para pertencer aos Nu Soul Family. 

    No domingo, 16 de julho, será a vez da Aldeia Neptuno receber os The Fucking Bastards. Este é um projeto criado por três amigos, um trio de DJ que se conheceram em 2008 por motivos profissionais. Trabalharam já como Relações Públicas mas em paralelo com o trabalho no “mundo” da noite têm também uma carreira no mundo da moda. A estreia como trio de DJ de Pedro Ribeiro, Ricardo Azevedo e Ricardo Valgode foi no Porto e desde então que têm animado várias noites tocando em várias casas de renome.

    A 17 de julho, a festa faz-se ao som de Spencer que abrem a noite para Yasmine. A cantora traz-nos êxitos recentes como “Esquece o mundo”, ou o sucesso “Perfume” que conta com a participação de Badoxa.

    Jimmy P é o convidado de honra da noite de 18 de julho. Figura central da nova geração da música portuguesa, Jimmy P representa o que de melhor se faz na música urbana actual, espaço largo para onde faz confluir uma fusão perfeita entre o Rap e o R&B. O poder da rima, bem como a prevalência da palavra longe de estereótipos misóginos e lugares comuns, nunca deixará de ser central no seu trabalho. Entre os trabalhos mais recentes do músico, que foi pai há bem pouco tempo, estão os álbuns “FVMILY F1RST” (2015) e “Essência” (2016). Antes ainda de Jimmy P subir ao palco, o aquecimento fica a cargo de Ricardo Reis.

    A 19 de julho, Dillaz sobe ao palco do Santa Cruz Ocean Spirit, não sem antes Slimcutz aquecer o público de Santa Cruz. Dillaz tem 25 anos, e é um rapper português. É dotado de um poder vocal profícuo e é considerado por muitos uma das maiores promessas da “nova escola”. Em 2015, lançou uma música intitulada “O Homem da Sirene” em que retrata a vida dos soldados da paz no combate aos incêndios florestais. O seu álbum mais recente intitula-se “Reflexo” (2016).

    A 20 de julho é Djodje o cabeça de cartaz, que sobe ao palco depois de Juan Castro. Djodje nasceu a 15 de Janeiro de 1989 na cidade da Praia, Cabo Verde. Filho de pais músicos, desde sempre se interessou pela música. Aos dez anos formou em conjunto com familiares e amigos o grupo TC. Já em 2006, lançou o primeiro álbum a solo intitulado “Sempre Tc”, em homenagem ao grupo. Desde então não parou. Em 2014 lançou o single “Uma Chance”, com forte adesão em Portugal, Cabo Verde e não só. O single “Beijam”, lançado em junho de 2016, atingiu mais de 8 milhões visualizações no Youtube. E foi um sucesso também em Portugal. Em março desde ano esteve no Coliseu de Lisboa para um concerto, já há muito aguardado pela legião de fãs do cantor e produtor musical em Portugal. No Santa Cruz Ocean Spirit, o público poderá ouvir ao vivo hits como:“Não Vai”,”Txukinha”, “Uma Chance”, “Beijam, entre outros…

    Na sexta-feira, 21 de julho, a festa faz-se com DJ Ride. Há mais de dez anos atrás dos pratos, e com seis títulos de campeão de scratch ao peito, mais dois de campeão mundial em 2011 e 2016, juntamente com Stereosauro, na dupla Beatbombers, DJ Ride é músico, produtor e um dos mais reconhecidos artistas portugueses na música urbana. Com quase 100 concertos por ano, por todo o mundo, já abriu para concertos de nomes como Q-bert, Flying Lotus, Dam-Funk, A-trak, Gaslamp Killer, Steve Aoki, ou Moderat. Antes de DJ Ride serão os Clendestinos a fazer a festa.

    E chega o segundo e último fim de semana do evento. No sábado, 22 de julho, a música estará a cargo de Simon e logo depois de Badoxa. Desde pequeno que se interessou pela música tendo aprendido a tocar vários instrumentos, tais como: Berimbau, Atabaque, Pandeiro, tendo depois começado a cantar nas rodas de capoeira, e ganho inclusive um campeonato de canto (Capoeira) em 2003 no Algarve. Em 2010 começou a acompanhar na guitarra e a cantar com uma das maiores referências da música africana “Micas Cabral” vocalista e guitarrista da banda “Tabanka Djazz”. Nessa altura começa também a trabalhar com G-Amado que é hoje em dia uma das referências da música africana. Aos 22 anos lança em o primeiro álbum a solo intitulado “Minhas Raizes”, álbum que vao da Kizomba, ao Semba, Zouk, Tarraxinha. Em 2016, dois anos depois, Badoxa lança o álbum intitulado “Memórias”, com êxitos como “Tá-Me Esperare”.

    Na última noite do festival é a vez de Mastiksoul subir ao palco principal. Mastiksoul iniciou a sua carreira como DJ/produtor em 92, tornando-se hoje em dia num dos artistas mais respeitados da indústria a nível mundial. Reconhecido pelo seu estilo bem característico, conta já no seu currículo com vários hits e top 10 mundiais, tendo já sido nomeado como “Melhor Produtor House” nos aclamados prémios do Beatport. Em 2017 Mastiksoul continua a sua saga como um dos top produtores mundiais, visto por muitos como uma verdadeira lenda viva da dance music. O aquecimento para a última noite faz-se com o DJ Francisco Maria.

    Nota ainda para a vertente solidária do evento. Este ano, todos os visitantes são convidados a trazer bens alimentares não perecíveis ou produtos de higiene e, assim, de forma fácil, contribuir para uma causa. Numa parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, estes alimentos serão distribuídos junto das famílias mais carenciadas do concelho de Torres Vedras. A entrada é gratuita. 

  • PLC VENCE ACC 2017; TÓ CARDOSO EM 7.º LUGAR

    PLC VENCE ACC 2017; TÓ CARDOSO EM 7.º LUGAR

    Terminou há momentos o Arica Chilean Challenge, evento de categoria Grandslam que foi a quarta etapa da APB Tour em 2017. O vencedor foi o francês Pierre-Louis Costes, bicampeão mundial (2011 e 2016) que à partida para a prova chilena se encontrava em 66.º lugar do ranking (tendo participado apenas na etapa de Pipe, a primeira do ano). 

    Na final, PLC foi dominador e venceu com 17.25 pontos, deixando o brasileiro Roberto Bruno na segundo posição com 15.00 pontos. O local chileno Alan Muñoz terminou em 3.º, com 11.75 pontos, e o sul-africano Iain Campbell foi quarto classificado, com 11.40 pontos. 

    Contrariando o que é habitual, esta edição da prova ficou marcada por ter dado mais direitas do que esquerdas. No último dia de competição as ondas mostraram-se bem consistentes entre os 6 e 9 pés. 

    Afastado nas meias finais, em quarto lugar, esteve o português Tó Cardoso que terminou a sua atuação num honroso 7.º lugar. Depois do ótimo resultado em Itacoatiara, na etapa anterior, Dino Carmo desta vez ficou-se pela ronda 2, tal como André Bernardo. 

    Tanto Tó Cardoso como Dino Carmo, bem como o campeão da etapa, PLC, que acabou de ser pai, devem agora melhorar as suas posições no ranking mundial (atualização ainda não disponível). Dino Carmo encontrava-se em 9.º e Tó em 27.º lugar.

    Os guerreiros da APB rumam agora para a 5.ª etapa do tour, o Antofagasta Bodyboard Festival, 4 estrelas masculino e 2 estrelas feminino, que tem lugar em La Cupula, entre 11 e 16 de julho. 

  • SKELETON BAY BY EDU BARTOLOME

    SKELETON BAY BY EDU BARTOLOME

    Mini clipe POV de uma investida do basco Edu Bartolome a Skeleton Bay, na Namíbia, África. Enjoy!

  • CLOUD 9 PERFECTION

    CLOUD 9 PERFECTION

    Four minutes of perfect Cloud 9 pits with Mor Cooper, a boogie boarder from Israel. Filmed by Kiril Shchegolsky, Mor Cooper & Kyron Rathbone; Edit by Kiril Shchegolsky.

  • ONDAS DE 2,5M SERVEM DE ARRANQUE AO ARICA CHALLENGE

    ONDAS DE 2,5M SERVEM DE ARRANQUE AO ARICA CHALLENGE

    O Arica Chilean Challenge, a quarta etapa da APB Tour 2017, já está a decorrer no spot de El Gringo. Ontem, o swell marcou presença e permitiu que as triagens terminassem e a ronda 1 do evento principal tivessem lugar.

    Em ondas que chegaram a roçar os 3 metros de altura, foi o brasileiro Uri Valadão, antigo campeão mundial, quem conquistou todas as atenções ao conseguir o melhor score. Apesar de estar meio engripado, Uri registou 16.35 em 20 pontos possíveis. 

    Quanto aos portugueses, Pedro Veigas e Gonçalo Pinheiro foram eliminados nas primeiras fases das triagens, enquanto André Bernardo conseguiu a qualificação ao evento principal. Já na ronda inaugural do Arica Challenge, André Bernardo acabou por ficar em 3.º lugar na sua bateria. 

    Melhor estiveram Dino Carmo e Tó Cardoso que já garantiram presença no Round 2 ao terminarem em segundo lugar nas baterias do Round 1. Os próximos confrontos dos portugueses ainda não são conhecidos. 

    A prova conta com algumas ausências de peso, a nível internacional, perdendo o glamour de outros anos, como Jeff Hubbard, Lewy Finnegan, Amaury Lavernhe e Mike Stewart, entre outros.

    Continua a acompanhar, em direto, neste link

  • NACIONAL DE BODYSURF ENTRA NA FASE FINAL

    NACIONAL DE BODYSURF ENTRA NA FASE FINAL

    A duas etapas do final do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017, a luta pelo título de Campeão Nacional está bem acesa e seguem-se momentos decisivos. O atual detentor do título, Miguel Rocha, lidera o ranking com uma pequena vantagem, e matematicamente são vários os cenários possíveis, com alguns atletas ainda na disputa pelo título. 

    A penúltima etapa realiza-se no fim de semana de 15 e 16 de julho, em Santa Cruz, inserida no Festival Ocean Spirit, e será um momento decisivo para cimentar as posições no ranking e o título de Campeão Nacional de Bodysurf 2017.

    O aumento da competitividade é notório de ano para ano, e esta terceira edição do Campeonato Nacional de Bodysurf tem proporcionado algumas surpresas, com finais sempre muito renhidas e disputadas até ao último segundo. 

    “Este ano o nível está altíssimo e a prova disso é estarem vários atletas na luta pelo título,” analisa Miguel Rocha. “Espero poder revalidar o título de campeão nacional mas a verdade é que há mais atletas a merecer também,” acrescenta o campeão nacional, prevendo uma competição saudável até ao fim com os adversários de peso Rodrigo Carrajola, António Stott e Henrique Madeira, que por esta ordem ocupam os lugares de topo do ranking.

    Nesta fase final e decisiva do circuito, foco é a palavra de ordem entre os atletas que têm demonstrado mais consistência de resultados. Entre eles Rodrigo Carrajola, que este ano já venceu uma etapa e não esconde o objetivo de se tornar Campeão Nacional de Bodysurf, e António Stott, o primeiro campeão nacional de Bodysurf, que continua a ser um sério candidato ao título: “Sinto-me motivado e com boas expectativas para as restantes etapas. Estou focado em reduzir ao máximo a distância para o topo do ranking”.

    Depois da quarta e penúltima etapa em Santa Cruz, o circuito termina em setembro a norte do país, na praia da Vagueira, em “casa” do atual campeão nacional. “Apesar de poder já sagrar- me campeão na próxima etapa em Santa Cruz, acho que a luta se vai decidir na (#melhorpraiadomundo), Praia da Vagueira, onde espero ter o tão importante apoio que tenho tido dos Vagueirudos!”, conclui Miguel Rocha.

    As contas estão feitas e o desejo comum é que a(s) boa(s) onda(s) acompanhe(m) esta fase decisiva do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017!

  • 10 RAZÕES PARA ESCOLHER O BODYBOARD

    10 RAZÕES PARA ESCOLHER O BODYBOARD

    Inventado há mais de 40 anos, o Bodyboard tem vindo a evoluir drasticamente nos últimos tempos. Ondas mutantes, slabs, hiper tubulares e pesadas, sei lá mais o quê. Os bodyboarders têm estado sempre presentes e em muitos casos são mesmos os principais responsáveis pelo desbravamento de novas aventuras e spots.

    As pranchas têm acompanhado a evolução e estão mais refinadas. Por outro lado, no campo da performance, as manobras têm vindo a ficar cada vez mais complexas e espetaculares. No entanto, uma questão fica no ar: 

    O que move os bodyboarders neste lifestyle?

    Foi com isso em mente que a equipa se sentou à mesa e elaborou uma lista com os 10 principais motivos que nos levam a praticar e a escolher o Bodyboard. Se achas que há alguma razão em falta, basta que escrevas na caixa de comentários que se encontra disponível em rodapé. A equipa agradece.

    Orgulho pra cima, bodyboarders! 

    1. A prancha de bodyboard é flexível, confortável e mais segura (não magoa e não é dura como as pranchas feitas em fibra);

    2. No Bodyboard temos acesso a áreas inexploradas da onda;

    3. A evolução (inicial) é mais célere; 

    4. As pranchas de bodyboard são mais fáceis de transportar e acomodam-se bem na mala de qualquer carro; 

    5. Podes apanhar as ondas no limite ou até mais profundo (take off tardio);

    6. Um quiver é desnecessário (a não ser que sejas “pro”), pois uma prancha serve perfeitamente para ondas de 0,5 a 2 metros;

    7. Desporto super completo onde podes fazer prone, dropknee e até em pé (stand up); 

    8. Ondas de shore-break são, finalmente, uma opção viável. Aleluia!; 

    9. Proximidade com a onda e a emocionante velocidade fazem a diferença; 

    10. Cura a alma. 


    Vê também

    5 VERDADES DO BODYBOARD

    7 PASSOS PARA PERDER O MEDO DAS ONDAS

    BENEFÍCIOS FÍSICOS E MENTAIS DO BODYBOARD

  • SURF REPORT DE SEXTA A DOMINGO

    SURF REPORT DE SEXTA A DOMINGO

    O calor e o sol têm marcado esta semana que, em termos de swell, não tem sido famosa. Poucas ondas, na ordem do meio metro, nos beach breaks mais consistentes, é o ritmo que a costa portuguesa tem ditado nos últimos dias. Vejamos então o que nos reservam os próximos dias. 

    6ª FEIRA, 7 DE JULHO

    A nortada intensifica-se em toda a costa, bem como a ondulação que ganha força até 1,4m e 8 segundos de período. Matosinhos, com ondas de 0,5m, volta a ser a principal opção a norte. No centro do país, Supertubos, em Peniche, e Cabedelo, na Figueira da Foz, darão sinal com 0,5m e alguns sets maiores. Pela capital, Carcavelos volta a conquistar relevo estando offshore o dia inteiro. Mais a sul, São Torpes e Arrifana poderão registar ondas entre 0,5 e 1 metro de altura. O dia poderá registar alguma precipitação. 

    SÁBADO, 8 DE JULHO

    O vento norte continua a dar sinal com o swell a estabilizar em 1,6m e 7 segundos de período. A norte é de procurar pela praia de Matosinhos que poderá proporcionar ondas entre 0,5 e 1 metro; no centro o Cabedelo da Figueira da Foz poderá revelar algumas ondas de 0,5m; Supertubos, em Peniche, também recebe a nortada de feição e poderá proporcionar algumas ondas; tal como a praia de Carcavelos, na região de Lisboa, que poderá debitar 0,5m. A sul, a opção é a Arrifana que está bem protegida de ventos e poderá ter ondas a rondar 0,5m. O dia poderá registar alguma precipitação.  

    DOMINGO, 9 DE JULHO

    A tendência do swell é para cair ao longo do dia, de 1,4m às primeiras horas do dia para 1,2m ao final da tarde, mas o período compensa ao subir até aos 11 segundos. Mantém-se o swell orientado de ONO, mas a rodar ligeiramente mais para oeste. As condições são muito idênticas a sábado, pelo que os spots que poderão funcionar são exatamente os mesmos. 

    Ao longo destes próximos cinco dias as temperaturas máximas oscilarão entre os 22 e os 27 graus Celsius, com segunda-feira a ser o dia mais quente, mínimas entre 16 e 17 graus Celsius, com o céu a apresentar-se nublado e por vezes descoberto, havendo lugar a precipitação em alguns momentos.  

    Boas ondas!