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  • FAST FOOD

    FAST FOOD

    Imagens de um certo spot da costa norte, que “de vez em quando dá um ar da sua graça”, com Joel Rodrigues, Ricardo Rosmaninho, Jacinto Pascoal, José Silva, André Lopes, Rui Campos, Tiago Silva, Sérgio Rodrigues, Luís Figueiredo, Nuno Almeida e Isaac Moreira a vestirem o papel de protagonistas. 


    Todas as imagens e edição a cargo da Wow Filmes | Instagram

  • VANTAGENS E BENEFÍCIOS DE UMA ALIMENTAÇÃO VEGAN

    VANTAGENS E BENEFÍCIOS DE UMA ALIMENTAÇÃO VEGAN

    Podemos dizer que o que leva alguém a adotar o veganismo como estilo de vida são dois grandes motivos. O primeiro prende-se com a preocupação para com todos os seres vivos e com a sustentabilidade ambiental. O segundo é, obviamente, a preocupação com a sua própria saúde.

    O que é na verdade um vegan?

    Em traços gerais, trata-se de um indivíduo que decidiu excluir da sua alimentação e lifestyle tudo aquilo que tenha origem animal, que tenha sido testado em animais ou que contribua de alguma forma para a exploração animal. 

    Na alimentação eliminou a carne, peixe, ovos, leite e os seus derivados, mel, bem como todos os ingredientes que tenham na sua composição alguma origem animal. No lifestyle baniu todo o vestuário e calçado cuja pele seja de fonte animal, todos os cosméticos e produtos que tenham ingredientes de origem animal ou tenham sido testados em animais e todas as iniciativas que contribuam para a exploração animal, como os circos, touradas, entre outros. 

    Os benefícios e vantagens de uma alimentação vegan resultam essencialmente da ingestão inferior de gordura saturada, colesterol e proteína animal, bem como da ingestão superior de hidratos de carbono complexos, fibra alimentar, magnésio, ácido fólico, vitamina C e E, carotenóides e outros fitoquímicos. 

    Em suma, níveis de colesterol mais baixos; menor pressão arterial e consequentemente menor risco de doenças cardiovasculares; menor risco de hipertensão; menor taxa de obesidade; melhoria do trânsito intestinal; impacto positivo na saúde dos ossos, prevenindo a osteoporose; dieta benéfica na prevenção e tratamento de doenças renais; menor propensão a alergias; aumento da esperança média de vida cerca de 10 anos face à média; mais energia; melhor qualidade de vida.

    Kelly Slater, por exemplo, é um dos atletas do mundo do surf que se rendeu recentemente ao veganismo. 

  • PAUSA DE ALMOÇO

    PAUSA DE ALMOÇO

    Texto retirado do artigo “Rostos Lusitanos” da Vert 110 (2014). 

    Numa solarenga tarde de junho, Nuno “Batata” Leitão chega bem disposto e de aparência tranquila à Estação de Serviço da BP, na Ericeira. Está na pausa de almoço do trabalho como designer numa empresa da vila e mais não tem feito nos últimos meses do que dedicar-se ao emprego e à família. 

    Até porque, a certa idade, um bodyboarder torna-se mais seletivo, espera pela ondulação certa para retirar o máximo de umas tocas e de uns lips. Palavras do próprio. O certo é que, mais ou menos visível nas águas, o bodyboarder de Carcavelos é um dos históricos que influenciou uma geração de atletas portugueses pela entrega leonina e explosiva às ondas e demarcada presença nos momentos em que o desporto se revela uma verdadeira batata quente. 

    A competição nunca terá sido o seu forte, embora ele se ria e enjeite o perfil que lhe traçaram ao longo dos anos. “Sabes uma coisa engraçada, há várias pessoas que dizem isso. Fui Campeão Nacional em 1997, Vice-Campeão Nacional em 1998, Vice-Campeão Europeu em 1996, ganhei várias etapas do Europeu entre 1996 e 2000, fiquei em 5º lugar num mundial em Sintra… Ou seja, consegui conquistar muitos títulos e campeonatos. As pessoas talvez desejassem que o Batata seguisse o caminho do Pinheirinho e do Centeno, que eu fosse o terceiro elemento. Acontece que nunca estive para a competição como se calhar eles estão. Competi para conseguir angariar algum dinheiro, através de campeonatos e patrocínios, para continuar a alimentar o sonho de fazer bodyboard. Estou muito satisfeito, ganhei imensos títulos. As taças para mim são marcos na minha vida e cada uma tem o seu significado.”

    Com ou sem títulos de encher o olho, o Batata é um daqueles bodyboarders que podíamos ficar a observar no mar horas a fio. E, no fim, até acabávamos o dia a ouvi-lo relatar lendas de tempos áureos. O homem tem histórias do arco-da-velha capazes de ressuscitar o espírito de um qualquer desapaixonado bodyboarder, vincando a verdadeira essência do bodyboard. Numa fase em que o desporto se encontra murcho, o génio frontal do Batata sobressai para apontar, desde logo, a maior das imperfeições do desporto em Portugal. 

    “Na fase em que a comunidade, mais do que nunca, devia estar unida, encontra-se mais partida do que alguma vez aconteceu até hoje.” E é pelo ideal da unidade e preservação do bodyboard que o espírito inabalável do Batata se eleva, ou não se tratasse da paixão da sua vida. 

    “Já pratico bodyboard há +25 anos e para mim sempre foi um escape. O desporto serviu para que realmente conseguisse desligar dos problemas que tive ao longo da vida. Venho de famílias humildes e o empenho e garra que tive eram para mostrar a mim mesmo que conseguia atingir os meus objetivos. Senti que aquilo era algo que eu gostava, que eu amava mesmo, uma cena a que me entregava a 100%. Foi essa entrega que delineou todo o meu percurso. Vejo o bodyboard como um estilo de vida.”


    Texto: Ricardo Miguel Vieira | Fotografia: Pedro Graça

  • ROME TO DUBAI

    ROME TO DUBAI

    Italian boy has moved from Italy to Dubai, two World locations apparently well known for the lack of swell and waves. However, sometimes things are not quite as they seems. 

    Our friend Davide Danti still having fun and been riding a few waves lately. Recently he went from Rome to Dubai taking advantage of non-stop swells. We got a word from him: 

    “I moved here (Dubai) two years ago to work as an Aircraft Dispatcher. I was in Alitalia but due to bad contracts they offer me to come here so I come knowing that there was no Bodyboard and waves at all. Instead I discovered a new World of Waves, empty shorebreaks and amazing skylines. A bigger swell is coming soon so I hope to get nice ones”.

    Photos in top are from Rome last swells and also Dubai. Enjoy!  

  • PARABÉNS LARA!

    PARABÉNS LARA!

    Texto retirado do artigo “Rostos Lusitanos” da Vert 110 (2014) com vista a celebrar o 38.º aniversário de Hélio Conde, o “Laranja”. PARABÉNS!

    (…) sentei-me numa esplanada com outro dos bodyboarders que figuraria nos livros da história do desporto em Portugal. Hélio “Laranja” Conde, 34 anos, é ainda um símbolo da fortaleza bodyboarder de Peniche e um dos mais acarinhados e humildes atletas daquele litoral. Era o espelho da originalidade e garra dentro de água, qualidades que só alguns predestinados têm no sangue. Quem não se recorda da secção do Laranja no filme “Liberdade de Movimento”, em que se lançava dos lips em manobras criativas e menos conhecidas no bodyboard, como El Rollos invertidos e Gorfs? 

    “Cresci com o bodyboard português, via muito o Gonçalo Faria, o Paulinho, a velha geração toda, e também via os australianos. Então achava que nós tínhamos potencial para sermos tão bons ou melhores que eles. Pensei, ‘se eles são capazes, então nós também somos capazes’. E comecei a brincar com isso dentro de água com os meus amigos, fazendo Frontflips e Backflips, que não altura não existiam. Depois até fui para a ginástica artística e trampolins para poder praticar melhor os movimentos, e daí surgir as tais manobras”, conta-me entre baforadas num Golden Virginia na esplanada do Danau Baleal Beach Club, onde trabalha.

    Laranja amadureceu na mesma época dourada do Batata e partilha com ele caraterísticas em comum: tem um discurso direto e despudorado, a competição não o atraía – apesar de alguns bons resultados, por exemplo, no mundial em Sintra – e vive o bodyboard com a mesma intensidade e ardor que há 15 anos atrás. Reparem, acorda às seis da manhã para ir buscar os miúdos para as aulas de bodyboard que leciona; deixa-los em casa antes de entrar ao trabalho; e regressa ao lar já ao fim da tarde para estudar as fotografias e vídeos dos treinos. Laranja respira bodyboard e tem com o mar uma ligação para a vida que agora se empenha a transmitir aos mais novos. 

    “O meu objetivo na água sempre foi divertir-me e superar-me a mim próprio. Se numa onda fazia um aéreo em que saía um metro fora de água, na seguinte tinha de sair dois metros. A relação com as ondas vem desde miúdo, cresci em frente ao mar e sempre tive contato com ele. Ganhei um à-vontade com o mar. Quando comecei a praticar bodyboard, gostei da velocidade que gerava quando deslizava numa onda. Ao projetar os primeiros El Rollos e 360 Aéreos reparei que isto dava para fazer imensas coisas. Daí que pensei que quanto maior surfasse, maior seriam as batidas nos lips, mais tempo estaria no ar e mais tempo teria para fazer as manobras que quero. E é tudo o que aprendi ao longo da vida que hoje transmito aos meus alunos.”


    Texto: Ricardo Miguel Vieira | Fotografia: Marco Gonçalves

  • MORREU O CEO DA QUIKSILVER 

    MORREU O CEO DA QUIKSILVER 

    De acordo com o município de Landes, a busca por Pierre Agnès foi dada por terminada. O importante dispositivo desencadeado na passada terça-feira ao largo de Hossegor e Capbreton, na costa sudoeste de França, para encontrar o CEO da Quiksilver, cujo barco foi encontrado vazio numa praia, foi desmantelado ontem ao final do dia pelas autoridades.

    “O barco de Pierre Agnès, de 54 anos, presidente do grupo Boardriders Inc, proprietário das marcas Quiksilver, Roxy e DC Shoes, foi encontrado esta manhã na praia de Boiteux em Soorts-Hossegor. Agnès saiu para o mar às 7h30 de terça-feira, 30 de janeiro”, escreveu a prefeitura de Landes em comunicado na passada terça-feira. 

    Pierre era um ávido e frequente pescador e acredita-se que estivesse a pescar sozinho, como fazia muitas vezes. O que terá sucedido permanece por esclarecer, mas uma teoria em concreto parece agora ganhar força e justificar, eventualmente, o seu desaparecimento. 

    Diz-se que terá posto o seu barco em modo automático, terá escorregado e caído à água sem conseguir voltar à embarcação uma vez que esta tinha o motor em andamento. A água estava fria, em torno dos 13/14 graus Celsius, e muito provavelmente não teria um fato de surf vestido. 

    Ora, mesmo sabendo que era um ótimo nadador, mas estando longe de terra, em água fria e com nevoeiro, portanto, sem qualquer ponto de orientação, fica difícil sobreviver sem ajuda humana. Eventualmente terá morrido de afogamento, mas esta é apenas uma das teorias que está a ser equacionada para justificar o sucedido. 

    Pierre Agnès era uma das pessoas mais influentes na indústria do surf, tendo trabalhado na Quiksilver durante 30 anos e ocupado a posição de CEO desde 2015. Recentemente, no início de janeiro, a empresa-mãe norte-americana das marcas Quiksilver e Roxy adquiriu a rival australiana Billabong, passando a deter os dois importantes nomes do surfwear.

    Que a sua alma descanse em paz.

  • OLHAR O PASSADO

    OLHAR O PASSADO

    Texto publicado inicialmente na Vert nr. 97 (dezembro 2009).

    Nota: Qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência – mesmo passados 8 anos. 

    Num dos poucos dias que tive o especial prazer de apanhar boas ondas ultimamente, dei por mim a pensar no discurso comum de quem me rodeia, no que ao bodyboard diz respeito e ao seu “estado” de uma maneira geral. Quase todos já percebemos que tempos houve em que os principais intervenientes na indústria, digamos, eram melhor remunerados, face ao custo de vida, do que são provavelmente agora. A recessão económica global acentuou-se bastante nos últimos 2/3 anos e isso justifica, confesso, algumas opiniões mais pessimistas relativamente ao futuro deste nosso, no mínimo, estilo de vida. 

    De resto, há muitas e várias razões para um desinvestimento acentuado do que vulgarmente conhecemos por “gigantes da surfwear”. É simples. Não precisam de o fazer para ter retorno, algo que não me incomoda só a mim, mas também todos os que amam isto como algo profundo e essencial nas suas vidas. Já se discutiu vezes sem conta um certo “preconceito” latente entre as várias abordagens de Wave Riding. Também vos digo, já me incomodou mais e acho que devemos dar um passo em frente e calcular onde queremos chegar, porque se chegámos onde estamos, não foi por acaso. 

    Para mim a evolução não tem necessariamente que passar por circuitos milionários, ordenados chorudos ou uma indústria saudável e vigorosa. Isso nunca aconteceu, mas ainda cá andamos e andaremos. Sabem porquê? Porque temos uma identidade e uma história, a qual devemos saber fazer passar às novas gerações. Quem não conhece o passado, dificilmente enfrentará o futuro. E a história do bodyboard tem intervenientes e é real, aconteceu! 

    Como aconteceu em Pipeline o primeiro dez unânime de todos os juízes após um rollo aéreo do Mike; ou a mesma manobra executada por Guilherme em condições dantescas e que mudaram para sempre a abordagem do boogie na mais famosa bancada do universo.

    Após tudo ter começado mais a sério em Sandy Beach, já muito aconteceu. Criaram-se lendas, fizeram-se campeões e quebraram-se muitas barreiras. Isso ninguém nos tira e faz parte do nosso próprio património. 

    Se seguirmos o nosso rumo, sem grandes alaridos, penso que as coisas vão acontecer naturalmente. Também foi naturalmente que ao boogie e aos seus protagonistas ficou reservado o direito de descer as ondas mais pesadas do planeta. Não consigo por isso aceitar que tenhamos de nos resignar ou revoltar. Temos é que usufruir e seguir as nossas convicções ou ambições, como queiram. 

    Apesar de tudo, as nossas emoções continuam a ser testadas quando estamos bem “deep” dentro de um tubo ou rodamos de olhos abertos num rollo a voar. Isso nem a pior das conjecturas consegue mudar – é que é sempre bom e intenso. Apesar dos escassos recursos, a alma pode e deve ter a sua recompensa com uma simples boa sessão na água. Devemos focar-nos na ambição de dar o melhor para mudar as coisas, mas não fazer disso uma bandeira, sejamos positivos e que continuemos a ir à água por muito tempo. Por mim, enquanto conseguir andar, prometo lá ir porque o que me move é a paixão e essa só a sinto a aumentar com o arrastar dos anos.

    Percorremos o trajecto até aqui e isso faz-me acreditar que o faremos no futuro, até porque cada vez temos mais exemplos de quão empreendedores podemos ser quando queremos. O conceito Special Edition é um bom exemplo para ilustrar esta ideia. Tenho a certeza que teremos sempre a nossa história e os nossos actores, os quais mostraram ao mundo, principalmente na última década, que perante tanta atitude, tanto comprometimento e ousadia diante a natureza de uma maneira tão óbvia, um dia haverão de ser recompensados. 

    Por mim, cá espero continuar com esta paixão arrebatadora, tal como quando comecei com a “velha” Morey Boogie no final dos anos 80. Desculpem lá dar-me para o sentimento. 

    Boas ondas! 


    Texto: Bruno Lisboa | Fotografia: Pablo Jimenez

  • SURF REPORT ATÉ 5 DE FEVEREIRO 

    SURF REPORT ATÉ 5 DE FEVEREIRO 

    Temporada de inverno a mostrar-se generosa nos últimos dias com garantia de mais ondas e swell até à próxima segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018. Confere a previsão: 

    31 de janeiro, quarta-feira

    Seguindo a tendência de terça-feira, o vento vai manter-se fraco a moderado do quadrante leste de manhã (até às 12h) rodando para norte à tarde. Swell de NO cai de 1,6m (terça-feira) para 1,3m (quarta-feira) com 12 segundos de período, mas ainda assim a garantir surf nos beach-breaks mais consistentes, como Moledo, Mariana, Aguçadoura, Leça da Palmeira, Espinho, Costa Nova, Murtinheira, Praia do Norte, Belgas, Santa Cruz, São Julião, Praia Grande, Costa de Caparica, Monte Clérigo, Amado e também o barlavento e sotavento do Algarve. Ondas em geral entre 0,5 e 1,0m, mas a PN poderá debitar vagas um pouco maiores. A matinal é de aproveitar. 

    1 de fevereiro, quinta-feira

    Ainda com vento fraco de manhã (a aumentar com o passar das horas) a situação começa a mudar com a nortada a dar sinal durante todo o dia. Ondulação de NO também em crescendo, sendo de 2,1m com 9 segundos de período de manhã e ao final do dia de 3,3m com 15 segundos de período. Matosinhos, com 1 metro, é a melhor opção a norte; Cabedelo da Figueira, Supertubos e a Linha de Cascais conquistam as atenções ao centro; Arrifana e alguns spots do barlavento e sotavento algarvios levam a preferência a sul.  

    2 de fevereiro, sexta-feira

    Ondulação ainda de NO a cair de 3,9m para 2,6m com 14 segundos, com o vento a querer mudar de norte para ENE com o passar das horas. Vamos ter uma situação de quase offshore ao longo da costa, o que significa que spots como Viana do Castelo, Praia da Barra, Praia do Norte, alguns reefs da costa oeste, Ericeira, Costa de Caparica, Arrifana, Ponta Ruiva e Tonel estarão a funcionar, com surf entre 1,0 e os 2,0m.  

    3 de fevereiro, sábado

    Vento a assumir-se de leste de manhã, de intensidade fraca, a rodar para o quadrante norte a partir das 12h. Ondulação ainda de NO a cair de 1,8m para 1,6m com 11 segundos de período. Os beach-breaks mais consistentes da costa voltam a levar a preferência: Moledo, Arda, Leça, Costa Nova, S. Pedro de Moel, Foz do Arelho, São Julião, Praia Grande, Costa de Caparica, Zambujeira do Mar, Carrapateira e Tonel. A matinal é de aproveitar.  

    4 de fevereiro, domingo

    O vento volta a intensificar-se e oscila entre o quadrante norte e este-nordeste. Swell também sobe de 2,0m até 3,0m com 13 segundos de período. Matosinhos, com cerca de 1,0m, é a principal opção no Porto, Cabedelo da Figueira a funcionar com ondas de 1,0 a 1,5m, o Canhão da Nazaré poderá revelar algumas bombas entre os 3,0 e 5,0 metros, Supertubos com cilindros de 1,0 a 2,0 metros, Carcavelos a animar a comunidade com ondas de 0,5 a 1,0m (dependendo das marés), Margem Sul com ondas de 1,0 a 1,5m, São Torpes, Arrifana e Beliche (0,5m). 

    5 de fevereiro, segunda-feira

    A semana a iniciar com swell consistente de 3,0 metros vindo de noroeste, 13 a 14 segundos de período. Vento forte de norte a dar ligeiros toques de ENE. As opções do dia anterior mantêm-se, mas definitivamente com mais vento. Spots mais abrigados e virados a sul, como Matosinhos, Supertubos/Molhe Leste, Carcavelos, São Pedro, São João do Estoril, Arrifana e Zavial, a levarem a preferência nas opções. 

    Boas ondas!