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  • Dave Winchester de regresso às vitórias no Kiama Pro

    Dave Winchester de regresso às vitórias no Kiama Pro

    Na Austrália, o país por excelência do bodyboard, também há ondas pequenas e de que maneira. A expetativa estava em alta para o Kiama Bodyboard King Pro, realizado entre os dias 30 de julho e 9 de agosto, mas acontece que a previsão não era famosa e este Grand Slam masculino, o terceiro da presente temporada, acabou mesmo por ter lugar em ondas de 0,5m. 

    Após um longo período de ausência, Dave Winchester voltou ao circuito mundial e logo com uma vitória. O australiano superou a concorrência na final, mas é o sul-africano Iain Campbell, campeão mundial em título, quem segue a liderar o ranking (seguido por Tanner McDaniel e PLC). 

    1. Dave Winchester (Austrália)

    2. Brahim Iddouch (Marrocos)

    3. Iain Campbell (África do Sul)

    4. Hayato Enokido (Japão)

    A coroação do novo campeão mundial tem lugar no Nazaré Pro, quarto Grand Slam deste ano, que, segundo a própria APB, é último WGS em 2018. 

    No feminino, parabéns à tetracampeã mundial, a brasileira Isabela Sousa que se encontra a viver em Portugal, que levou a melhor no braço de ferro com a japonesa Ayaka Suzuki. As portuguesas Joana Schenker e Teresa Padrela terminaram em 5.º lugar. 

    Os resultados finais: 

    1. Isabela Sousa (Brasil)

    2. Ayaka Suzuki (Japão)

    3. Alexandra Rinder (Ilhas Canárias)

    4. Sari Ohhara (Japão)

    A luta pelo título mundial está agora a ser disputada entre Ayaka Suzuki, que lidera o ranking, Alexandra Rinder e Joana Schenker, a campeã em 2017, que seguem a japonesa bem de perto e visam um deslize para para passar para a frente.

  • Menos de um mês para o Sintra Portugal Pro 2018

    Menos de um mês para o Sintra Portugal Pro 2018

    A Praia Grande recebe, entre 11 e 16 de setembro, os melhores 150 bodyboarders do planeta, tendo a encabeçar esse grupo, pela primeira vez, uma portuguesa, a campeã europeia e mundial em título Joana Schenker, que ocupa atualmente a terceira posição do ranking mundial, liderado pela japonesa Ayaka Suzuki. 

    Para Joana Schenker, o Sintra Portugal Pro é a “prova mais especial. O Sintra Portugal Pro significa muito para mim. Porque foi a primeira etapa do Mundial em que participei, ainda adolescente, e porque, ao ganhá-la, o ano passado, abriu o caminho para a conquista do título Mundial”. 

    Contudo, há mais pontos de interesse além da bodyboarder algarvia, ou não fosse também em Sintra que se irá decidir, mais uma vez, o título mundial da variante de Dropknee, com o havaiano Sammy Morretino a defender a coroa em águas sintrenses.

    Para os portugueses, além de Joana Schenker, que o ano passado deu um passo fundamental para a conquista do título ao vencer o Sintra Portugal Pro, há que destacar a presença de nomes como António Cardoso e Dino Carmo, que lutam por um lugar no Top 10 da APB World Tour, além dos eternos Manuel Centeno e Hugo Pinheiro, dois bodyboarders que dominam a cena do bodyboard nacional há mais de 10 anos mas que têm estado mais ou menos afastados do circuito mundial.

    https://www.facebook.com/sintraportugalpro/videos/2096565693893499/

    Na perspetiva da organização, a cargo da Associação de Bodyboard e Surf da Costa de Sintra (ABSCS), presidida por João Campos, este é mais uma vez, um “desafio grato. Mais uma vez, cabe-nos a difícil tarefa de colocar de pé um dos maiores eventos de desportos de ondas em Portugal, com a possibilidade de decidir títulos, como o de Dropknee e desempenhar um papel importante na atribuição dos títulos mundiais masculino e feminino.” 

    Um evento que seria impossível sem o apoio da Câmara Municipal de Sintra, recorda o dirigente da ABSCS: “Esta será a 23.ª edição do Sintra Portugal Pro e, pela 23.ª vez, a Câmara de Sintra será o nosso principal patrocinador. A nossa relação com a autarquia é mais do que de simples parceiros, é um trabalho de amor que fazemos todos os anos e que se traduz no sucesso deste evento, ano após ano. Sem a autarquia e o esforço que esta faz na promoção do Desporto e da Praia Grande, nada disto seria possível.”

    O ano passado, o sul-africano Iain Campbell venceu na Open, o havaiano Sammy Morretino no Dropknee, a portuguesa Joana Schenker no Feminino e o espanhol Bruno Martin na Pro Junior. 

  • Operação resgate: Chumbinho

    Operação resgate: Chumbinho

    Entrevista de Rodrigo Monteiro

    Neste flashback típico de sexta-feira resolvemos partilhar uma entrevista inédita com um dos melhores bodyboarders que o Brasil já teve. Nascido no Guarujá, em março de 1974, Adilson “Chumbinho” Júnior começou no bodyboard em meados dos anos 80, na febre da Morey Boogie. Foi um dos atletas mais completos da sua geração, tornando-se uma autêntica máquina de competição que veio a conquistar muitos títulos, incluindo o de Campeão Brasileiro Amador em 1990. Hoje, com 44 anos, relembra a sua trajetória e os momentos que marcaram a sua carreira.


    Quando e como foi o seu primeiro contacto com o Bodyboard?

    Foi no final de 1986. Vi uma amiga com uma prancha de bodyboard e acabei por pedir uma para a minha mãe no Natal. Ela deu-me uma Mach 7-7 de presente.

    Quem foram suas principais referências e seus primeiros ídolos no desporto?

    No início, ficava a olhar para o pessoal mais antigo de São Paulo, como o Roberto Testinha e o Bruno Cristófaro. Mas aí, uma galera mais nova começou a surfar e ficava tentando recolher informações em revistas, filmes para assistir e ir aprendendo. No ano seguinte, tivemos alguns eventos de nível nacional. Era sentar na praia e ficar o dia todo a assistir aos atletas profissionais… Cláudio Marques, Xandinho, Kiko Pacheco, Paulo Esteves. O meu primeiro ídolo foi Mike Stewart e, depois que comecei a seguir o circuito brasileiro, foram vários atletas: Paulo Esteves, Fábio Aquino, Guilherme Tâmega, entre outros. 

    E como foram suas primeiras competições?

    O primeiro campeonato foi na praia de Pernambuco. Um campeonato pequeno, com 16 atletas, e eu ganhei a categoria amadora. A minha primeira grande competição foi o festival Phillipines, em 1987, que fiquei em 5.º na mirim. Aí começaram a surgir alguns apoios e patrocinadores. Depois, veio o circuito paulista em 87, que terminei o ranking geral masculino em 4.º lugar, sendo o destaque do circuito devido à idade (13 anos), onde competia com atletas bem mais velhos e também de outros estados. 

    E as primeiras competições fora de São Paulo? Quais foram e como se saiu?

    Em 1988, fui a primeira vez para o Rio de Janeiro, assistir às finais do OP Pro no Quebra-Mar e depois fui competir no Bliss. Perdi na segunda fase. Neste mesmo ano, competi no circuito paulista e fui campeão. Competi também na etapa do brasileiro em São Paulo.

    Nessa época, os atletas cariocas dominavam o cenário no Brasil. Nas competições percebia-se a diferença de performance entre os atletas do Rio e de outros Estados?

    Sim. Existia uma enorme diferença! A qualidade das ondas no Rio é um diferencial. As informações também chegavam lá primeiro. Os atletas tops estavam no Rio e isso fazia uma diferença tremenda. Durante dois ou três anos viajei muito para o Rio para competir nos campeonatos. Isso também ajudou muito na minha evolução.

    Quem eram seus principais amigos de treino e de viagens?

    Em São Paulo, a Cláudia Ferrari, que sempre me ajudou e viajávamos quase sempre juntos. Depois de um campeonato em Alagoas, a Copa Cavalo Marinho, passei a ir a quase todos os campeonatos com o Guilherme Tâmega, e nos treinos do dia-a-dia tinha a turma do Guarujá: Marcelo Mariano, Teco Shinzato, Silvano Gil, David Borges, entre outros. 

    Quais foram os seus melhores patrocinadores? 

    Fui da equipe Morey Boogie, o meu primeiro grande patrocinador. Depois vieram a Maikai, que me deu um suporte muito bom, e também a Ombak e a Hot Water. Agora… viver do bodyboard, eu nunca consegui.

    “Uma cena no mínimo hilariante! GT estava na final, a voltar para o outside, e começar a gritar, dizendo que estava “pelado”. Fui até à areia perguntar se alguém tinha uns calções. Nesse momento, vejo GT numa onda da série, pelado!”

    Em que ano se tornou profissional e como foi essa transição?

    Em 1990 fui campeão brasileiro amador e, como não era ano de mundial amador (os campeões brasileiros amadores ganhavam uma vaga para disputar o mundial amador no ano seguinte, mas em anos ímpares, não tinha mundial), acabei por me profissionalizar. 

    Quais foram os seus melhores resultados e o momento mais marcante da carreira?

    Vice-campeão brasileiro amador em 1989, campeão brasileiro amador em 1990 e 4x campeão estadual de São Paulo. O momento mais marcante, sem dúvida, foi ter sido campeão brasileiro, sendo o primeiro atleta fora do Rio a conquistar esse título.

    Teve uma etapa do Circuito Paulista em que fez a final com Guilherme Tâmega que foi, muito provavelmente, uma das baterias com os scores mais altos de sempre. Fale-nos disso… 

    Foi uma prova realizada no Canto do Maluf, com boas ondas. Durante o campeonato vi várias pessoas tirando notas 10, coisa que até àquela prova, nunca tinha conseguido. As fases foram passando e acabei por encontra o GT na final. Surfei o evento todo com uma prancha feita para o próprio Guilherme. Era o mesmo shape que ele usava. Na final, ele começou a bateria com uma onda na casa dos 6 pontos. Eu vim logo atrás numa direita, dei um 360 e encaixei para um tubo que sai e manobrei até à beirinha. Nota 10 unânime! Guilherme vem atrás e manda um aéreo monstruoso! 10 unânime também! Eu vim logo atrás e tive outro dez unânime! Na época, eram somadas as três melhores ondas e eu somei duas ondas de 10 pontos e uma 9,50 pontos de média, sendo que GT teve um 10 e dois 8.5. Tenho esses papéis até hoje em casa…

    No Brasil, quais eram as suas ondas prediletas?

    Paúba, com certeza, ainda é minha onda preferida, mas Itacoatiara, Posto 5, Laje de Stela Maris, entre outras, também guardo excelentes lembranças.

    Quando parou de competir profissionalmente?

    Em 1992 eu parei, mas em 1995 ainda competi na etapa do mundial realizada no Guarujá. Vim desde a primeira fase até ao evento principal, passando várias rondas e perdi nos oitavos, numa bateria com Jeff Urdan e o Rogério Biola. Nesse evento eu ainda ganhei do Mike, mas ambos fomos desclassificados nesta bateria. (risos) Eu em terceiro e ele em quarto.

    Onde vive atualmente e qual a sua profissão?

    Continuo a morar no Guarujá e hoje sou o comandante de um iate de 76 pés. Depois dos campeonatos, cheguei a ficar quase dois anos sem entrar na água… mas aos poucos fui voltando a surfar, embora com pouca frequência.

    Que o fez voltar ao bodyboard como dirigente desportivo?

    Bem, eu estava totalmente afastado do desporto há pelo menos três anos e acompanhava apenas pela internet e nem entrava na água essa época. O Rogério Bezerra, que é juiz da APB e um grande amigo, convidou-me para assumirmos a Federação Paulista. Aí a chama reacendeu, e estou na luta há quase 8 anos para reerguer o bodyboard. Há dois anos criámos uma nova direção na FEBBESP, formada de atletas e ex-atletas. O ano passado conseguimos fazer um circuito com 3 etapas, em cidades diferentes, com premiação em dinheiro para os profissionais.

    O mercado está muito difícil. Que é necessário para o bodyboard retomar o brilho de outrora?

    A dificuldade é enorme! São Paulo é o Estado mais rico do país e não conseguimos uma empresa forte para bancar um circuito. Precisamos de uma gestão mais profissional, fazer as coisas apenas por amor ao desporto não é a coisa mais viável. No segundo semestre deste ano firmámos uma parceria com a Experience One que está a viabilizar a venda dos eventos do circuito estadual. A nova direção da CBRASB também tem vindo a fazer um trabalho de reconstrução do cenário das competições a nível nacional. 

    Você foi o expoente máximo do Bodyboard Paulista. Porque tarda a aparecer um novo “Chumbinho”?

    Eu tive a sorte de participar dos anos de ouro do bodyboard, do Circuito Brasileiro com o Castelinho (89/90), o Circuito Carioca com patrocínio da Fidji, Circuito Paulista com patrocínio da Morey Boogie/Hot water. A visibilidade desta época era enorme! Os patrocínios davam apoio nas viagens e tudo mais. Hoje conta-se pelos dedos da mão os atletas paulistas que têm um patrocinador que os apoie para ir a um evento de nível nacional. 

    Como está o nível da nova geração de atletas paulistas? Alguém pronto a explodir?

    Temos uma safra nova. O que falta realmente são apoios. Temos no Guaruja o Projeto “Amigos do Mar” e o ABK, que são projetos sociais com mais de 70 crianças. Em Mongágua, o Thiago Jacob e a Thelma, também têm projetos sociais. Precisamos apenas de apoio para mandar essa molecada para os eventos. Com visibilidade a nível nacional temos o Valdomiro Mirinho, top do Circuito Brasileiro, e Abner Scopetta.

    Hora de abrir o baú e falar de alguns episódios marcantes… 

    Primeiro os “casos tristes”. Etapa do Guarujá, Praia do Tombo, semi-final, mar grande, eu e o GT novamente, e os dois sem ouvir o comentador. Apanho uma onda, chego na beira faltando um minuto e a praia inteira em silêncio. Aí ouço o comentador: “Guilherme, você precisa de 9 para virar a bateria!” E ele no outside sem ouvir essa informação. Na regressiva, GT dropa, cava e bummm… Rolo aéreo monstruoso, volta à parede da onda e na junção bummm… outro El Rollo e faz a onda até à areia e termina do meu lado perguntando-me se eu sabia quem tinha ganho. Eu olho e dou uma risada. O comentador repete o quanto precisava e depois começa a soltar a nota desta última onda. Resultado? 10 unânime e vira a bateria na regressiva.

    “Casos engraçados”. Fui caddie do GT no Mundial de Pipe em 1992. Uma cena no mínimo hilariante! GT estava na final, a voltar para o outside, e começar a gritar, dizendo que estava “pelado”. Sem muito o que fazer lá dentro, subi no jetski de apoio e fui até à areia perguntar se alguém tinha uns calções disponíveis. Nesse mesmo momento, olho para o outside, e vem o GT numa onda da série, pelado! (risos)

    De que sente mais saudades naquela época?

    Os amigos que fiz, as viagens, encontrar sempre o pessoal nos eventos… isso realmente era muito fixe!

    Qual é a sua opinião do estado atual do desporto? 

    Em termos de performance, não precisa dizer nada. A galera está a partir tudo no circuito mundial e brasileiro, tanto no masculino como no feminino. Falta mais apoio aos atletas para o circuito mundial. Quanto à organização, a etapa de Itacoatiara do mundial está aí há vários anos, muito bem organizada pelo Giu Lara, e o regresso do Circuito nacional, com esta nova direção, só vem a reforçar a modalidade.

    O que acha dos encontros Masters que têm vindo a ter lugar? 

    Acho muito porreiro! Acompanho sempre as fotos e os resultados. Temos feito aqui também, em São Paulo, juntamente com o circuito estadual. Devido a trabalho ainda não consegui marcar presença, mas estou a programar-me para ir a essa grande celebração Master (Bodyboard Legends), em novembro, que está a ser organizada pelo ídolo Marcello Pedro.

    Adilson Chumbinho por Adilson Chumbinho?

    Um cara lutador que é apaixonado pelo bodyboarding.

  • Road to Tahiti

    Road to Tahiti

    “It couldn’t be better”, says Brazilian charger Abner Scopetta. Waves pumping for three weeks between 6 to 9 feet and the biggest session held on the last day – solid 10 to 12 foot with an ocasional set of +18 feet. Few riders in the water, tension, a few accidents, adrenalin and memorable barrels. This was a lifetime trip. 

  • Winter Vibes

    Winter Vibes

    Right in the middle of the European Summer, photographer Benjamin Arena just sent us a pack of images taken from the Winter season. A few cool images from the Wintertime at Carcavelos Beach, Portugal. 

    Thank you for the Winter vibes. Yep, we miss it! 


    Photography: Benjamin Arena | Instagram 

  • Tristan Roberts: “My goal is to chase a world title”

    Tristan Roberts: “My goal is to chase a world title”

    A couple days before The 2018 Digicape Tand Invitational we interviewed one of the best bodyboarders worldwide – Mr. Tristan Roberts, the 2014 Pro Junior World Champion. Four years after this remarkable achievement, the Saffa is bigger, better and really hungry for a new World title. 

    Talk a little bit about yourself so our readers can get to know you. Where do you come from, when do you started bodyboarding and what’s like your daily routine? 

    I’m a small town kid from Onrusriver, South Africa. Which is situated 120 km from the well known city named Cape Town. This is where I started bodyboarding at age 7 where there was a big bodyboarding community known as the LOC which stands for “The Local Onrus Clang.” These guys pushed me to achieve, they were a really naughty bunch of guys who caused a lot of shit at times. From making the young guys run naked across the beach to bullying us to do whatever they say. But it was also them who pushed me into riding big waves and inspired me to ride as well as they did. This crew had so much potential and I believe there were a few of them who could have been world champion if they pushed themselves to compete. But yeah, if it wasn’t for them, I wouldn’t be riding a bodyboard. 

    How’s the bodyboarding scene in Cape Town?

    The bodyboarding scene in Cape Town is big. There are so many guys who are battling the cold waters and strong offshores and are chasing the waves along the coastline. There are many underground riders who are really talented and I hope that we see many more guys who decide to take on the world tour. 

    “Since a kid, I have had my eyes set on lifting that world title trophy above my head”

    South Africa has been a well-known nursery for bodyboarding for many years. The recent world titles of Jared and Iain’s got you pumped for such higher achievement?

    Look, ever since a kid, I have had my eyes set on lifting that world title trophy above my head. Andre, Jared and Iain have definitely fueled my hunger to achieve it. These guys have showed me the ropes and it’s now up to me to use them and chase my dream. I love bodyboarding, whether it be competitive or free surfing and I feel like I have so much more to experience in the sport and I can’t wait. I’m excited to travel to new destinations and meet new people who share the same love for the sport as I do. 

    So far you pointed out two wins on the 2018 World Tour (1 star event in South Africa and a 5 star comp held in Antofagasta, Chile). What’s your goal for the remaining season? 

    Well, yeah! I’m frothing to have made 3/4 podiums this year and it has been a great experience. My goal is to chase a world title. That’s what I’m after and I will just go into every heat doing the best I can do. In this sport that’s all we can do. Take on contests heat by heat and just give it your all. 

    “I love bodyboarding, whether it be competitive or free surfing and I feel like I have so much more to experience in the sport”

    Talk us through your sweetest win ever, when and why?

    The best win of my career would have had to be the Men’s World Games Title in Iquique in 2014. Just to think of how many guys I had to beat without the priority system in place. There was so much hustling going down and it was a crazy paddle battle in every heat. It wasn’t only the waves and who was in your heat you had to worry about. It was more worrying to think if you were actually going to catch a wave or if some guy was going to block you all heat and leave you waveless. So, yeah, I was sort of the underdog and just sat and watched guys paddle each other off the peak while I sat on the peak and got given scoring opportunity.

    And the toughest defeat? 

    Toughest defeat would have to be losing to Iain Campbell in 2016 in the semi final at Arica. Not because of who I lost to, but because he got the winning wave in the heat while I had priority. I decided to let him go and he got the score he needed to win. I was so close to making my first grand slam final and that decision costed me. Iain ripped that final against Moz though and it made me feel better! Hahaha. 

    “[PLC] has a effortless approach when doing moves which makes it seem like nothing is forced”

    In terms of wave performance, you would say your strengths are…

    I think my strengths at this point would definitely have to be beach breaks. It’s what I grew up on and I feel a lot more at home when surfing. I am used to paddling around and trying to find the good ones. Hahaha.

    In your opinion, who has the best style in the sport? And why?

    It’s difficult to tell as there’s a few things I like about each top rider. But I would have to say the most stylish rider would have to be Pierre-Louis Costes as he has a effortless approach when doing moves which makes it seem like nothing is forced. It’s good to watch. 

    “My goal is to chase a world title”

    There’s a lack of veterans on the Tour these days. In one way, which new riders are you keen to watch and why? On the other end, which bodyboarders you would like to see competing again?

    Yeah it’s a pity to not have the old dogs in the sport and helping us push the level on tour. But I must say I love it when the young guys on tour do well. It’s so sick to see the level of the young guys on tour matching the top guys on tour. Guys like Tanner [McDaniel] and Maxime [Castillo] are definitely up there. 

    Final question. Portugal has a series of three events from September to October (Sintra, Viana and Nazare). Are you coming? What’s the Portuguese beach that suits you the best and what do you think of the country’s vibe? 

    I most definitely will be in Portugal. I love the vibe there. Portugal always makes bodyboarders seem welcome and it’s really inviting. I love Nazaré. The waves are amazing and the town is really beautiful. The locals are always nice and the pastel de natas and coffee is always a must! I will be doing all three events but I must say that Nazaré is definitely the wave I look most forward to competing at again. 


    Photography by Jordan Masters, Simon Heale, Warren Baynes, Allan Horton & Apore de Paula

  • Um sítio mágico

    Um sítio mágico

    Em Outubro fui para as Filipinas em busca de surfar uma das melhores direitas do mundo, Cloud 9.

    Assim que cheguei a Siargao Island nem queria acreditar nos visuais brutais e lindíssimos com que me deparei. Água azul e quente, altas ondas e paisagens panorâmicas lindíssimas repletas de vida.

    Cloud 9 é, sem duvida, uma das melhores ondas do mundo. Onda buraco, muito forte e com uma secção no fim que mais parece uma pista de lançamento.


    Texto: Paulo Sequeira | Fotografia: Oliver Bayer

  • Bodyboard na wavepool do Texas

    Bodyboard na wavepool do Texas

    Tim Hamilton foi até ao BSR Cable Park, a piscina de ondas artificiais de Waco, Texas, e neste vídeo mostra-nos as suas valências. 


    Filmado por Aaron Lieber 

    Música: Sleeping On The Black Top | Colter Wall