A handful of images taken in the South coast of Spain, in a well-known shorebreak around the Cadiz province waters.
Damn, shorebreaks are fun!
#Cadizfornia
Photography: Prostyle.es

A handful of images taken in the South coast of Spain, in a well-known shorebreak around the Cadiz province waters.
Damn, shorebreaks are fun!
#Cadizfornia
Photography: Prostyle.es

Novo clipe para Dave Winchester – que anunciou recentemente que vai ser pai pela… quinta vez! – que nos mostra de como é feita a sua rotina e o dia-a-dia pela Austrália. Enjoy!

O bodyboarder francês Maxime Castillo terminou em segundo lugar na última etapa do Circuito Europeu (ETB), decorrida no fim de semana em Marrocos (Anza, Agadir), mas mesmo assim acabou por se sagrar campeão europeu, naquele que é o vigésimo aniversário do European Tour of Bodyboard.
Na final, o jovem gaulês, que divide o seu tempo entre Portugal e França, não conseguiu superar o marroquino Benslimane Adnane, que venceu a prova com 15,00 pontos sobre 12,65.
“Que dia incrível em Marrocos! Um campeonato bem intenso e com alto nível para terminar o circuito europeu. Um sonho tornado realidade, não tenho palavras para descrever toda esta alegria”, disse.
Na corrida pelo título, à partida para esta etapa, encontravam-se, além de Castillo, também o canário Kevin Orihuela e o marrquino Anas Haddar.
Joel Rodrigues foi o melhor português na divisão Open, tendo ficado nos 1/4 de final. Já no Pro Junior, Miguel Ferreira já tinha sido consagrado campeão na etapa anterior, disputada nas Ilhas Canárias, mas ainda assim aproveitou para vencer a prova marroquina, frente a Ait El Hachemi Zidane, por 16,75 versus 12,20 pontos.
Top 5 Open
01. Maxime Castillo (França) 2406 pts
02. Kevin Oriohuela (Espanha) 2281 pts
03. Miguel Ferreira (Portugal) 2163 pts
04. Annas Haddar (Marrocos) 1951 pts
05. Rodrigo Lopes (Portugal) 1831 pts
Top 5 Pro Junior
01. Miguel Ferreira (Portugal) 3000 pts
02. Rodrigo Lopes (Portugal) 2230 pts
03. Txomin Lopez (França) 1970 pts
04. Noah Capdeville (França) 1860 pts
05. Yon Aimar (França) 1840 pts
Top 5 Feminino
01. Isabela Sousa (Brasil) 3200 pts
02. Teresa Padilla (Espanha) 2752 pts
03 ex aequo. Joana Schenker (Portugal) 2336 pts
03 ex aequo. Teresa Almeida (Portugal) 2336 pts
05. Teresa Padrela (Portugal) 1831 pts

Depois de um hiato de dois anos, muito por culpa de desentendimentos entre patrocinadores e a família Aikau, o Eddie Aikau está de volta a Waimea Bay.
É, sem dúvida, um dos campeonatos de referência à escala mundial que oferece um dos mais cobiçados troféus, eventualmente um dos mais emblemáticos e de maior prestígio face à tradição e raízes do surf no Havai.
A cerimónia de abertura teve lugar na quinta-feira, 29 de novembro, em Waimea Bay, com o período de espera a verificar-se entre 1 de dezembro de 2018 a 2 de fevereiro de 2019.
A lista de convidados já foi divulgada e, entre os nomes, consta o do waverider Kainoa McGee. O havaiano é um ícone, atualmente é um dos nadadores-salvadores de serviço do North Shore de Oahu, mas em tempos foi considerado um dos melhores bodyboarders do planeta.
Hoje em dia faz de tudo um pouco, desde surf ao SUP sem nunca perder um dia de ondas em Pipe.
Kainoa McGee foi convidado para a competição como alternate, o que significa que está na lista de espera e só competirá em Waimea Bay se houver alguma desistência. Em todo o caso, só o facto de ser distinguido para figurar na lista de watermen do Eddie é uma verdadeira honra – não só para ele, mas também para a comunidade de bodyboarders.
Boa cena, Kainoa!
https://www.instagram.com/p/BhFn9VZFMxS/

Action taken from the french beachies displaying the talents of PLC, Yvon Martinez, Jeremy Arnoux, Capdeville brothers, Nico Capony, among others, but the aussies Ben Player and Lewy Finnegan as well.
Filmed and edited by Riraw Prod.

A edição 2018 do Quemao Class teve lugar esta quarta e quinta-feiras. A prova, que tem lugar no emblemático spot de El Quemao, na ilha de Lanzarote, Canárias, foi vencida este ano por Amaury Lavernhe.
O atleta gaulês empurrou o vencedor do ano passado, o canário Álvaro Padron, para o segundo lugar da final e conquistou assim um novo título depois de ter vencido o Frontón King em outubro. As ondas, essas, estiveram mais uma vez absolutamente incríveis.
Os resultados finais:
01. Amaury Lavernhe
02. Álvaro Padron
03. Ruyman Rey
04. Carlos Sainz

Em campeonato realizado no passado fim de semana, dias 24 e 25 de novembro, na região de Galdar, na ilha de Gran Canaria, foram apurados os nove campeões de Espanha em Bodyboard para 2018:
Sub 12 – Unay Ameneiros
Sub 14 – David Perez
Sub 16 – Javier Domínguez
Sub 18 masculino – Carlos Suárez
Sub 18 feminino – Teresa Padilla
Open masculino – Kevin Orihuela
Open feminino – Teresa Padilla
Master – Abián Perdomo
Dropknee – Alejandro Reyes
A prova decorreu em boas ondas no no pico de La Guancha – Playa del Agujero.

Terry McKenna, Tour Manager da Association of Professional Bodyboarders, entidade organizadora do Circuito Mundial de Bodyboard, refere que a modalidade está em crescimento, apesar do grande desafio que enfrenta: o seu financiamento. Com as grandes mudanças introduzidas este ano no World Tour, a APB espera reduzir custos e potenciar o espetáculo.
Entrevista cedida por Surf Clube de Viana/Shark News
Portugal é o país que realiza o maior número de provas do World Tour. A que se deve esta forte participação portuguesa?
O apoio que Portugal dá ao desporto é incrível. Eu acho que a APB World Tour é um ótimo veículo de promoção mundial para qualquer região. Na medida em que o custo/benefício de organizar um evento é sem dúvida proveitoso e difícil de bater, o retorno que se obtém é vantajoso. O facto de na Federação existir uma forte representação de bodyboarders também ajuda.
“A América do Sul e a Europa são as novas superpotências da modalidade”
O conceito de World Tour nasce, em 1994, quando Viana do Castelo recebeu a primeira competição de bodyboard fora do Havai. Este ano, foram introduzidas grandes mudanças no circuito. Quais são os principais resultados esperados com estas alterações?
Este ano o Circuito Mundial foi dividido em dois níveis, à semelhança do WSL: um circuito Grand Slam e depois o QEST Tour. Esta divisão foi criada principalmente para reduzir os custos associados a viajar ao redor do mundo para conquistar um título mundial. Também o formato de competição usado no Grand Slam foi mudado, para permitir mostrar as performances de alto risco e possibilitar aos atletas de topo uma ampla oportunidade de mostrarem as suas habilidades.
“Precisamos de mais apoio financeiro para alcançar os nossos objetivos”
O bodyboard tem vindo a crescer mundialmente?
Está a crescer em regiões onde não estaríamos à espera, como a Índia que, este ano, vai enviar um grande contingente para Portugal. A América do Sul e a Europa são as novas superpotências da modalidade, sempre com um grande número de representantes. Quanto à divulgação dos eventos através dos media, a APB regista números incríveis de assistência. Em Arica, este ano, o resumo do último dia do evento de bodyboard teve 10 vezes mais visualizações que o evento WSL, organizado no mesmo local. O bodyboard ainda é o gigante adormecido dos desportos de ação.
Quais são os grandes desafios que a APB enfrenta bem como o bodyboard?
Financiamento. Nós só precisamos de mais apoio financeiro para alcançar os nossos objetivos, mas encontrar esse dinheiro é mais difícil do que se possa imaginar.
“O bodyboard ainda é o gigante adormecido dos desportos de ação”
O surf será desporto olímpico em Tóquio 2020. O bodyboard também pretende ser modalidade olímpica? Que diligências estão a ser tomadas?
Neste momento, estamos a conversar diretamente com a ISA – International Surfing Association e o COI – Comité Olímpico Internacional sobre este assunto. Estamos esperançados que, em 2024, o bodyboard seja incluído como uma modalidade de demonstração.