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  • PRIMEIRO PRIME DO PRO TOUR NA 6ª FEIRA

    PRIMEIRO PRIME DO PRO TOUR NA 6ª FEIRA

    Foi lançado o call aos atletas para a primeira etapa Prime do Bodyboard Pro Tour 2014 a decorrer na Ericeira.

    O Ericeira Pro, prova organizada pela Associação Portuguesa de Bodyboard e pelo Ericeira Surf Clube, com o apoio institucional da Federação Portuguesa de Surf, tem data marcada para esta sexta-feira, dia 24 de outubro.

    A praia da Empa e os picos da Pedra Branca, Reef ou Backdoor são os cenários previstos para esta prova onde os 16 melhores do ranking disputarão o título.

    Segundo Nuno Olim, diretor do circuito, “Existe muita expetativa dos atletas em relação a este formato de competição e todos esperamos que as condições estejam perfeitas para um bom espetáculo de bodyboard.”

    Nuno Olim aproveitou ainda para lançar o apelo para que “o público venha até à praia ver ao vivo estes atletas.” De salientar também a presença de dois wild cards do Ericeira Surf Clube, Felipe “Cabrela” Raposo e Micael Neves.

    Nesta etapa será ainda realizada a finalíssima da categoria Dropknee com os atletas Nicolas Rosner, Rui Bonacho e Tiago Pimentão a ocupar os lugares cimeiros do ranking e com a disputa do título em aberto.

    O Bodyboard Pro Tour contou com um formato diferente este ano: cerca de 120 atletas nacionais lutaram previamente em quatro provas (Sagres, Açores, Santa Cruz e Cortegaça) por um lugar nas duas últimas etapas Prime a decorrer na Ericeira e Nazaré. Nesta fase, onde apenas participarão os 16 melhores do ranking, sairá o grande vencedor.


    Fotografia: Alexandre Cabrita

  • REEF AO NASCER DO DIA

    REEF AO NASCER DO DIA

    21/10/2014 – Tinha combinado com o Daniel [Fonseca], na foto, estar no Reef um pouco antes do nascer do dia. Mal cheguei, por volta das 7h20, deparei-me com ondas de 1m perfeitas.

    Entretanto, o Daniel chegou e preparámo-nos para entrar. Já não fotografava dentro de água há algum tempo, o que fez com que me sentisse ligeiramente enferrujado… mas, em todo o caso, aqui fica um dos registos desse dia.


    Texto & fotografia: Pedro Carvalho

  • FOTOGENIA EM DOSE DUPLA

    FOTOGENIA EM DOSE DUPLA

    19/10/2014 – Esta é uma onda que muita gente ou a maior parte só conhece para a esquerda, mas, na verdade, em dias muitos especiais, tem a capacidade de se transformar na direita mais fotogénica de toda a Ericeira.


    Texto: Nuno Cardoso | Fotografia: Vasco Lázaro | Facebook

  • HISTÓRIA EM VÍDEO

    HISTÓRIA EM VÍDEO

    Num destes dias um dos nossos leitores passou-nos a dica. Uma autêntica preciosidade, pois tratam-se de imagens únicas captadas no internacional de Pipeline em… 1984!

    Esta é uma verdadeira peça histórica dos primeiros anos da competição do bodyboard e de alguns dos seus pioneiros. Da parte que nos diz respeito, é uma honra podermos agora partilhá-la neste suporte.

    “The Beach Special” foi um programa transmitido originalmente na norte-americana ESPN em 1985.

  • JOÃO BARCIELA, A ENTREVISTA

    JOÃO BARCIELA, A ENTREVISTA

    Após o mundial em Sintra, o Ricardo Saraiva, um dos leitores que nos segue, enviou-nos uma mensagem a sugerir uma entrevista com João Barciela, em virtude do ótimo desempenho que este teve na Praia Grande.

    Sugerimos então algo ligeiramente diferente: que fosse ele próprio a entrevistar o atleta. O desafio acabou por ser aceite e nós apenas fizemos a ponte entre os dois. Eis então o resultado final dessa sinergia de vontades…

    Conta-nos um pouco do teu percurso até esta prova. Como tens vivido e sentido as etapas do mundial em Sintra?
    Comecei a fazer bodyboard em 1999 e desde então que sou um competir assíduo do mundial em Sintra. Comecei como espetador entusiasta, que vibrava só de estar perto de grandes nomes como Philip Rodrigues, Ben Holland, Ben Player, Jason Hazle, André Botha, Batata, Filipe Ochôa e outros tantos. Lembro-me perfeitamente de haver uma Vert Magazine com os atletas que participavam na prova e que tinha uma área dedicada aos autógrafos. Escusado será dizer que a tenho quase toda preenchida… Mais tarde, em 2004, participei pela primeira vez e desde então foram poucas as edições que falhei.

    Qual a sensação de ganhar a alguns dos melhores bodyboarders do momento?
    Nunca tinha chegado tão longe numa prova do mundial, portanto, nunca tinha tido a oportunidade de competir com os que considero os melhores do mundo. Foi uma experiência muito boa. Primeiro porque estava super motivado só de estar na água com eles. Depois, porque “pressão” não existe e a cada onda que apanhava não pensava em mais nada senão em superar a onda anterior. Só acreditei que tinha ganho a bateria com o Jeff Hubbard e do Jared Houston no dia seguinte. (risos)

    O que foi para ti participar nesta etapa mundial e perder na meia-final por 0.10 pontos?
    O heat com o Dave Hubbard foi brutal. Foi o competidor mais seguro e concentrado com quem competi até hoje. Acho que antes da bateria, durante o aquecimento, ele nunca olhou para mim. Esteve sempre na dele, muito tranquilo. Em relação ao heat propriamente dito, julgo que cometi dois erros que fizeram a diferença. Falhei uma manobra e escolhi uma onda errada quando tinha a prioridade. Perder por 0,10 pontos foi como se os juízes me tivessem dito que “estiveste quase lá, mas não podes cometer estes erros”.

    Como te preparaste para esta prova?
    Passei o verão com PureEmocean a dar aulas de bodyboard na Praia Grande e, por isso, sentia-me bem conectado com o mar. Quando fazia umas ondas tinha a supervisão do Zsolt [Lorincz] que estava lá sempre para me corrigir e aconselhar.

    Sendo o campeão nacional em título como te sentes com a falta de apoios que não permitem defender o título de igual para igual com os outros bodyboarders? O que esperas que traga este desempenho a nível mediático e emocional?
    Tenho a sorte de ter a NMD, Stealth e Zion, bem como o CRCQL, o Bana e a PureEmocean, que me apoiam a nível de material e que estou extremamente satisfeito. Agora a nível financeiro continuo sem ter nenhum apoio. Está etapa do mundial foi-me paga pelo meu irmão. É a realidade. Acho que depois disto e do “alarido” que já fiz, uma marca que invista em mim, já vai ter o retorno. Vai aparecer. O meu desempenho nesta prova serviu acima de tudo para provar que, se tivesse condições para treinar nas ondas que “eles” treinam, conseguiria disputar um lugar no top mundial.

    Saindo com este resultado, como vês o resto da época em que te encontras em terceiro mesmo sem teres participado na etapa dos Açores?
    Estou habituado a competir muito pela certa, arrisco pouco no nacional e esta prova do mundial veio dar-me uma confiança extra. Sinto-me confiante e cheio de vontade de entrar na água para defender o título.

    Por fim, como vês a nova geração de bodyboarders portugueses e que futuro tem o bodyboard em Portugal?
    Como sabem faço parte da família PureEmocean e, como os nossos atletas correm o Circuito Nacional de Esperanças, consigo estar bem por dentro do que se passa hoje em dia a nível nacional. No que toca a formação de novos atletas, estamos realmente bem entregues. É de louvar o trabalho feito por alguns treinadores que estão a conseguir transmitir não só o espirito de competição, mas acima de tudo a essência e o prazer de deslizar nas ondas. É impossível não falar do “jovem do momento”, Miguel Adão. Humilde, talentoso, persistente… Está a surfar muito. Em relação ao futuro do bodyboard em Portugal, isso já é mais complicado… mas continuo a acreditar que depois do espetáculo que vão ser as provas Prime algo vai acontecer!
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    Texto: Ricardo SaraivaFotografia: Pedro Patrício | Facebook

  • JACOB ROMERO EM SINTRA

    JACOB ROMERO EM SINTRA

    17/10/2014 – Jacob Romero é daqueles bodyboarders que ou se gosta muito, ou não se gosta de todo. Não como pessoa, obviamente, mas sim pela abordagem e estilo no que toca às ondas.

    Se é verdade que transporta em si um estilo que não apela aos olhos e muita gente, é inegável que este underdog havaiano voa como poucos. É por esta característica singular que se torna impossível desviar o olhar sempre que ele rasga uma onda, seja ela de meio ou três metros.

    O Pedro Miguel Rodrigues não foi indiferente às estiradas de Romero durante o Sintra Portugal Pro e a cada heat em que o havaiano participava, o fotógrafo tinha a câmara pronta para captar qualquer truque da cartola que saísse daqueles drops. Esta é uma dessas chapas.

    Não podia vir para casa sem uma boa manobra do mestre Jacob Romero. Infelizmente as oportunidades que tenho para o fotografar são bastante reduzidas. Assim que o heat deu início, subi o ISO da minha D7000, pois o céu estava bem cerrado, e comentei comigo próprio que não podia deixar fugir um bom registo. No decorrer do heat o meu foco esteve sempre neste homem, até que surge uma bela direita a terminar com uma excelente junção, proporcionando este registo que me deixou realizado.


    Texto & fotografia: Pedro Miguel Rodrigues / PMR-Photography | Facebook

  • ANDREW LESTER VENCE S.I.C. 2014

    ANDREW LESTER VENCE S.I.C. 2014

    Começou ontem, por volta das 23h, e até contou com transmissão em direto via site da APB (Association of Professional Bodyboarders).

    Num dia de sol e algumas ondas, mais do que a competição em si, o Shark Island Challenge voltou a celebrar a amizade e o convívio, e ainda as maravilhas desta pequena prancha entre a comunidade australiana de bodyboarders.

    O evento teve lugar pela décima oitava vez e, embora não se tenham visto ondas muito grandes, acabou por decorrer em slabs de até metro e meio, bem redondas e apetitosas q.b. para as caraterísticas que um desporto como o bodyboard procura.

    A maralha local foi protagonista de alguns dos melhores momentos, pois soube aplicar o conhecimento local sempre que este se exigia e com extrema eficácia, e talvez por isso não seja de estranhar que um dos seus discípulos tenha saído em primeiro lugar.

    Referimo-nos, obviamente, a Andrew Lester, ex-campeão aussie que deixou bem claro que continua aí para as curvas. Nesta versão 2014 do S.I.C., Andy destacou-se da concorrência e, apesar de ser um dos mais medalhados riders australianos de sempre, a verdade é que nunca tinha vencido em Shark Island.

    O aussie junta-se agora à extensa lista de vencedores onde figuram grandes nomes da história do bodyboard como Guilherme Tâmega, Mike Stewart, Damian King, Steve Mackenzie, Dave Winchester, Ben Player e Ryan Hardy, entre outros.

    Resultados finais:

    1. Andrew Lester 98.5 pts
    2. Shaun Peterson 83.9 pts
    3. Shau Pyne 80.6 pts
    4. jason Finlay 79.9
    5. Alex Leon 78.9
    6. Lachlan Cramsie 78.8
    7. Nick Ormerod 76.9
    8. Michael Novy 75.9
    9. Josh Kaihe 71.8
    10. Winston McCall 71.4


    Fotografia: Grant Trouville

  • A TEMPESTADE (IM)PERFEITA

    A TEMPESTADE (IM)PERFEITA

    Para os que gostam de seguir a previsão e as nuances meteorológicas que a mãe natureza vai cozinhando ao longo das várias estações do ano, eis um clipe fantástico que mostra bem a potência da tempestade que se está a formar neste preciso momento no Atlântico (N.A.: O vídeo contempla também imagens dos furacões Fay e Gonzalo).

    Elaborado graças à captação de frames de um qualquer satélite no espaço, o vídeo deixa antever o que se aproxima da costa portuguesa.

    No entanto, desenganem-se aqueles que pensam que vão ser dias e dias seguidos de surf e ondas, pois o vento sudoeste que irá acompanhar a depressão até sábado não deixará muita margem de manobra. Apesar de ser um swell sólido e consistente de 5 metros.

    Em todo o caso, é usar a imaginação e tentar descobrir que spots funcionam em Portugal com vento sul. O Norte de Espanha, Mundaka e afins, seguramente que também irão debitar sessões altamente clássicas.

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