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  • BODYBOARDERS NA LISTA DAS DESPORTISTAS “MAIS GATAS”

    BODYBOARDERS NA LISTA DAS DESPORTISTAS “MAIS GATAS”

    Já há algum tempo que as mulheres estão a vir com tudo no mundo desportivo e, aproveitando os últimos dias do ano, um site desportivo brasileiro lembrou-se de eleger as desportistas “mais gatas” do país.

    A dita lista cruza desportos tão díspares como o futebol, voleibol, jiu-jitsu, natação, remo, surf e taekwondo, mas nela encontram-se duas bodyboarders que não passaram ao lado dos olhares do júri.

    Nicolle Calheiros (na foto), do Rio de Janeiro, e Paola Simão, de Niterói, foram as eleitas, juntando-se assim a Cláudia Gonçalves e Bruna Schmitz, no surf, Luciane Escouto e Mari Paraiba, no voleibol, Kyra Gracie, no jiu-jitsu, Luana Bartholo, no remo, Talisca Reis, no taekwondo, entre outras, numa lista que contém nada mais nada menos do que 18 distinções.

    No final, como bem sabemos, isto vale o que vale, mas é sempre bom saber que as gatas do nosso desporto não são esquecidas no mundo do desporto.

    Boa terça-feira!

  • TUBÃO EM CARCAVELOS

    TUBÃO EM CARCAVELOS

    No passado sábado, 31 de janeiro, a Praia de Carcavelos debitou umas ondas bem engraçadas que resultaram em autênticos tubões para muitos dos bodyboarders presentes. Numa imagem conseguida de perspetiva própria (POV – Point of view), Bruno Santos mostra-nos um dos canudos que atravessou.

  • G-SHOCK ASSOCIA-SE À OPERAÇÃO NARIZ VERMELHO

    G-SHOCK ASSOCIA-SE À OPERAÇÃO NARIZ VERMELHO

    A Casio G-Shock lançou uma campanha de solidariedade social a nível nacional em parceria com a Operação Nariz Vermelho. Por cada G-Shock S Series Dourado vendido até ao próximo Dia dos Namorados, 5 euros revertem a favor da Operação Nariz Vermelho. O ator Miguel Costa será o padrinho desta iniciativa e estará presente na cerimónia de entrega deste donativo à Operação Nariz Vermelho.

    A Operação Nariz Vermelho é uma Instituição Particular de Solidariedade Social oficialmente constituída em 2002. O principal propósito é assegurar de forma contínua um programa de intervenção dentro dos serviços pediátricos dos hospitais portugueses, através da visita de palhaços profissionais. Estes artistas, têm formação especializada no meio hospitalar e trabalham em estreita colaboração com os profissionais de saúde, realizando atuações adaptadas a cada criança e a cada situação.
    Com esta campanha de solidariedade social a Casio pretende ajudar a Operação Nariz Vermelho a continuar o seu fantástico trabalho de levar alegria às crianças que se encontram hospitalizadas.

    Os novos G-Shock S Series foram especialmente desenhados para as mulheres contemporâneas que personificam o espirito independente e corajoso do relógio mais robusto do mundo. Ao reduzir ligeiramente o tamanho da caixa, encurtando a bracelete e adicionando um toque feminino estes novos relógios são um acessório de moda perfeito para as mulheres dos nossos dias. Os relógios estão equipados com cronómetro, hora mundial, alarme, calendário automático e resistência à água 20 bar. PVP: 99€.

  • CAPE TOWN AIR TIME

    CAPE TOWN AIR TIME

    02/02/2015 – Decidimos iniciar o mês de fevereiro com algo diferente e bem apelativo. Um enorme invert realizado pelas frias águas da Cidade do Cabo, na África do Sul, com um dos locais, Allan Horton, a destacar-se da concorrência mostrando que a evolução do bodyboard é claramente global e acontece a um ritmo diário um pouco por todo o lado.


    Fotografia: Simon Heale

  • Conhece a Fotografia de Tó Mané

    Conhece a Fotografia de Tó Mané

    Mais uma galeria da série “Boogie Frames” cujo autor dispensa apresentações. António Manuel de Sousa Vieira e Silva, 40 anos, mais conhecido por Tó Mané, natural da Cidade Invicta relembra como começou a fotografar:

    “Desde muito cedo, fui influenciado pelo meu avô que tinha na Fotografia uma das suas paixões. Ele tinha várias máquinas fotográficas, que na altura eram todas analógicas e manuais. Comecei a fotografar tudo o que me chamava atenção, desde paisagens, retratos, etc. Desde aí, comecei a brincar com tempos de exposição e aberturas. As máquinas ainda tinham aquele ponteiro do fotómetro e foram estas experiências “brincadeiras” que me deram uma grande bagagem a nível técnico.”

    Quando e por que é que começaste a fotografar bodyboard?
    Como comecei a surfar em 1988 é natural que a fotografia refletisse o meu quotidiano, o bodyboard no Norte na altura era muito forte e com um nível superior ao surf. Foi aí que começaram a surgir as minhas primeiras capas na Vert.

    O que têm a fotografia e o bodyboard que te atraem?
    Na fotografia como no bodyboard todos os dias são diferentes, as ondas a luz e as manobras suprendem-nos constantemente.

    Que outras paixões tens além da fotografia e de que modo se refletem no teu trabalho?
    Adoro viajar, principalmente de carro porque vejo lentamente a mudança da paisagem e das gentes. Adoro experimentar novos sabores, cheiros e culturas. Isto talvez me dê a inspiração para o que faço. Neste momento pratico Jiu-Jitsu o que me leva a uma paz de espirito e voltei a reencontrar a pica que sentia quando comecei a surfar. Adoro também tratar da minha horta que plantei no meu terraço e passar tempo com a minha família e amigos.

    O que fazes para viver e onde se encaixa a fotografia?
    A fotografia é o que faço para viver. É uma paixão que se tornou profissão.

    O que é que te influencia? Que fotógrafos servem de referência?
    Tudo me influencia, adoro ver novas imagens e no nosso tempo estas estão mais disponíveis por causa das redes sociais. Não importa qual seja o fotógrafo, com uns aprendes o que fazer e com outros as novas maneiras de ver as coisas.

    O que é que te dá mais pica de fotografar no bodyboard?
    Nunca tinha pensado nisto desta maneira, mas ao pensar nisso o que sinto é igualmente gratificante seja uma grande manobra, uma grande onda sem ninguém ou um bodyboarder a contemplar simplesmente um sol fabuloso. Uma boa fotografia preenche-me…

    Quem é o teu rider favorito de fotografar? E onda?
    A empatia entre um rider e o fotógrafo é uma das chaves de ouro para alcançar o sucesso. Nos meus longos anos de fotografia os riders que se evidenciaram foram o meus queridos amigos Rui Ferreira, que vejo como sendo o bodyboarder mais talentoso que Portugal já alguma vez teve, e o atirado “psico” Ricardo Faustino. As ondas podem ser grandes slabs como grandes triângulos, o que importa é que os riders possam dar espetáculo para que possa fotografar.

    Onde publicas e partilhas o teu trabalho?
    Publico na Vert assim como em todas as revistas e sites de bodyboard no mundo. Também podem visitar o meu Facebook, Instagram e site (links em rodapé).

    Alguma vez fizeste bodyboard?
    Já apanhei umas ondas de bodyboard. Uma vez troquei a minha prancha de surf com a de bodyboard do Faustino, numa slab na zona centro do país, e divertimo-nos à grande. Cheguei a mandar uns valentes tubos.

    Descreve-nos o que seria para ti a chapa perfeita.
    Neste momento, preocupo-me em ter uma visão própria onde tento enquadrar o bodyboarder na sua manobra plástica, com detalhes de luz, contrastes e enquadramentos, que chamem a minha atenção. Aí sai a foto perfeita! xxx


    Para acompanhar o trabalho de Tó Mané basta seguir: Facebook | Instagram | Site Oficial

  • SHOW REEL SUL DA AUSTRÁLIA

    SHOW REEL SUL DA AUSTRÁLIA

    Mais um vídeo da Austrália, um verdadeiro show reel produzido por Andrew Cassidy, que nos  mostra alguns dos melhores riders aussies em ação pela costa sul do país. 

  • DOCE DEZEMBRO

    DOCE DEZEMBRO

    31/01/2015 – Amanhã já é fevereiro e, embora já tenha passado muito tempo desde o registo da presente imagem, a verdade é que ainda conseguimos sentir no rosto o offshore gelado daquela fantástica semana de dezembro que antecedeu o dia de Natal.

    Nesta sessão em especial, tida na Cova do Vapor, que até contou com a presença do ex-campeão mundial Pierre-Louis Costes, foi um rider da Ericeira, Filipe “Cabrela” Raposo, que se destacou do crowd.


    Texto: Miguel Santos

  • TEMPO DE INVERNO

    TEMPO DE INVERNO

    31/01/2015 – Com a chegada do frio, do vento e da chuva, em algumas zonas até de neve, enfim, do tempo típico de inverno, as saudades do verão e do calor aumentam exponencialmente. Em todo o caso, aconselhamos alguma calma e paciência, relembrando sempre as vantagens da presente época, do vento offshore e do swell que esta regularmente encaminha até à costa.

    A presente imagem, conseguida no norte de Espanha com Kako Garcia a entubar em Dk, é um bom exemplo que o céu nublado, o frio e os dias cinzentos também conseguem produzir a sua dose de beleza no mundo do bodyboard.


    Texto: Irene Aneiros