A film about the humble beginnings in bodyboarding of the Chilean rider Jordan Villalba and the sacrifices needed to reach great things.
Blog
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Barrels & beatings
Follow filmmaker Dave McMaster as he goes around Cape Town in search of World class waves. In this video Winter kicks off with a massive swell.
Enjoy the madness!
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Os Vulcan V2 revistos por Isabela Sousa
Os bodyboarders devem sentir que os pés de pato são uma extensão do seu pé e que funciona como um todo.
Os Vulcan V2 foram idealizados através de uma tecnologia moderna, inspirada nos elementos visuais de um pé de pato assimétrico, mas desenhados de forma a otimizar a comodidade e a propulsão.
A tecnologia usada no modelo V2 proporciona um rendimento de propulsão superior. É o modelo que mais atrai os bodyboarders experientes e com performances mais apuradas.
Eis o que Isabela Sousa, 4x campeã mundial, nos contou:
“O V2 são uns pés de pato completamente diferentes de todos as outros existentes no mercado. Foi desenvolvido com muita atenção para aliar conforto e performance. Sempre tive que escolher entre um pé de pato confortável ou veloz. Particularmente, prefiro uma nadadeira que proporcione muita velocidade. Fiquei surpresa quando experimentei os V2 pela primeira vez, a Vulcan conseguiu juntar de forma harmoniosa os dois maiores dilemas dos bodyboarders.”
SEE A SELECTION OF FINS HERE.
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Dormir bem dá qualidade de vida
Uma boa noite de sono, em conjunto com bons hábitos alimentares e físicos, é indispensável para uma vida saudável.
Sabes quantas horas deves dormir?
Segundo a National Sleep Foundation, recém-nascidos (até 3 meses) entre 14 a 17 horas por dia; crianças (2-12 anos) entre 10 a 13 horas; jovens (14-17 anos) entre 8 e 10 horas; jovens adultos (18 a 25 anos) entre 7 e 9 horas; adultos (26-64 anos) entre 7 e 9 horas; e idosos (+65 anos) entre 7 e 8 horas.Um sono de qualidade pode ser reparador e ajuda a revitalizar o bem-estar físico e psicológico, a repor a energia perdida no dia-a-dia, a regenerar o sistema celular e reforçar o sistema imunitário. Todos os processos de crescimento e adaptação ao exercício físico acontecem durante o sono.
Se a qualidade deste não for boa poderá verificar-se um descontrolo metabólico que poderá levar à irritação, fadiga, massa gorda, predisposição a doenças cardiovasculares, diabetes e hipertensão, e até mais apetite por doces.
Isto não é tudo, pois se o sono não for reparador haverá menos concentração, memória, raciocínio, rendimento e performance, humor, defesas imunológicas, massa muscular.
Por isso, de forma a melhorar a qualidade do sono, podemos recorrer a alimentos relaxantes antes de dormir (ex.: infusões de ervas como o jasmim, flor de laranjeira, camomila, hortelã, aveia, couves, alface, iogurte natural, amêndoas, sementes de abóbora, ovo, abacate, etc.).
Como a claridade interfere na produção de melatonina (hormona responsável pela regulação do sono), é de procurar manter o ambiente do quarto escuro, além de que devemos evitar o consumo de estimulantes (café, chás preto/verde/vermelho/branco, picantes, gengibre, guaraná) e falsos calmantes como é o caso do vinho (álcool).
Também devemos desligar todos os aparelhos electrónicos antes de ir dormir e, como o corpo humano gosta de rotinas, é essencial ter uma hora para deitar e outra para acordar. xxx
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Diamante em São Conrado
A manhã do dia 18 de junho vai ficar marcada na história do Bodyboard. Foi uma manhã abençoada no litoral carioca, com grandes ondas surfadas num dia super intenso e desafiador.
Depois de três meses sem apanhar ondas por conta do isolamento social (devido à Covid-19), fomos presenteados com um swell grande, de período bem alto de 15 segundos e direção de sul/sudeste. Uma previsão fora dos padrões brasileiros.
Acordei às 5 horas da manhã, vesti-me e fui direto para São Conrado, praia onde treino diariamente. Ao chegar em São Conrado vi que as ondas estavam em torno dos 2 metros, com séries maiores mas com uma maré bem seca, deixando as ondas ainda mais quadradas do que de costume. Uma condição na verdade bem perigosa, pois o risco de bater no fundo é muito grande, caso ficássemos em algum tubo ou não completássemos alguma onda.
Preparei-me e fui para água na companhia dos meus amigos e companheiros de mar grande – Eric Poseidon, Pablo Ricardo, Thiago Vilela e Victor Dubois. Na areia, comecei a alongar e vi que estava realmente grande, vi que esse era o dia que eu teria oportunidade de pegar uma onda animal, um tubão, ou melhor dizendo um camião.
Dito e feito, mas como de costume nessas condições, tive que tomar muito caldo e muita onda na cabeça para encontrar a onda do swell, o verdadeiro “Diamante”.
Fiquei duas horas e meia na água e apanhei quatro ondas, mas foram quatro tubos enormes, sendo que as três primeiras foram tubos longos e largos. A terceira onda em especial, foi muito larga e oca, fora do normal e dos padrões que estamos acostumados. E assim continuei a acreditar que iria conseguir apanhar uma onda boa. Eu sabia que seria uma onda espetacular se eu pegasse a onda certa.
Até que então o que eu tanto esperava apareceu no horizonte, a partir do momento em que vi a onda sabia que seria perfeita, pois ela encaixou perfeitamente na bancada, mas com um porém, tinham uma dupla fazendo tow-in um pouco mais para fora e nesse momento o piloto e amigo Wagner Beta voltava para o fundo, foi quando me dei conta que ele estava exatamente na linha da onda, no mesmo momento eu pensei: “não acredito que agora que veio a onda a marola do jet vai-me atrapalhar?”
Por sorte, ele é experiente e pensou da mesma forma, percebeu o mesmo e parou de acelerar para não formar essa marola que iria me atrapalhar e deformar a onda que estava simplesmente perfeita. Depois desse primeiro momento comecei a remar e, logo quando comecei a remar, o meu amigo Victor Dubois gritou para eu ir.
Depois disso eu tinha certeza que a onda seria absurda, e não deu outra, dei uma cavada no limite da base e quando eu coloquei no trilho do tubo já começou a rodar uma espiral muito larga e longa, onde eu tracei uma linha e só foquei nela. A primeira secção eu passei com uma velocidade enorme e nesse momento veio a primeira baforada, onde não consegui ver mais nada. Como estava bem posicionado e a onda não tinha nenhuma espuma branca para me atrapalhar, continuei na mesma linha, quando consegui ver novamente eu só vi uma saída bem na frente.
É nesse momento, em que vejo a porta de saída, que sai uma outra baforada e eu só consegui ver de novo quando saí do tubo em “full speed”! A sensação é indescritível, pois estava literalmente em êxtase. Eu sabia que tinha acabado de apanhar uma onda igual a Pipeline, sem sombras de dúvidas.
Sai da água e fui direto para o calçadão falar com os videomaker e fotógrafos Anderson Guerreiro e Rafael Gomes que estavam a vibrar com a imagem e com a onda que eu tinha acabado de surfar. Para minha alegria, ambos apanharam todos os momentos da onda, do início ao fim, um em vídeo e o outro em fotografia. Ao ver as imagens tive a certeza: tinha acabado de apanhar uma onda igual a Pipe.
Quero agradecer ao Salvemos São Conrado por cuidar e sempre procurar melhorar a nossa praia, aos meus amigos e grandes profissionais Anderson Guerreiro e Rafael Gomes, e também aos meus amigos e parceiros de treinos, principalmente em dias grandes e desafiadores como esse, Éric Poseidon, Thiago Vilela e Victor Dubois.
Texto: Alexandre Cruz @actreinosurf
Vídeo: Anderson Guerreiro @anderson_guerreiro_photo
Fotografia: Rafael Gomes @raalf22
Agradecimentos especiais: Salvemos São Conrado, Erizos Brasil, Anderson Guerreiro e Rafael Gomes. -

Non-stoping sessions at the Wedge
We’re living crazy times all over the World, but the Newport crew have been lucky and keep their sanity in a good place as The Wedge has been pumping for weeks. Just press play!
Images by Alex Perez, Jamie Rose, Beefs Official & Brent Weldon
Edit by Craig Whetter -

Super last swell with Levi
After a month without proper waves, Supertubos in Peniche went chaotic but also good as hell on May the 23rd. WATCH Pedro Levi latest edit. xxx
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O dia em que o Leme lembrou o Havai
Na passada quinta-feira um swell de sudeste encostou na orla do Rio de Janeiro dando azo a bons momentos de ação, boas imagens e sessões absolutamente incríveis.
Segundo os locais, fez lembrar até o Havai, principalmente no Leme (zona sul do Rio) onde o offshore e os picos triangulares proporcionaram momentos únicos e que perdurarão na memória por muito tempo.
Não é à toa que os locais chamam o pico de “PipeLeme”.
Aproveitamos para partilhar dois vídeos. Em cima, podemos ver Henrique Pinguim, conceituado fotógrafo brasileiro, a falar deste dia de características tão especiais.
Em baixo, imagens do dia seguinte, sexta-feira, ainda com boas ondas embora mais pequenas. Recordemos então…
