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  • Slabby Cape Verde 

    Slabby Cape Verde 

    Watch the local crew on a recent swell. 

    A couple weeks ago Cape Verde received a pretty solid swell which turned on the local bodyboarders – such as Jason Mascarenhas, Ricardo Costa, Moncaliss Monteiro and a few more – and a special (secret) slab who was absolutely on fire and perfect for bodyboarding. 


    All photos by Marco Canu | @fluctus_shot

  • Prancha de Ben Severson vendida por mais de 11 mil dólares

    Prancha de Ben Severson vendida por mais de 11 mil dólares

    Uma das pranchas que Ben Severson levou a leilão esta semana foi nada mais nada menos do que a primeira prancha da sua linha pessoal feita na conhecida BZ, a Ben Severson signature número 001. 

    A coisa prometia, tendo em conta que em leilões anteriores algumas pranchas chegaram a ser vendidas entre os 2 e 4 mil dólares, mas as expectativas para este último leilão acabaram por ser superadas… em muito. 

    A licitação, obviamente, foi intensa e começou com uma licitação inicial de 699 dólares, chegando rapidamente aos 8 mil dólares. A alguns minutos do fim, numa licitação que foi moderada por Steve “Action” Jackson e Manny Vargas, entre outros, a coisa ganhou outro élan, com uma última brava e totalmente inesperada licitação de… 11,005 dólares (= 9.281 euros)!

    E desta forma a BZ Ben Severson 001 passou a ser a prancha de bodyboard mais cara do Mundo vendida até hoje – comprada por James McQuacker, de naturalidade australiana segundo consta. 

    Nas contas finais da brincadeira, avaliando pelos leilões anteriores, Ben Severson amealhou um belo pé de meia no valor de + 35 mil dólares e mais uns trocos porque também foram vendidos uns quantos posters pelo caminho.

    Parece mentira, mas é tudo verdade. E sim, estamos efetivamente em 2020. 

  • Gold Coast Bodyboarding

    Gold Coast Bodyboarding

    Bodyboarding action from the past 18 months in the Gold Coast, Australia. Riders: Matt Lackey, Joe Clarke, Liam O’Toole, Mitch Rawlins, Jackson Close and more.

    Enjoy!

    Filmed & edit by SurfOnMars

  • Calendário competitivo da FPS termina em outubro

    Calendário competitivo da FPS termina em outubro

    Com o risco de uma segunda vaga de COVID-19 a pairar sobre as várias provas do calendário federativo, nas várias modalidades e escalões, FPS faz “esforço sobrehumano” para conseguir resultados fiéis à verdade desportiva, afirma o seu presidente, João Aranha.

    A Federação Portuguesa de Surf, apoiada pelas várias entidades associadas, com clubes e associações à cabeça, e confrontada com a possibilidade de uma segunda vaga de COVID-19 nos meses de outono e inverno, estipulou um calendário competitivo “ambicioso” que concentra a esmagadora maioria das provas das modalidades que tutela e todos os escalões etários no período até finais de outubro (terminando com a quarta etapa do Nacional de Bodyboard).

    O calendário passa assim quase incólume, com exceção feita à Taça de Portugal de Surfing que, pelo “timing” e logística envolvidos, com centenas de atletas concentrados num só local, foi cancelada por óbvias razões de segurança.

    De realçar também que as modalidades de promoção e de categorias não open (Esperanças) terão os títulos atribuídos em provas únicas.

    “É um esforço sobrehumano”, começa por dizer João Aranha, presidente da direção da Federação Portuguesa de Surf, acrescentando: “É um plano ambicioso, montado sobre os ombros dos nossos clubes, associações e, no fundo, de todos os federados, que mostra bem a enorme vitalidade e capacidade organizativa do surfing em Portugal. Obviamente, este não é um ano normal, estamos a atravessar um dos momentos mais difíceis da história do desporto moderno e seria simples baixar os braços e não fazer nada. Mas esse não é o nosso espírito e também temos noção do papel importantíssimo que as nossas modalidades têm no desenvolvimento dos nossos jovens atletas mas também na promoção da costa portuguesa como destino de excelência para quem quer praticar as nossas modalidades. O Desporto precisa de nós e o país precisa de nós. Não os vamos deixar mal.”

    Circuito Nacional Bodyboard Esperanças (Formação)

    5 de outubro, Carcavelos, FPS/AquaCarca

    Circuito Nacional Bodyboard Esperanças (Competição)

    10 e 11 de outubro, Povoa de Varzim, FPS/CNP

    Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola 2020

    1ª etapa, 22 e 23 de agosto, Santa Cruz, FPS/Sealand

    2ª etapa, 19 e 20 de setembro , Peniche, FPS/PPSC

    3ª etapa, 3 e 4 de outubro, Nazaré, FPS/CDAN

    4ª etapa, 24 e 25 de outubro , Póvoa de Varzim, FPS/CNP


    Fotografia: Nuno Nóbrega & Vanlife Productions

  • Maria Balsemão volta a destacar-se em evento na Gold Coast

    Maria Balsemão volta a destacar-se em evento na Gold Coast

    Depois de se ter destacado na etapa inaugural do Gold Coast Bodyboard Club, realizada em D-Bah no final de julho, conseguindo alcançar duas finais e vencendo uma (Senhoras), a portuguesa Maria Balsemão volta a dar que falar entre a comunidade de bodyboard aussie. 

    Acontece que na segunda etapa, realizada no último fim de semana novamente em D-Bah, a jovem bodyboarder de 15 anos voltou a dar nas vistas ao repetir a façanha, marcando presença uma vez mais em duas finais de categorias distintas.

    Desta vez a vitória veio na divisão Cadetes tendo ficado na terceira posição em Senhoras (que foi vencida por Jessica Noal). 

    Nas restantes categorias em disputa, Liam O’Toole venceu frente a Ryan Hardy na Open, Brett Dalton na Dropknee, Paul Weston na Masters, Grant Nutter nos Homens, Tobey Ring nos Juniores e Warwick Leese na Grand Masters. 

    Faltam agora três etapas para selar de vez o circuito da Gold Coast e, a julgar pelos resultados destas duas primeiras etapas, a Maria Balsemão vai bem encaminhada para conseguir um grande resultado no ranking final. 

    Vamosssss! 

    https://www.instagram.com/p/CDbTe_OJBC6/

  • Nuno Lopes e a revolução no Circuito Nacional de Bodyboard

    Nuno Lopes e a revolução no Circuito Nacional de Bodyboard

    O Circuito Nacional de Bodyboard vive uma bem-vinda revolução em 2020. Mesmo lidando com uma pandemia inédita neste século, e com um arranque adiado vários meses (de março para agosto), o CNBB2020 promete fazer história com um calendário sólido e uma estrutura de comunicação e imagem de dimensão nunca vista. Algo a que, a julgar pelo buzz que vemos nas redes sociais e em conversas no seio da comunidade, será recompensado com uma adesão como não se conhecia há vários anos.

    Os responsáveis do costume são a Federação Portuguesa de Surf e os clubes organizadores, mas com inestimável ajuda de um inesperado recém-chegado a estas andanças: Nuno Sousa Lopes.

    Empresário de 48 anos, pai do jovem Rodrigo Lopes (campeão europeu Pro Junior em 2017), apaixonado pelo mar e, especialmente pelo Bodyboard, que considera “a mais espetacular modalidade de desportos de ondas”, Nuno Lopes assumiu, de há dois anos para cá, o papel de despertador do “gigante adormecido”.

    Em 2019, após firmar com a FPS um acordo de cedência de direitos de imagem do Nacional de Bodyboard, Nuno Lopes e uma pequena equipa ensaiou o primeiro ensaio de organização do Nacional, com assinalável sucesso, mas em 2020, com a entrada do patrocinador principal Crédito Agrícola, entre outros sponsors, a ambição é maior.

    “O que se procurou fazer foi dotar o projeto com as peças certas nos lugares certos, mesmo com grandes limitações orçamentais. Procurámos pessoas competentes nas áreas de design, gabinete de comunicação, câmara, som, realização. Montámos um pequeno projeto, com profissionais motivados e experientes que nos permitissem ter algum conforto nos resultados e ambição de crescimento”, explica Nuno, que destaca como grande novidade de 2020 a introdução inédita de transmissão em direto, via webcast, de todas as quatro etapas do Nacional (Santa Cruz, Peniche, Nazaré e Póvoa de Varzim).

    “A equipa de produção que vai garantir a comunicação do circuito é constituída por 14 pessoas, com gabinete de imprensa, redes sociais e componente audiovisual; uma operação multicâmara com cinco câmaras em simultâneo, repetições e grafismos desenhados especificamente para o efeito”, pormenoriza.

    Um dispositivo que, a somar ao aumento substancial dos prize money envolvidos (triplicam relativamente à média do ano anterior), promete atrair a nata do bodyboard nacional.

    Isto, no meio de uma pandemia que também obrigou Nuno Lopes a recorrer a uma empresa especializada para a elaboração de um plano de contingência e segurança que se conta entre os mais sólidos do género e que será implementado em conjunto com a FPS e clubes.

    Este é o projeto e os resultados até ao momento, mas quem é o homem por trás desta nova vida do bodyboard nacional, que parece respirar como nunca, no meio de uma crise de saúde pública e também da própria modalidade, que este ano se prepara para não ter um circuito mundial.

    “Sou, essencialmente, um apaixonado pelo bodyboard, acho que é a melhor maneira de me descrever”, atira Nuno Lopes com o sorriso bem-disposto que normalmente pontua o seu metro e noventa por essas praias do país, normalmente atrás de uma câmara fotográfica ou de vídeo.

    “A primeira experiência com o bodyboard foi nos anos 80, com 12 ou 13 anos, no eixo entre Ericeira e Santa Cruz, com uma prancha de esferovite debaixo do braço. Isto até aos 17, quando a pesca submarina e o mergulho me levaram ’emprestado’ durante uns bons anos”, vai contando.

    O regresso em força ao bodyboard aconteceu por mão do filho, Rodrigo. “Em 2009, o meu filho foi fazer um ATL e um dos protocolos foi com uma escola de surf e bodyboard em Carcavelos. Aí conheceu o Paulinho Costa e… foi uma doença à primeira vista que ainda perdura e que arrastou o pai com ele, como companheiro de ondas, motorista, mas sobretudo como fotógrafo e depois videomaker, recorda.

    Foi com a câmara atrás que Nuno Lopes seguiu os Nacionais de Esperanças, os Europeus, posteriormente o Open e foi tomando o pulso à modalidade. E não gostou do estado do paciente.

    “Não tinha noção do ‘estado da arte’ da modalidade, mas percebi que havia muito trabalho e empenho nos miúdos e privei com pessoas como Bernardo Abreu e João Imaginário e fui também percebendo que existia uma assimetria substancial de recompensa e visibilidade com o surf”, confessa, acrescentando:

    “Percebi que não havia uma linha condutora estável e transversal na comunicação dos eventos e depois de muitos quilómetros, horas de clipes de vídeo e milhares de fotografias, abordei a FPS para uma parceria para garantir imagem e comunicação, com material a passar na imprensa especializada, mas também generalista e desportiva, redes sociais, e um protocolo com a Bola TV para lançamento das provas e o seu resumo.”

    Montado o projeto e compilado um portfólio, Nuno Lopes encetou uma ronda de contactos com resultados animadores: “Garantimos a entrada do Grupo Crédito Agrícola, o MEO, a Miramar Bodyboard Shop e a Pride Bodyboards. Entidades que nos permitem encarar este ano com otimismo e tiveram a generosidade e resiliência de enfrentar esta tempestade que se abateu sobre nós com a pandemia e levou a um atraso de 6 meses do arranque do circuito.”

    E Nuno Lopes agora já pensa mais além: “O objetivo, agora, é ultrapassar os limites do público core do Bodyboard e mostrar a espetacularidade e entrega dos atletas para quadrantes que não o conhecem. Temos estratégias e estamos a montar os meios. Só precisamos da ajuda de todos os envolvidos, da FPS aos atletas. Se assim for, estou convicto que o sucesso está praticamente assegurado.”

    Nuno Lopes acompanhou o filho, Rodrigo, desde a primeira hora no  Bodyboard e foi com ele que conheceu a maior parte dos atletas que correm o Circuito Nacional de Esperanças e Open e o espírito de solidariedade e “família” que diz ter encontrado no Bodyboard.

    A esse propósito conta um episódio: “Há meia-dúzia de anos, numa incursão por Supertubos, cheguei à praia às 7h da manhã com o Rodrigo e dois dos seus amigos. Estava um frio de rachar as pedras da calçada e um deles só tinha um short. Nisto, estava um senhor a dar aulas e quando viu aquilo foi buscar um fato dele e emprestou-lho. No final da sessão, fui a casa dele entregar-lhe o fato. Esse senhor que não hesitou em emprestar um dos seus fatos chama-se Hélio Conde [conhecido no meio como ‘Laranja’ e campeão nacional de Dropknee em 2019]. A atitude dele marcou-me até hoje.” xxx


    Por Carlos Mariano/FPS

  • Kekaaii, os biquínis feitos com plástico retirado dos Oceanos

    Kekaaii, os biquínis feitos com plástico retirado dos Oceanos

    A KEKAAII é um projeto de Inês Carvalho e Diogo Marreiros que consiste na criação de biquínis com materiais recicláveis, neste caso com plástico que é retirado dos oceanos. É um conceito diferente que serve também para alertar para o cuidado que devemos ter com o nosso planeta!

    A história da sua criação e de como surgiu é esta: Tudo começou quando a Inês, enquanto ajudava a avó no atelier de costura, começou a criar alguns biquínis para uso próprio. A partir daí começaram os pedidos da parte de amigas que gostavam e também queriam comprar. A procura tornou-se tal que sozinha já não conseguia corresponder a todos os pedidos. Foi então que, juntamente a Diogo, decidiram partir em busca de algo maior. 

    Ao pensarem o projeto, decidiram que não queriam ser apenas mais uma marca de swimwear, mas antes uma marca que defendesse um valor que ambos defendem, a sustentabilidade. E explicam porquê:

    Vivendo em Lagos, numa cidade plantada à beira-mar, nada nos preocupa mais que a poluição marítima, nomeadamente os plásticos. Por isso, a nossa principal prioridade foi que os tecidos utilizados para fabricar os nossos biquínis fossem parcialmente feitos com plásticos retirado dos oceanos.

    Os tecidos vêm de Itália e são confeccionados em Portugal, pois a Inês e o Diogo preocupam-se tanto com quem faz as suas peças de roupa, como para quem elas são feitas. No que diz respeito ao design, esses são todos pensados e desenvolvidos pela Inês. 

    Um dos objetivos da marca é continuar a alertar as pessoas para o tema da sustentabilidade e fazer com que todos os seus clientes sintam que estão a contribuir para uma causa maior ao adquirir um biquíni. 

    No futuro esperamos que a marca cresça e que se torne numa marca de renome nacional e internacional, para que, para além das vendas, possamos aliar a marca a outras ações relacionadas com a sustentabilidade como, por exemplo, limpeza de praias. 


    Mais informação no site oficial: Kekaaii.com

  • Ben Severson inicia mercado vintage

    Ben Severson inicia mercado vintage

    Desde há alguns dias que podemos encontrar na página de Facebook Vintage Bodyboard Collectors várias pranchas de coleção de Ben Severson à venda. Severson que, para os mais distraídos, foi um dos pioneiros do Bodyboard a nível internacional e também campeão do Mundo em 1986 (sabe mais aqui). 

    Acontece que o conhecido mestre Jedi havaiano está a recorrer a esta rede social e a este peculiar grupo do Facebook, mais nostálgico e ligado aos primeiros anos do desporto, para limpar e ganhar espaço na garagem, desfazendo-se de algumas pranchas que faziam parte da sua coleção privada através de “leilões”. 

    A licitação mais alta acaba por levar a prancha em questão! E uma das pranchas que estará a ser leiloada um destes dias é nada mais nada menos do que a primeira prancha da sua linha pessoal feita na conhecida BZ, a Ben Severson signature número 1, garante o próprio.

    Diz-se que algumas das pranchas já foram vendidas por mais de 3 mil dólares, o que a ser verdade não deixa de ser fantástico (tendo em conta que se tratam de pranchas com mais de 30 anos e para um desporto onde se diz não haver dinheiro) e ao mesmo tempo claramente demonstrativo que existe um autêntico nicho vintage no mercado do bodyboard. 

    A lista de vendas até ao momento: 

    1. Hull – comprada por Dean $2150
    2. Graphic – comprada por Ian $450
    3. Black Round T BZ – comprada por Olsen $650
    4. 095 – comprada por Dunn $1810
    5. Turbo – comprada por Nunno $260
    6. Yell BZ Pink Rail – comprador anónimo $400
    7. Red Tow in Board – comprador anónimo $750
    8. Scott BZ – comprador anónimo $380
    9. Blue Deck Yell Slick – comprada por Collins $900
    10. Blue/Copp BZ – comprada por Dean $555
    11. Ben Proto – comprada por Knox $701
    12. Rubber Rail Board – comprada por Ia $3500
    12. T-10 Tahiti – comprada por Olsen $1699
    13. Purple Ben – comprada por Dawson $1650
    14. Blue Yellow Slick – comprada por Collins $750
    15. Sunkist – comprada por Olsen $3510
    14. Red Body Glove – comprador anónimo $900
    15. Fake Mach 7-7 – comprada por Cess $2026

    Simplesmente fantástico!

    https://www.instagram.com/p/CDCiMdeHDtt/