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  • IKIGAI

    IKIGAI

    Em japonês, “ikigai” significa razão de viver ou a razão de ser. Algo que nos faz levantar da cama todos os dias. Motivação. Com isso em mente, Daniel Orihuela compôs este vídeo com muita ação recente do Frontón. Enjoy!

  • O QUE DEVES FAZER AO SER APANHADO NUM “AGUEIRO”

    O QUE DEVES FAZER AO SER APANHADO NUM “AGUEIRO”

    Esta semana foi resgatado mais um banhista, na Praia do Castelo, Costa de Caparica, que tinha sido apanhado por um agueiro. Por sorte, a equipa da Estação Salva-vidas de Cascais do ISN encontrava-se no local, em patrulha marítima, e acabou por dar uma resposta rápida e eficaz não havendo baixas a assinalar.

    No entanto, urge ensinar e compreender o fenómeno dos agueiros de forma a que os banhistas e restantes utilizadores das praias portuguesas possam agir, cada vez mais, em conformidade, caso sejam apanhados desprevenidos numa situação idêntica.  

    Os agueiros, ou correntes de retorno, são correntes geradas perpendicularmente ao longo de toda a costa, por ação da ondulação e da topografia do fundo. Podem aparecer junto de molhes, afloramentos rochosos ou ao longo das praias (a intervalos regulares). Estas correntes podem ser muito fortes, arrastando o banhista, desprevenido, para zonas afastadas e mais profundas da praia.

    Os agueiro podem ser fatais e causar a morte por afogamento. O banhista deve sobretudo não entrar em pânico, nem tentar vencer a corrente. Pelo contrário, deve pedir ajuda e nadar lateralmente até deixar de se sentir o efeito da corrente. 

    Depois, deve tentar sair da água num local afastado desta corrente. Em suma:

    – A pessoa deve mater-se calma e tentar flutuar;

    – Não entrar em pânico;

    – Nadar paralelamente à praia;

    – Apanhar uma onda para voltar a terra. 

    Respeita o Mar e os avisos nas praias e dos seus responsáveis. Vamos partilhar esta informação em prol de todos. Boa praia! 

  • FESTIVAL O SOL DA CAPARICA APOSTA NA RENOVAÇÃO

    FESTIVAL O SOL DA CAPARICA APOSTA NA RENOVAÇÃO

    Sol da Caparica é um laboratório onde os artistas podem testar a sua criatividade, apostando na constante renovação que faz da música uma das mais excitantes formas de expressão.

    O Sol da Caparica teve recentemente um bem-sucedido encontro com a imprensa em que procedeu à apresentação de parte do cartaz para a edição 2017 que terá lugar entre 10 e 13 de agosto próximo. Um dos momentos altos da conferência de imprensa para a apresentação do programa foi a estreia do vídeo do novo single de Carlão, “Viver Pra Sempre”, rodado nas ruas de Almada.

    O novo tema de Carlão conta com uma extraordinária produção de Boss AC que assenta num original dos Bulimundo, verdadeiras lendas da música de Cabo Verde, do funaná. E isso vai ao encontro de uma ideia de reinvenção que tem marcado a carreira recente de Carlão, que tem ido ao encontro das suas raízes culturais e que tem aproveitado certas marcas da modernidade africana para tornar a sua música ainda mais presente. O homem de “Os Tais” não tem temido experimentar diferentes registos e isso está certamente na base do seu sucesso. “Viver Pra Sempre” será, certamente, um dos momentos altos deste Verão e da sua passagem pelo Sol da Caparica.

    Mafalda Veiga, outra das artistas presentes na conferência de imprensa d’O Sol da Caparica, também tem novidades: Praia, o seu mais recente registo, também foi pretexto para uma reinvenção da cantora que agora se apresenta com banda renovada e um novo alinhamento recheado de canções inéditas onde pode uma vez mais explorar a veia autoral que a tem afirmado como uma das mais aplaudidas artistas da sua geração, autora de letras com que o seu público se identifica de forma bastante profunda. O novo material de Mafalda Veiga – que toca nas questões universais da vida e do amor – vai certamente ser reclamado pelo público muito rapidamente. Ao vivo, este espectáculo tem uma componente de vídeo com pequenos filmes inéditos realizados pela própria artista, que imaginou todo o concerto como uma ocasião especial a celebrar-se no Sol da Caparica.

    Num festival que se une em torno da língua, mas que inclui artistas vindos de cinco países diferentes, o Brasil é uma nação que não podia deixar de estar representada. E a música do Brasil, como bem sabe quem lhe conhece a história, tem sido inesgotável fonte de reinvenções.Noticia_SolCaparica2

    Criolo é um dos expoentes da modernidade do Brasil, homem que vem do hip hop mas que não teme ele mesmo a tradição ou a reinvenção e que prepara um novo trabalho muito baseado no samba. Vai certamente dançar-se tudo isso n’O Sol da Caparica.

    E não se pode falar de renovação, de reinvenção, sem se falar da língua, o fermento para essa massa de que somos todos feitos. O terceiro volume de Debaixo da Língua está a ser preparado e as conversas vão de Carlos do Carmo, homem do fado que este ano pisará o palco d’O Sol da Caparica, a Biru, um verdadeiro campeão das palavras, da poesia, que integra ao vivo a aventura Batida e que deverá este ano dar-nos poetry slam no espaço da palavra dentro do festival. 

    As histórias contadas por pessoas que valorizam a nossa língua estarão espalhadas pela terceira edição de Debaixo da Língua, o livro em que Rui Miguel Abreu, jornalista da revista Blitz, reúne conversas com importantes nomes da nossa música, sempre em torno da temática do português e das melodias e ritmos que melhor o carregam nestes tempos.


    Bilhetes diários:

    Normal: 15€ • Munícipes recenseados no Concelho de Almada: 13€

    Dia da Criança: • 2€ • Entrada gratuita para crianças até aos 6 anos inclusive 

    Passes: 

    Normal: 35€ • Munícipes recenseados no Concelho de Almada: 32€

    Familiar: 2 adultos + 2 filhos (máximo), que sejam menores de 18 anos (mediante comprovativo): 115€

    >65 Anos (mediante comprovativo): 25€


    Mais informações em www.osoldacaparica-festival.pt

  • KOGIA: TROFÉUS COM CHEIRINHO A MAR

    KOGIA: TROFÉUS COM CHEIRINHO A MAR

    Manuel e Lídia Nascimento são os grandes responsáveis pela Kogia, marca que tem vindo a conceber incríveis troféus para campeonatos de Surfing. Aproveitando a forte atividade dos últimos tempos, aproveitámos para ter uma amena cavaqueira onde estes nos revelaram o que os move no meio.

    Primeiro que tudo, falem-nos um bocadinho do vosso “background”, de qual é a vossa ligação ao Oceano e quem é, no fundo, a Kogia?
    Por trás da Kogia está a Lídia e o Manuel Nascimento, um casal que há muito anos partilha a paixão pela vida, pelo mar e pela arte, e que decidiu aliar os conhecimentos adquiridos ao longo de anos no trabalho em madeira, ao desenho, que deixou de ser em papel e passou a ser de “tatuagens” na madeira, para produzir troféus personalizados e sustentáveis. Uma vez que o mar sempre fez parte das nossas vidas, isso acabou por ser um processo natural.

    Como surge a ideia de fazer troféus inteiramente personalizados e muito especificamente para o Surfing?
    Em relação a fazer troféus para o Surfing, acontece que estamos desde sempre ligados ao mar e aos desportos de ondas. Era habitual em campeonato assistirmos à entrega de troféus de uma modalidade diferente da que estava a ser premiada, talvez por haver falta de opções. Foi então que achámos que podíamos fazer algo diferente do que se via habitualmente e específico para a modalidade em causa.

    “A onda vai-se formando à medida que vai sendo esculpida, não existindo um plano inicial exatamente definido para o resultado final”

    Os troféus feitos para o QS3000 que teve lugar em Santa Cruz, primeiro e segundo lugares, estavam fabulosos. Quantas horas de trabalho estão envolvidas no processo e que tipo de técnica foi usada?
    Obrigado! Desde o primeiro passo até estarem finalizados, estes troféus demoraram, cada um, mais de 40 horas. A onda vai-se formando à medida que vai sendo esculpida, não existindo um plano inicial exatamente definido para o resultado final. Para nós isso também é entusiasmante, pois não sabemos exatamente como vai ficar e, tal como as ondas do mar, não há duas iguais. Como em todos os outros troféus, as técnicas utilizadas são as que já existem na marcenaria há séculos, adaptadas ao que pretendemos concretizar no momento.

    Kogiat

    De todos os troféus já feitos por vós, quais os que recordam com mais carinho?
    Todos os troféus nos deram muito prazer a fazer. Escolhendo um, talvez o da Taça de Portugal de Surfing 2016. Por um lado, porque representa os campeões de uma nação – Portugal – e, por outro, porque não abrange só uma modalidade, pois não é a taça de surf ou de bodyboard, mas sim de Surfing, em que cada equipa é constituída por atletas de várias modalidades que lutam em conjunto para atingir o mesmo fim.

    “A primeira coisa em que pensamos é numa onda, depois tentamos enquadrar o local e o tipo de prova”

    Que tipo de madeira (ou de matéria-prima) gostam mais de trabalhar?
    A madeira é a matéria-prima que utilizamos por excelência. Todos os nossos troféus, bem como todas as outras peças, são produzidos em madeira. O tipo de madeira é escolhido conforme a peça a produzir, o importante é que seja sustentável, tal como os restantes materiais que utilizamos. Todos os troféus são produzidos manualmente, um a um, num processo que não prejudica o ambiente e o produto final também é inofensivo. Mesmo que um dos nossos troféus vá parar ao mar, não causa danos aos animais marinhos, ao contrário do plástico, por exemplo.

    Há alguma prova em particular que seja realizada no Mundo que gostassem de desenvolver os troféus?
    Não, nunca pensámos nisso. Ficamos felizes sempre que querem os nossos troféus para um campeonato, seja ele qual for. Mas se a produção dos troféus implicar ir lá entregá-los pessoalmente, podemos escolher algumas provas pelos sítios onde são realizadas. (risos)

    “Mesmo que um dos nossos troféus vá parar ao mar, não causa danos aos animais marinhos, ao contrário do plástico”

    Em termos futuros, para onde caminha a Kogia e que pretendem alcançar?
    O grande objetivo seria podermos dedicar-nos a este projeto a tempo inteiro. Em pouco tempo já chegámos muito mais longe do que estávamos à espera e esperamos continuar a avançar até onde nos deixarem ir, pois imaginação, dedicação e força de vontade não nos falta, mas é preciso que os troféus não fiquem só na prateleira cá de casa e aí dependemos dos clubes, organizadores, patrocinadores, etc. Há uma coisa que é impagável e é por esse momento que esperamos sempre – ver o sorriso na cara do vencedor quando recebe um dos nossos troféus, pois tem de o merecer para o ganhar, não pode ir a uma loja comprá-lo. Seja qual for o futuro da Kogia, é esse sorriso que queremos ver sempre, pois é esse sorriso que também nos faz sorrir.


    Para entrar em contacto com a Kogia: Facebook | Instagram | trofeus.kogia@gmail.com

  • HENDERSON É A ILHA MAIS POLUÍDA DO MUNDO

    HENDERSON É A ILHA MAIS POLUÍDA DO MUNDO

    A ilha de Henderson, uma das mais remotas do Oceano Pacífico, tem zero habitantes, mas as suas areias detêm 18 toneladas de plástico e 38 milhões de detritos, números avançados pelos cientistas marinhos da Universidade da Tasmânia.

    Apesar de estar bem longe da ação humana, a crise da poluição de plástico nos oceanos atinge os locais mais improváveis e esta é mesmo considerada a ilha mais poluída do mundo. Todos os dias, dão à costa cerca de 13 mil detritos, mas a maioria do lixo está enterrada na areia. Cerca de 99,8% do lixo encontrado são plásticos que provam a atual degradação do meio ambiente, causada pelos elevados níveis de poluição.

    O afastamento da sociedade deveria ser suficiente para evitar tal situação, mas a ilha apresenta mesmo a maior densidade de detritos antropogénicos (por outras palavras, resíduos derivados das atividades e ações humanas). 

    A ilha de Henderson, pertencente ao grupo das ilhas Pitcairn, território britânico ultramarino, está classificada como Património Mundial da Unesco e é uma das mais remotas ilhas do Oceano Pacífico. Conta com uma extensão de 3700 hectares e a sua particularidade consiste em ser um atol de coral elevado e coberto de bosques quase sem exploração. Foi descoberta em 1606 pelo navegador português Pedro Fernandes de Queirós. A ausência de humanos permitiu-lhe ser o único atol coralífero do mundo intacto e, portanto, um local privilegiado para o estudo da biologia.

    A relação com o plástico há que ser repensada, urgentemente, pois este é um material criado para durar para sempre, mas acaba por ser usado de forma fugaz, por breves momentos e depois deitado fora. 

  • REEF EM ABRIL

    REEF EM ABRIL

    Sessão entre amigos no Reef, numa tarde de “glass” do passado mês de abril, com Bodecas, Miguel Tudela, António Veríssimo, Malveirão, Edgar & Gonçalo Amaral Neves.


    Fotografia: NB Photography | Facebook | Website

     

  • SCS Wave Fest está de volta em 2017

    SCS Wave Fest está de volta em 2017

    O Surf Clube de Sesimbra acaba de apresentar o SCS Wave Fest 2017 powered by SeventyonePercent, evento que conta com as modalidades de Surf, Bodyboard, Skimboard e Skate.

    O calendário é o seguinte:

    20 e 21 de maio: 5ª etapa do Circuito Regional de Surf da Grande Lisboa (Sub-12, Sub-18, Sub-16 Feminino e Sub-18 Feminino);

    17 e 18 junho: 1ª etapa do Circuito SCS;

    24 junho: Lord of the Boards Surf, Bodyboard e Skimboard;

    9 de setembro: Lord of the Boards Skate;

    setembro: 2ª etapa do Circuito SCS;

    outubro: 3ª etapa do Circuito SCS.

    Cada evento será realizado na praia do Concelho de Sesimbra que apresentar melhores condições nos dias respectivos, entre as quais se encontram por ordem de preferência a Praia de Sesimbra, a Praia da Lagoa de Albufeira, a Praia do Meco e a Praia das Bicas.

    O SCS Wave Fest 2017 é homologado pela Federação Portuguesa de Surf, pelo que é necessário os atletas estarem federados e apresentarem o respectivo cartão para participar – mais informações aqui

    Todos os participantes têm direito à t-shirt oficial do SCS Wave Fest 2017.


    www.scs.pt

  • Renan Faccini estreia Show Time no dia 26 de maio

    Renan Faccini estreia Show Time no dia 26 de maio

    O filme Show Time foi produzido entre 2013 e 2016 e retrata os melhores momentos do bodyboarder Renan Faccini. O filme mostra de perto o lifestyle do atleta brasileiro.

    Todo o projeto foi gravado pela produtora Toob Toobs e conta com quatro ângulos de gravações dirigidos por Ramon Miranda, o fotógrafo Diego Vilamarin, câmara aquático e operador de drone Nani Jackson, e ainda o designer gráfico Luke Faccini.

    O evento conta com a exposição de fotos do talentoso Diego Vilamarin e do Slasher Pull, a máquina portátil para prática de Tow-out desenvolvida por Renan Faccini. Desta forma, os curiosos poderão ver de perto a máquina que mudou o Bodyboard em ondas pequenas.

    O evento contará ainda com vários sorteios de material e ainda uma fotografia. Os ingressos estarão disponíveis a partir de 10/05/2017 nos seguintes points: Sthill Shopping Praiamar (Loja 180/181), Shopping Miramar (Loja 80) e DBoa Latino (Embaré, Santos). 

    https://vimeo.com/216887123