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  • CRCQL É O NOVO CAMPEÃO DA TAÇA DE PORTUGAL

    CRCQL É O NOVO CAMPEÃO DA TAÇA DE PORTUGAL

    Terminou ontem na Praia da Cova Gala, Figueira da Foz, mais uma edição da Taça de Portugal de Surfing. Com organização da ABFM e Federação Portuguesa de Surf, coube ao CRCQL – Clube Recreativo e Cultural da Quinta dos Lombos levantar o troféu correspondente ao Campeão Absoluto da edição 2017, naquela que foi a edição mais participada de sempre com 17 clubes de norte a sul presentes.

    O último dia de competição foi intenso e ajudou a definir as últimas contas da tabela, tendo o CRCQL superado a concorrência com os resultados obtidos nas últimas provas. Assim, o Ericeira Surf Clube saiu da Figueira com o título de vice-campeão, enquanto a ASCC – Associação de Surf Costa de Caparica, que havia vencido o ano passado, ocupou o terceiro lugar do pódio. 

    Já o Peniche Surfing Clube e o Surfing Clube de Portugal fecharam o top 5, em quarto e quinto lugares, respetivamente. A classificação final por clubes: 

    1º Quinta dos Lombos

    2º Ericeira Surf Clube

    3º Associação de Surf Costa da Caparica 

    4º Peniche Surfing Clube 

    5º Surfing Clube de Portugal 

    6º Associação Bodyboard Foz do Mondego

    7º Aqua Carca

    8º Associação Surf de Aveiro

    9º Surfing Clube de Viana 

    10º Associação de Surf da Figueira da Foz 

    11º Portimão Surf Clube 

    12º Clube Naval Povoense 

    13º Associação Desenvolvimento Mais Surf

    14º Associação Onda do Norte 

    15º Clube Naval Portimão 

    16º Clube Surf do Porto 

    17º Albufeira Surf Clube 

    Ao nível de categorias, foi precisamente o CRCQL quem venceu no Surf, a Aqua Carca levou a melhor no Bodyboard e o Surfing Clube de Portugal no Longboard. 

    Resultados individuais: 

    Bodyboard Open 

    1º Daniel Fonseca

    2º Hélio Conde

    3º Luís Pereira 

    4º Gonçalo Soares

    Bodyboard Open Feminino 

    1º Leonor Monteiro 

    2º Mariana Madaleno 

    3º Teresa Paradela 

    4º Madalena Valério

    Bodyboard Júnior 

    1º Miguel Ferreira 

    2º Francisco Valente 

    3º Jacinto Pascoal 

    4º Pedro Graça

    Bodyboard Feminino Júnior

    1º Filipa Broeiro 

    2º Mariana Rosa 

    3º Mafalda Martinho 

    4º Margarida Pena

    Bodyboard Cadetes 

    1º João Ferreira

    2ºMiguel Silva 

    3º Guilherme Morrão 

    4º David Vedor

    Bodyboard Juvenil 

    1º Joel Rodrigues 

    2º Pedro Ferreira 

    3º Thassilo Mauch

    4º Rodrigo Leite

    Surf Open Feminino

    1º Camila Costa 

    2º Carina Duarte 

    3º Inês Bispo 

    4º Mariana Gonçalves

    Surf Júnior 

    1º João Moreira

    2º Simão Penha

    3º Gonçalo Vieira

    4º Tomás Ribeiro

    Surf Junior Feminino 

    1º Francisca Veselko

    2º Gabriela Dinis 

    3º Carolina Santos 

    4º Beatriz Carvalho

    Surf Cadetes 

    1º Guilherme Ribeiro 

    2º Afonso Candeias

    3º Afonso Antunes 

    4º Tiago Bettencourt

    Surf Juvenil

    1º Joaquim Chaves 

    2º Santiago Graça 

    3º Martim Nunes 

    4º Matias Canhoto

    Longboard Open 

    1º João Gama

    2º João Dantas 

    3º José Lafuente 

    4º Isaac Felizardo

    Final Longboard Júnior 

    1º António Dantas 

    2º Beatriz Santos 

    3º Sebastião Tavares 

    4º Afonso Candeias

  • MIGUEL ROCHA TORNA-SE BICAMPEÃO NACIONAL DE BODYSURF NA VAGUEIRA

    MIGUEL ROCHA TORNA-SE BICAMPEÃO NACIONAL DE BODYSURF NA VAGUEIRA

    Dia desafiante e de emoções fortes na Vagueira termina com a vitória do atleta local Miguel Rocha, que assim se sagrou Bicampeão Nacional de Bodysurf, perante uma plateia de “vagueirudos” que vibrou todo o dia com o espetáculo de Bodysurf proporcionado, tornando este evento memorável.

    As condições de mar exigentes marcaram a última etapa do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017, obrigando os atletas a lutar ao longo de todo o dia contra a corrente forte que se fez sentir na praia do Labrego. Com o título ainda por decidir entre Miguel Rocha e Rodrigo Carrajola, ambos os atletas demonstraram mais uma vez a sua consistência ao longo de todo o dia de competição, lutando até ao último momento numa final em que já todos os atletas acusavam o cansaço. 

    Miguel Rocha, a surfar “em casa”, acabou por não dar hipóteses aos seus adversários, deixando Carrajola em 2.º lugar no Vagueira Pro, confirmando o título de Vice-Campeão Nacional. O pódio ficou completo com Henrique Madeira, em 3.º lugar, e Filipe Correia, em 4.º lugar.

    “Foi um ano muito difícil, o nível está muito alto e a disputa com o Rodrigo Carrajola foi mesmo até à última. Se o Carrajola tivesse ganho aqui era muito merecido, porque teve um ano fantástico também. Dedico este troféu aos vagueirudos, são os maiores!”, disse o campeão nacional.

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    Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA volta em 2018!

    Foi em ambiente de festa que terminou a terceira edição do Campeonato Nacional de Bodysurf, comprovando-se o crescimento e potencial da modalidade em Portugal, com inscrições esgotadas nas cinco etapas do calendário e um nível competitivo cada vez mais elevado. 

    “Foi um ano muito interessante, com diferentes campeões logo nas primeiras etapas, com um crescente interesse dos atletas e etapas com condições muito diversas, que fechou com chave d’ouro com a vitória do melhor bodysurfer português da atualidade. Este terceiro ano trouxe uma nova dinâmica ao Bodysurf que se tornou mais competitivo mas manteve apesar disso o seu espírito e o seu mote de vive, ama e surfa com alma”, resume o organizador António Pedro, da Associação Surf Social Wave.

  • IRISH DREAMS, O FILME

    IRISH DREAMS, O FILME

    Sinopse: 

    Nunca é fácil juntar um bodyboarder (Daniel Fonseca) e um surfista (Lourenço Katzenstein) na mesma surftrip. Todos sabemos porquê, mas estes dois têm um apetite comum no que toca a ondas. 

    Ambos adoram slabs, ondas mutantes e pesadas. Daí foi fácil escolher o destino – Irlanda. 

    Tanto o Daniel como o Lourenço viram que ia entrar um swell e decidiram arrancar para surfar ondas perfeitas misturadas com o frio irlandês. Afinal de contas porque é que os sonhos não podem ser em água gelada?

    Um filme de Pedro Santos Ribeiro que também conta com as presenças de Tom Gillespie, Gearoid McDaid, Ollie O’Flaherty e Andrew Kilfeather. 

  • 20 DIAS INESQUECÍVEIS EM SUMBAWA

    20 DIAS INESQUECÍVEIS EM SUMBAWA

    Alan Jalan contou recentemente com uma aventura inesquecível. Em agosto, ele cruzou a região indonésia de Sumbawa durante 20 dias e ao longo de 10 as ondas estiveram on fire.

    “Foi inacreditável! Em vinte dias apanhámos dez absolutamente a bombar. Quão incrível é este lugar?”, disse à Vert o bodyboarder. 

    Eis um dos momentos congelados para a eternidade, num dos spots mais perigosos do globo, Super Sucks, com o próprio Alan Jalan a ir destemidamente de Dropknee.

    Vida longa ao Bodyboard. 

  • DANIEL FONSECA: “QUERO SER CAMPEÃO NACIONAL”

    DANIEL FONSECA: “QUERO SER CAMPEÃO NACIONAL”

    Texto_ Hugo Rocha Pereira

    Daniel Fonseca é um dos melhores bodyboarders portugueses da atualidade. No nacional de bodyboard realizado na Ericeira, no final de agosto, o atleta manteve-se na liderança do ranking, tendo a conquista do título como um dos objetivos prioritários para a corrente temporada. Na véspera de começar a sua participação no Sintra Portugal Pro, etapa do circuito mundial na Praia Grande, aproveitamos para revelar uma conversa intimista com um guerreiro das ondas que reúne talento e humildade em generosas porções: competição, ondas, viagens e família são os principais tópicos.

    Resume o campeonato na Ericeira, principalmente o último dia de prova, que proporcionou altas ondas.

    Fui para este campeonato com imensa vontade de ganhar, pois sabia que a etapa era decisiva para agarrar o título. Desde terça-feira que andava a surfar no sítio da prova, independentemente das condições. A praia da Empa é brutal para bodyboard, mas também muito desafiante, pois com as marés grandes que tivemos naquele fim de semana as condições mudavam muito rapidamente e decidir por qual pico optar (Reef ou Pedra Branca) foi sempre uma fonte de stress. No último dia o mar estava lindo, metro a metro e meio glass. Passei em primeiro as baterias dos quartos e meias finais com notas fortes. Na final a maré estava perfeita para o Reef, arranquei rapidamente no heat com uma nota média e, assim que cheguei, ao pico apanhei uma segunda onda perfeita onde mandei um backflip e um rollo, acabando por valer uma nota de 9,25. Debaixo da prioridade de Dino Carmo arranquei numa onda que mais parecia um close out, mas acabou por abrir um tubo gigante de onde saí com um rollo na boca caindo novamente dentro do tubo e de onde voltei a sair mesmo perto das pedras, já com o braço no ar num “claim” totalmente excitado, pois já sabia que a nota tinha de sair perfeita, um 10 pontos, e assim foi. A partir daí foi aproveitar a sessão de ondas clássicas, consegui ainda somar mais 9,35 às contas finais.

    Qual foi a tua estratégia?

    Passou por escolher o pico com mais potencial, apanhar ondas boas e fazer manobras fortes. E, claro, divertir-me ao máximo.

    “Quero ser campeão nacional, fazer os mundiais em Portugal e, dependendo do calendário da faculdade, ir ao mundial das Canárias”

    A tua relação com as ondas da Ericeira já vem de trás…

    Eu sempre gostei muito da Ericeira, as primeiras vezes que fui lá surfar foram com os meus pais a acompanhar o meu irmão nos campeonatos em Ribeira d’Ilhas. Durante o campeonato agarrava no material e subia a escadaria toda e ia a andar até ao reef. Adorava aquela caminhada, ficava cheio de pica quando via o reef a partir ao longe, surfava até não aguentar mais e depois voltava novamente a Ribeira a sentir-me mesmo feliz. A Ericeira corre-me um pouco no sangue também, pois tenho familiares de lá.

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    Esta vitória deixa-te no topo do ranking. O título nacional está quase?

    O título está cada vez mais perto, mas ainda não é garantido, tenho de continuar a lutar. E no fim serão feitas as contas. Quero manter o ritmo para as provas que se avizinham, tanto nacionais como mundiais e europeus.

    Quais sāo os teus planos para o que resta deste ano, em termos competitivos e nāo só?

    Em termos competitivos quero ser campeão nacional, fazer os mundiais em Portugal e, dependendo do calendário da faculdade, ir ao mundial das Canárias. Quero também fazer o resto das etapas do europeu. Tenho também dois filmes para lançar (Portugal e Irlanda) e gostava de fazer mais uma viagem para um destino na Europa.

    >> Vê aqui o filme da Irlanda: Irish Dreams

    Tens conseguido viver do Bodyboard?

    Este é o primeiro ano em que estou a conseguir realmente ganhar dinheiro com o Bodyboard, o que é bastante motivador. Mas mesmo assim acho que não tem sido possível viver deste desporto. Tenho muita vontade de fazer o mundial, mas em primeiro lugar quero acabar o meu Mestrado em Engenharia Civil. Se para o ano as datas do Mundial não colidirem com o meu calendário da faculdade, estarei certamente a competir em todas as etapas importantes.

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    Fala-nos do teu clipe apresentado recentemente (VISA 462) e de como correu a estreia.

    O clipe conta com as melhores imagens de ação recolhidas durante a minha viagem de oito meses à volta da Austrália. A minha namorada, Sofia Oliveira, captou as imagens e o António Saraiva fez a edição. A estreia aconteceu na Alla Prima Lisboa, um estúdio de tatuagens de um amigo meu. Contou não só com a apresentação do filme mas também com uma exposição de fotos da Austrália e um showroom da Deeply. Fiquei muito contente com a adesão da comunidade e com o impacto que teve.

    >> Vê aqui o filme da Austrália: VISA 462

    Conta-nos mais sobre a aussie trip que gerou a matéria-prima para este vídeo.

    Em janeiro de 2016, eu e a minha namorada chegámos à Austrália com o visto 462 – Work and Holiday. Trabalhámos em Sidney durante três meses e depois passámos quatro meses a viajar numa carrinha por toda a Austrália. Fomos da costa este à oeste, fizemos 24 mil quilómetros, conhecemos pessoas incríveis e ainda competi no circuito nacional australiano… Surfei das melhores ondas da minha vida, em zonas urbanas, de floresta e até mesmo desérticas.

    O teu irmão Guilherme também se destaca nas ondas, mas no surf. Como é a vossa relação dentro de água?

    Surfo com o meu irmão desde os 10 anos, fizemos as nossas primeiras surf trips juntos e partilhamos frequentemente sessões clássicas, principalmente em Supertubos. Ocasionalmente treino com o Guilherme e com o seu personal trainer, Luís Vazão, eles têm um grande ritmo de treino e por vezes sofro um bocado, mas adoro treinar com eles. Em suma, a diferença no desporto pouco influencia a nossa relação.

    “Este é o primeiro ano em que estou a conseguir realmente ganhar dinheiro com o Bodyboard, o que é bastante motivador”


    Clica aqui para ver o artigo original

  • INUTERO

    INUTERO

    The desert of South Australia isn’t a new destination for Michael Novy. For years he’s been hunting slabs and beachies, exploring, being nomadic and dodging the great whites along the way…

    This however, is Michael Novys newest clip where he tears into 4 days of pumping waves, surfing with a confidence and conviction that is satisfying to watch. Novy was easily one of the best on ground for this swell in South Australia,

    Feast upon INUTERO.


    Adquire aqui a prancha de Michael Novy (139,30 euros).

  • TEASER: IRISH DREAMS

    TEASER: IRISH DREAMS

    Nunca é fácil juntar um bodyboarder (Daniel Fonseca) e um surfista (Lourenço Katzenstein) na mesma surftrip, todos sabemos bem porquê, mas estes dois têm um apetite comum no que toca a ondas. 

    Tanto um como o outro adoram slabs, ondas mutantes e pesadas. Daí escolher o destino – Irlanda – foi algo muito fácil. 

    Observaram as previsões, viram que ia entrar um swell e decidiram arrancar para surfar ondas perfeitas com algum frio irlandês pelo meio. Afinal de contas porque é que os sonhos não podem ser em água gelada?

    Este é apenas o teaser do filme que fica acessível no próximo domingo. A ante-estreia está marcada para sábado no Adega Bar 1987 na Ericeira, pelas 22 horas.

  • LOCAIS DOMINAM CIRCUITO DO CENTRO NA NAZARÉ

    LOCAIS DOMINAM CIRCUITO DO CENTRO NA NAZARÉ

    Teve lugar este fim de semana a 2.ª etapa do Circuito de Bodyboard do Centro que decorreu na Praia do Areeiro, na Nazaré. Organização a cargo do Clube de Desportos Alternativos da Nazaré (CDAN).

    A organização tinha previsto inicialmente a prova na emblemática Praia do Norte, mas devido às condições foi necessário levar a prova para esta praia.

    O mar apresentou-se com ondas de 1 metro cavadas que possibilitaram aos atletas a execução de boas manobras e um excelente espectáculo ao público presente na praia.

    O nível dos atletas foi altíssimo, com finais que poderiam perfeitamente decorrer em etapas do campeonato nacional.

    Na categoria de sub-14 o grande vencedor foi o atleta da casa, Tomás Meca deixando em segundo lugar o também atleta nazareno, Amável Esgaio.

    Nelson Teixeira, atleta do CDAN, venceu as categorias sub-16 e sub-18 com um surf inovador arriscando nas secções críticas levando a melhor sobre os seus adversários. 

    Na categoria masters foi Miguel Prata o grande vencedor mostrando que ainda se mantém em excelente forma.

    António Cardoso ao longo de toda a competição esteve sempre muito consistente com um surf inovador e radical acabando por vencer a categoria Open contra grandes nomes do bodyboard nacional.

    Vê já os resultados finais:

    SUB14

    1º lugar – Tomás Meca – CDAN (7,67 pts)

    2º lugar – Amável Esgaio – CDAN (2,17 pts)

    SUB16

    1º lugar – Nelson Teixeira – CDAN (11,00 pts)

    2º lugar – Duarte Paulino – ABFM (7,33 pts)

    3º lugar – Tomás Meca – CDAN (6,16 pts)

    4º lugar – Amável Esgaio – CDAN (2,67 pts)

    SUB18

    1º lugar – Nelson Teixeira – CDAN (15,00 pts)

    2º lugar – Pedro Grácio – ESC (12,67 pts)

    3º lugar – Tomás Silva – ABFM (9,80 pts)

    4º lugar – João Fialho – CDAN (5,94 pts)

    OPEN

    1º lugar – António Cardoso – CDAN (17,33 pts)

    2º lugar – Dino Carmo – CDAN (12,10 pts)

    3º lugar – Miguel Adão – ABFM (9,73 pts)

    4º lugar – Tomás Silva – ABFM (9,30 pts)

    MASTERS

    1º lugar – Miguel Prata – CDAN (13,67 pts)

    2º lugar – Tiago Maçãs – CDAN (9,10 pts)

    3º lugar – Manuel Nascimento – ASSC (4,56 pts)

    4º lugar – Jorge Anastácio – CDAN (4,50 pts)

    Noticia_Regs2