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  • ONTEM NA RAINHA DA LINHA

    ONTEM NA RAINHA DA LINHA

    A Linha de Cascais e em particular a Praia de Carcavelos, têm vindo a contar com boas ondas nos últimos dias. Semanas até. Cortesia das últimas grandes ondulações que têm varrido a costa e que, neste recanto especial, têm encontrado os bancos e os reefs necessários para satisfazer a comunidade em forma de ondas. 

    Ontem, novamente em Carcavelos, voltou a assinalar-se um dia repleto de boas ondas e condições. Um autêntico manjar de tubos que João Carrilho (na imagem), entre muitos outros, não deixou passar em branco. 


    Fotografia: Vasco Lázaro | Facebook

  • TOUR MUNDIAL 2018 SEM PIPE NO ELENCO

    TOUR MUNDIAL 2018 SEM PIPE NO ELENCO

    Parece mentira e impossível, mas é mesmo verdade. A APB Tour já lançou o calendário de provas (temporário) para 2018 e, efetivamente, Banzai Pipeline não faz parte dos planos. É que nem consta como “tentative”, o que só vem atestar o zunzum dos últimos dias e confirma por completo o afastamento da etapa havaiana do circuito mundial.

    No lado masculino são 10 as provas em agenda, com duas possíveis novidades – Kiama, na Austrália, e África do Sul. A perna portuguesa, com 3 provas (Sintra, Nazaré e Viana do Castelo), mantém-se e continua a ser a parte mais rica do World Tour (total de 80 mil USD em prémios só na categoria masculina). 

    As senhoras vão contar com 6 etapas, sendo que 50% desse número tem lugar em território nacional – Sintra, Ilha da Madeira e Nazaré. 

    Para terminar, Viana do Castelo acolherá a única prova Pro Junior agendada e Sintra a única na divisão Dropknee. Se não houver alterações, isto significa, à priori, que dois campeões mundiais serão definidos no mar de Camões. 

    SISTEMA DE PONTUAÇÃO

    Masculino – Para as contas finais do ranking serão contabilizados os melhores três (3) resultados em eventos de categoria Grand Slam e os dois (2) melhores resultados das restantes provas que apresentem categoria entre 1 e 4 estrelas. No total, para o ranking final de cada atleta, contam os cinco melhores resultados;

    Feminino – Para as contas finais do ranking serão contabilizados os melhores três (3) resultados de cada atleta. 

    aqui os rankings finais do ano passado. 

    Noticia_calendarioAPB2018

  • ALEXANDRA RINDER COM PATROCINADOR NOVO

    ALEXANDRA RINDER COM PATROCINADOR NOVO

    Depois do campeão mundial Iain Campbell ter assinado pela Sniper Bodyboards, na passada terça-feira, eis que a canária Alexandra Rinder, de 19 anos, também entra na nova temporada competitiva com dois novos patrocinadores. 

    Com dois títulos mundiais (2014, 2015) sob a sua alçada, detendo ainda a marca de campeã mundial mais nova de sempre do desporto, Alexandra entra em 2018 a fazer parte da gigante Red Bull Team

    Mas isto não é tudo, pois a bodyboarder fechou ainda com a Erizos – uma marca chilena em franco crescimento – no que diz respeito a roupa, acessórios e pranchas de bodyboard. Isto significa que deixou um dos seus patrocinadores de longa data, a Science Bodyboards. 

    Rinder, que começou a fazer bodyboard aos 8 anos junto do seu irmão Olivier e vê na brasileira Isabela Sousa a sua grande rival, revelou estar focada 100% na competição e pretende ainda fazer mais vídeos em 2018. 

    “Para ficar motivada na pré-temporada penso sempre nos meus objetivos e assim tento dar tudo nos treinos para me manter no topo. Nos campeonatos, estou sempre concentrada em dar o melhor de mim. Umas vezes ganhamos outra vezes simplesmente aprendemos, mas o importante é nunca desistir e seguir a lutar”, disse numa recente entrevista à Meduxa Mag. 

    Aproveita e revê aqui o seu último vídeo “Wake Up”. 

  • THROWBACK: PAULINHO COSTA

    THROWBACK: PAULINHO COSTA

    Os grandes bodyboarders não se esquecem e, apesar de se encontrar a viver desde há alguns anos no Recife, Brasil, Paulinho Costa ainda é uma das grandes referências do Bodyboard português.

    Recorda o vídeo “Violet Days” datado de 2011. Que saudades!

  • A História do Pipe Masters

    A História do Pipe Masters

    Aproveitando um artigo publicado na Vert #99 (abril 2010), que sofreu pequenas adaptações, fica então a conhecer um pouco da história do Pipe Masters.


    HISTÓRIA

    Pipeline é um nome que consta do dicionário de qualquer bodyboarder fervoroso. Este pico faz parte da nossa vida desde há muitos anos, contando-se imensos campeonatos e sessões memoráveis realizados naquele que é considerado um dos melhores spots do mundo para bodyboard. É, sem dúvida, parte integrante e indissociável da nossa história. Apelidada de Banzai Pipeline, nos anos 60 do século passado, esta onda é igualmente conhecida devido ao seu nível de exigência e por rolar por cima de um reef que já reclamou vítimas… literalmente!

    Situado em Ehukai Beach Park, tem a particularidade de funcionar em quatro pontos distintos: Pipeline é a fantástica esquerda que quebra com fortes ondulações de oeste, Backdoor é a direita contígua a Pipeline e que funciona com swell de norte. Quando o oceano chega à costa havaiana em proporções dantescas, o segundo e terceiro reefs podem estar a quebrar a uns bons metros da costa.

    Com o crescimento exponencial que o bodyboard tem vindo a sofrer um pouco por todo o planeta, Banzai Pipeline tem sido um dos destinos mais visitados pelos praticantes, principalmente na época que coincide com a etapa a contar para o mundial de bodyboard. Esta peregrinação de estrangeiros despoletou, ao longo dos anos, ferozes actos de repressão por parte dos locais face aos de fora (“haoles”). O localismo naquela zona atinge níveis escabrosos e muitos são os casos mediáticos de violência generalizada. Dave Winchester, Michael Novy e Cade Sharp são alguns dos riders mais conhecidos que sofreram na pele os efeitos da fúria havaiana, especialmente muito patente em grupos organizados de surfers locais prontos para a porrada. 

    EVENTOS

    O evento mais esperado do ano no circuito mundial de bodyboard é o Pipeline Pro (em 2016, Pipe Invitational). Durante muitos anos, este foi o local que marcava o término do ano competitivo e que, muitas vezes, servia para definir o novo campeão mundial. Mais recentemente, Pipe passou a abrir a temporada, mas a expectativa em torno deste espectáculo manteve-se intacta.

    Este ano o campeonato celebra 34 anos de existência. Pelo meio deste percurso de três décadas, algumas foram as pedras que surgiram no caminho e que mudaram ligeiramente o rumo dos acontecimentos. Por exemplo, em 1985 o circuito mundial de bodyboard não se realizou e em 2004 o espectáculo foi movido para Maui. O ano passado também não houve evento. À entrada para o novo milénio, o Pipeline Pro esteve em vias de não se realizar por falta de um patrocinador principal. Porém, eis que o melhor surfista de todos os tempos daquele pico trata de resolver a situação, patrocinando ele, através da sua marca, a principal etapa do circuito mundial: Mike Stewart. Depois disto, o evento até ganhou outra proporção, surgindo uma conceituadíssima empresa de produção de jogos de consolas como principal financiador.

    Nos dias que correm, e com todas as evoluções tecnológicas que se verificam a um ritmo desmesurado, a competição pode ser seguida via webcast, o que facilita e une os aficionados do bodyboard em torno deste ponto geográfico único no mundo e possibilita que todos sigamos o espectáculo que é o bodyboard em Pipeline. Apesar de alguns altos e baixos, Pipe continua firme e certamente manter-se-á por muitos e longos anos, continuando a figurar neste nosso mapa histórico. 

    CAMPEÕES E OS PORTUGUESES

    A estreia de Pipeline como campeonato de bodyboard foi no longínquo ano de 1982. Daniel Kaimi foi o primeiro vencedor, num evento que ficou marcado pela hegemonia havaiana: pelos menos os oito primeiros classificados residiam na ilha. À data, o vencedor levava para casa um prize-money de 1.500 dólares.

    Com o passar dos anos começou a surgir uma figura incontornável no pico e no desporto. Venceu por 11 vezes o evento em Banzai Pipeline, um feito nunca antes conseguido. Mike Stewart afirmou-se como rei e senhor daquele reef break sendo que, como acima referido, é hoje internacionalmente reconhecido como o melhor surfista de sempre naquele spot. Não só levou imensas taças para casa, referentes ao bodyboard, como também conquistou outras tantas na categoria de bodysurf. O testemunho passou para as mãos de outro havaiano: Jeff Hubbard, o digno sucessor de Mike como rei do spot, contando já com quatro vitórias em eventos a contar para o mundial.

    No caso dos estrangeiros, os brasileiros também se deram bem com Pipeline. Guilherme Tâmega venceu por duas vezes, mas o seu conterrâneo Paulo Barcellos também se mostrou disponível para levar o ceptro para terras brasileiras, como se verificou em 2008. Apesar de tudo, os aussies foram quem melhor conseguiu fazer frente aos havaianos na luta pelo título de Pipe.

    A competição costuma ser um bom prenúncio para aqueles que a vencem. Por diversas vezes, o vencedor do evento em Pipe atingiu mesmo o topo do mundo e venceu o circuito mundial nesse mesmo ano. São alguns exemplos Damian King, que chegou a vencer em Pipeline duas vezes, Andre Botha – sagrou-se bicampeão mundial em dois anos seguidos, tendo vencido em Pipe nessas mesmas épocas – ou o eterno Mike Stewart.

    Os portugueses também fazem questão de participar nesta festa que é o evento de Banzai. Gonçalo Faria foi o primeiro a constar no top 5 numa etapa no Havai. Foi em 1994, ano em que o Pipeline Pro registou o maior swell que alguma vez surgiu por altura da competição, que Ratinho atingiu o 5º lugar, façanha que repetiu em 1999. Paulinho também foi um dos portugueses que embarcou para o sonho havaiano e, em 1998, esteve bem perto: as meias-finais foram o máximo que atingiu, fixando-se num honroso 7º posto da tabela classificativa. Rui Ferreira é outro dos nomes que marcam a história dos portugueses em Pipe: foi 4º classificado em 2001 e obteve um memorável 3º lugar em 2003. Nos últimos anos é Hugo Pinheiro que melhor tem representado as cores nacionais no arquipélago do Pacífico. O sua melhor classificação foi um 4º lugar em 2008.

    Analisando a história dos eventos femininos em Pipeline, Dora Gomes foi uma das tugas que mais vezes pisou aquele areal. Em 2000 ficou-se por um bom 7º lugar ao atingir as meias-finais, resultado igual ao do ano anterior, mas em todo o caso é Rita Pires que detém a melhor prestação com um fantástico 2º lugar conseguido em 2008. 

    LISTA DE CAMPEÕES

    1982 – Daniel Kaimi (Havai)

    1983 – Mike Stewart (Havai)

    1984 – Mike Stewart (Havai)

    1985 – Não teve lugar

    1986 – Ben Severson (Havai)

    1987 – Mike Stewart (Havai)

    1988 – Mike Stewart (Havai)

    1989 – Mike Stewart (Havai)

    1990 – Mike Stewart (Havai)

    1991 – Mike Stewart (Havai)

    1992 – Mike Stewart (Havai)

    1993 – Michael “Eppo” Epplestun (Austrália)

    1994 – Guilherme Tâmega (Brasil)

    1995 – Mike Stewart (Havai)

    1996 – Mike Stewart (Havai)

    1997 – Steve “Bullet” Mackenzie (Austrália)

    1998 – Mike Stewart (Havai)

    1999 – Andre Botha  (África do Sul)

    2000 – Andre Botha (África do Sul)

    2001 – Andrew Lester (Austrália)

    2002 – Guilherme Tâmega (Brasil)

    2003 – Jeff Hubbard (Havai)

    2004 – Damian King (Austrália)

    2005 – Não teve lugar em Pipe; prova foi disputada em Honolua Bay

    2006 – Damian King (Austrália)

    2007 – Jeff Hubbard (Havai)

    2008 – Paulo Barcellos (Brasil)

    2009 – Ryan Hardy (Austrália)

    2010 – Amaury Lavernhe (Ilha Reunião)

    2011 – Jeff Hubbard (Havai)

    2012 – Jeff Hubbard (Havai)

    2013 – Ben Player (Austrália)

    2014 – Ben Player (Austrália)

    2015 – Não teve lugar

    2016 – Pierre-Louis Costes (França)

    2017 – Jeff Hubbard (Havai)

    2018 – Não teve lugar

    2019 – Pierre-Louis Costes (França)

    2020 – Iain Campbell (África do Sul)


    Fotografia: Sacha Specker/IBA
    Todos os direitos reservados. Está proibida a reprodução parcial ou integral sem autorização escrita. 

  • THE NEW FRENCH GENX

    THE NEW FRENCH GENX

    New video from the Riraw Prod crew showcasing some of the french youngblood such as Eddy Mangenot, Yon Aimar (Sintra Pro Junior 2017 Runner-up), Txomin Lopez (Nazare Pro Junior 2017 Winner), Ethan Capdeville e Noah Capdeville.

  • ANDRÉ BERNARDO NO MÉXICO

    ANDRÉ BERNARDO NO MÉXICO

    Numa edição de Pedro Luís, imagens de Jaciel Santiago e Yana Vaz, o presente clipe mostra-nos André ‘Rasta’ Bernardo, rider da Nazaré, a cruzar as ondas da América Central. Enjoy!

    “Um pequeno clipe com imagens captadas nas águas tropicais de Puerto Escondido, México, em julho de 2016. Na altura ainda me encontrava a recuperar psicologicamente da operação ao joelho!” – AB

  • SNIPER BODYBOARDS FECHA COM O CAMPEÃO MUNDIAL

    SNIPER BODYBOARDS FECHA COM O CAMPEÃO MUNDIAL

    O sul-africano Iain Campbell, que se sagrou campeão mundial da modalidade pela primeira vez em 2017, acaba de fechar pela Sniper Bodyboards.

    A marca europeia mantém-se assim na linha da frente e mantém também a característica de ter na equipa atletas de topo, incluindo campeões do mundo.

    Campbell junta-se agora ao francês Amaury Lavernhe, 2x campeão mundial (2010 e 2014), ao basco Alex Uranga, 2x campeão europeu (2016 e 2017) e ao free surfer português António “Bodecas” Saraiva, entre outros.  

    A nova coleção da marca também já se encontra disponível no site e possui já o pro-model de Iain Campbell, caracterizado por quatro opções distintas, blocos em PP e NRG e ainda ISS system. 

    Noticia_IainCSniperB2


    Aproveita e vê aqui o seu último vídeo e aqui uma entrevista com o campeão.