Depois do raide à Praia do Norte, na quarta-feira, na remada, o único bodyboarder na água; Pedro Levi enfrentou outro conhecido spot da costa oeste no dia seguinte, ontem, quinta-feira.
Falamos, obviamente, do Bunker, que o próprio nos confidenciou ontem de manhã em conversa LIVE no Instagram.
Aproveitamos para partilhar agora alguns incríveis frames dessa épica jornada. xxx
Comissão Europeia aprova projeto do Ericeira Surf Clube para celebrar o 10.° aniversário da Reserva Mundial de Surf da Ericeira.
O Ericeira Surf Clube viu recentemente aprovada pela Comissão Europeia uma candidatura europeia ao programa Erasmus+ Sport 2020 para celebrar o décimo aniversário da Reserva Mundial de Surf da Ericeira – RMSE.
A RMSE faz 10 anos a 14 de outubro de 2021. Para comemorar a importância desta efeméride, o evento Ericeira WSR+10 irá desenrolar-se ao longo de um ano e incluirá iniciativas e atividades multidisciplinares, de conferências a formações, passando por estudos científicos e workshops, promovendo a sustentabilidade através do surf.
Miguel Barata de Almeida, presidente do ESC, considera que “a aprovação desta candidatura do Projeto Ericeira WSR+10, do Erasmus+ Sport, promovido pela Comissão Europeia, vem coroar um trabalho que temos vindo a desenvolver no Ericeira Surf Clube em várias áreas, ao longo dos últimos anos. Tem um enorme significado para todos nós, no sentido em que iremos celebrar, em 2021, os 10 anos da World Surfing Reserve da Ericeira, colocando ao dispor da comunidade a possibilidade de serem desenvolvidas diversas ações que consideramos estruturantes para a nossa região e país. O projeto terá alguns dos seus momentos mais marcantes na semana de 14 de outubro de 2021, com um evento que contará com a presença de 11 comitivas, entre os parceiros europeus envolvidos, e um Estudo do Impacto da WSR na Ericeira nos últimos 10 anos.”
O apoio financeiro da Comissão Europeia é complementado pelos apoios de patrocinadores institucionais e privados, de âmbito regional, nacional e internacional.
Boa parte deste financiamento encontra-se destinada às viagens, estadias e atividades orientadas para as delegações dos parceiros que irão participar nas iniciativas promovidas por este evento, que trarão cerca de duzentos representantes vindos de dez países, incluindo Portugal, à Ericeira.
A Reserva Mundial de Surf da Ericeira é a única existente no continente europeu, integrando uma rede global sob a tutela da Save the Waves Coalition, associação internacional que criou este programa com o objetivo de preservar e promover regiões costeiras com ondas de qualidade ímpar – na Ericeira trata-se duma faixa costeira de 4 quilómetros que inclui sete ondas de características únicas (Pedra Branca, Reef, Ribeira d’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço), as respetivas paisagens e ecossistemas.
Este ano foram aprovados pela Comissão Europeia 14 projetos, que resultaram de um total de 79 propostas de eventos desportivos sem fins lucrativos, dos quais apenas dois serão realizados em Portugal: Promote Physical Activity and Sport Using the Public Space – Urban Sports 4all, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, e o Ericeira WSR+10, organizado pelo Ericeira Surf Clube. Em sete anos de Erasmus+ Sport houve apenas três eventos realizados no nosso país, já incluindo estes dois.
O evento Ericeira WSR+10 vai iniciar-se entre o final deste ano e o início de 2021. xxx
Decorreu no dia 24 de outubro na praia do Guincho em Cascais a etapa única do Campeonato Nacional de Bodysurf que determinou a atribuição dos títulos para a época de 2020.
O dia foi de ondas a rondar o metro com uma brisa ligeira de sul, que favorece as ondas no guincho. Com 24 atletas inscritos na categoria Open e 4 na categoria Júnior, cedo os favoritos começaram a mostrar que, apesar do ano difícil, tinham mantido a sua boa forma e pelo primeiro vez viu-se muitos frontflips, uma manobra mais técnica e que pressupõe que o atleta dá uma cambalhota para a frente na onda. Este ano o nível técnico subiu muito com boas execuções técnicas.
Na categoria Open, Rodrigo Carrajola (em cima) começou cedo a definir o seu percurso em direção à revalidação do título de Campeão Nacional, tendo ganho todas as baterias ao longo do dia com uma prestação sólida, arriscando em algumas manobras no momento certo.
Já Miguel Rocha teve um dia mais atribulado e, apesar de vencer todas as baterias exceto a final, teve mais dificuldade no confronto nas suas baterias, tendo, inclusive, nos 1/4 de final, ficado quase para trás não fosse uma onda que entrou nos últimos 15 segundos da bateria e que lhe permitiu avançar para as meias finais.
Na final Open acabou por ser Miguel Rocha a cometer um erro que acabou por condicionar desde logo as suas aspirações ao título ao fazer uma interferência sobre Tiago Ramos que lhe custou metade da pontuação da sua segunda melhor onda. Apesar disso, Rodrigo Carrajola teria sempre ganho a final uma vez que a soma das suas ondas superou as de Miguel Rocha.
Os outros dois finalistas foram Jaime Bonito (em cima), que vinha desgastado das muitas baterias que surfou ao longo do dia, uma vez que competiu em ambas as categorias Open e Júnior, tendo ficado em 4º na final Open; e Tiago Ramos, atleta da Associação de Surf de Vagos, que manteve uma prova consistente ao longo do dia e acabou por ficar em terceiro na final.
A final Júnior foi talvez uma das baterias mais disputadas do dia, com poucas ondas a entrarem, mas com os atletas a lutarem onda a onda pela vitória. No final foi Jaime Bonito o justo vencedor com uma seleção de ondas impecável que lhe valeu a revalidação do título. Em segundo lugar ficou Rafael Elias que, nos últimos minutos, ultrapassou Tiago Mesquita, também ele participante do Open e Junior e com algum desgaste já no fim do dia. Em quarto lugar ficou o estreante Carlos Guimarães que, apesar de não conseguir apanhar nenhuma onda realmente boa, foi quem mais ondas apanhou na final.
Miguel Adão venceu hoje a quarta a última etapa do Circuito Nacional de Bodyboard Crédito Agrícola 2020, realizada na Praia Salgueira, Póvoa de Varzim.
O bodyboarder de 24 anos, da Figueira da Foz, bateu, na final, o favorito local Ricardo Rosmaninho, o 8x campeão nacional Manuel Centeno e o sintrense Nicolas Rosner, para conquistar a sua primeira vitória de sempre numa prova do Nacional Open. O próprio congratulou-se:
“Estou muito feliz por ter conseguido vencer. Desde o início do ano que estava muito motivado para este circuito e para fazer um bom resultado. Estive sempre à porta, fiz meias-finais, fiz uma final e nesta última etapa dei tudo por tudo. Agora é continuar e fazer ainda melhor para o ano e só vou descansar quando for campeão nacional.”
Uma etapa realizada em condições muito difíceis, com uma ondulação a crescer desde o primeiro dia, ao ponto de a organização questionar se conseguia completar a prova, mas que terminou com Teresa Padrela, ontem, e Miguel Adão, este domingo, a sagrarem-se campeões da etapa, e Joana Schenker, também ontem, a arrecadar o seu sétimo título nacional, juntando-se a Daniel Fonseca, que o fim de semana passado já tinha assegurado o título, como campeões de 2020.
Joana Schenker arrecadou hoje o sétimo título nacional de Bodyboard, na Póvoa de Varzim, ao ficar em quarto lugar na final da 4.ª e última etapa do Circuito Nacional Crédito Agrícola, beneficiando da eliminação precoce de Teresa Almeida, sua concorrente na corrida ao título, nas meias-finais da prova, e do segundo lugar obtido por Filipa Broeiro que, apesar de tudo, se revelou insuficiente.
Menção honrosa para a jovem Filipa Broeiro, de apenas 18 anos, que esta semana chegou a não ser considerada na corrida ao título (um erro crasso por parte de quem o fez), embora tivesse um tiro e uma única oportunidade matemática para o fazer – ela precisava ganhar a etapa e, além disso, que Joana Schenker fosse quarta classificada na prova.
Joana surfou tranquilamente até à final, viu Teresa Almeida eliminada nas “meias” e, como tal, a porta ficou escancarada para o título. Só que, na final, quando estava em segundo lugar, atrás de Teresa Padrela, cometeu uma interferência sobre Filipa Broeiro e, como tal, viu cortada a sua segunda melhor nota, caindo para um inesperado quarto lugar da bateria.
Não fosse o facto de Teresa Padrela não ter cedido o primeiro lugar a Filipa Broeiro, Joana não teria conseguido manter a licra verde para o próximo ano nem alcançar o sétimo título nacional feminino da carreira. A algarvia admite:
“Foi um bocado mais dramático do que estava à espera. Tinha a certeza que tinha a prioridade, estava sozinha lá fora e não via bem as placas de prioridade, por isso fui na onda e de repente vi a Filipa. Fiquei estupefacta, pois estava na luta pelo primeiro lugar e, de repente, fiquei em quarto. Foi um incidente que podia ter estragado tudo.”
Imagens de arquivo
Para a vencedora da etapa, Teresa Padrela, a vitória nesta etapa teve um sabor agridoce, depois de uma temporada atribulada: “Foi uma etapa muito difícil e mesmo na final só tive a certeza que tinha ganho quando saí da água. No final, sinto-me um bocadinho frustrada por ter perdido as duas primeiras etapas na primeira ronda e equacionei mesmo não vir à Póvoa. Foi só por insistência da minha treinadora, Catarina Sousa, que vim cá. Ainda bem que o fiz já que foi a primeira vez que venci uma etapa com a Joana Schenker e isso dá-me mais confiança para o futuro.”
De parabéns está definitivamente Filipa Broeiro, campeã nacional sub-18 (2018, 2019) e campeã europeia júnior em 2018, uma atleta que gosta e se sente à vontade em condições desafiantes e que, este sábado, não se intimou com as condições da Praia da Salgueira e mostrou ser uma adversária de respeito, causando um valente susto e enorme desconforto à ex-campeã mundial portuguesa, de 33 anos, apontada na última semana como a grande favorita.
Em resumo, vitória na etapa para Teresa Padrela, segundo lugar para Filipa Broeiro, terceiro para Madalena Padrela e quarto lugar para Joana Schenker que, todavia, sai da Póvoa de Varzim com o sétimo título nacional. Para Broeiro, este segundo lugar acaba por servir de pequeno tónico e consolo, acrescentando ânimo e motivação para 2021.
A chamada para domingo, onde já só faltam realizar onze Heats masculinos, ficou marcada para as 8h30. xxx
Em julho, a Canon lançou a sua mais recente câmara profissional de alto desempenho, a EOS R5. Para Ricardo Bravo, 45 anos, conceituado fotógrafo de surf e bodyboard, com créditos firmados internacionalmente, mais do que uma câmara, a R5 tornou-se uma oportunidade de envolver o amigo Nuno Cardoso, fundador da Wave Solutions Water housings, micro empresa sediada na Ericeira e especializada no fabrico customizado de caixas estanques para fotografia, numa aventura que mistura alta tecnologia com fabrico artesanal, empreendedorismo e até arte: construir a primeira caixa estanque de surf do Mundo para a R5. E em Portugal.
Ricardo relata o que motivou esta aventura: “A Canon lançou a câmara que, há uns anos, disse-me um professor de fotografia digital, ‘não existe nem vai existir’. O senhor, felizmente, estava errado. São 20 frames por segundo, 45 milhões de pixels, um autofoco de sonho e tudo isto numa estrutura compacta e leve. Esta maravilha tecnológica chama-se Canon EOS R5 e a primeira vez que ouvi falar dela, percebi que o assunto era sério e merecia um mergulho (literal e figurado) no tema. Entre estruturar o projeto, emails e telefonemas, ter o ‘ok’ da Canon Portugal e da Wave Solutions Water Housings para trabalharmos em direção à primeira caixa estanque a nível mundial para a R5 e conseguirmos as primeiras imagens, foi um passo com milhares de passos pelo meio.”
Nuno Cardoso e Ricardo Bravo são amigos há 20 anos, mas colaboram profissionalmente há 15 anos. Nuno, um engenheiro de materiais que se define como “um idiota cheio de ideias” recorda o primeiro trabalho com Bravo:
“Conheço o Ricardo há uns 20 anos e colaboramos há cerca de 15. Lembro-me que no nosso primeiro projeto conjunto, ele contactou-me frustrado porque tinha uma caixa estanque que pesava quase 3 quilos e consegui fazer-lhe uma nova que pesava 1 quilo. Em termos de facilidade de utilização na água, é outro mundo.”
Assim, quando Ricardo contactou Nuno para mais este projeto, que tinha como desafio extra a possibilidade de ser a primeira caixa estanque para a R5, este não hesitou e recorda: “O Ricardo tem normalmente acesso a material excelente e é muito exigente, o que passa para o meu trabalho. A seguir à apresentação da máquina a alguns fotógrafos profissionais como o Ricardo, conseguimos arranjar uma demo da máquina e em menos de 24 horas fizemos um ‘scan’ 3D na Fab Lab Lisboa e começámos a trabalhar. Recebi a máquina às 19h de um dia, fizemos a impressão 3D, e à hora de almoço do dia seguinte, devolvemos a demo.”
O passo seguinte foi o de construir o protótipo, o que colocou alguns problemas de engenharia novos: “Estamos agora a trabalhar no modelo comercializável em alumínio, material que apresenta características ideais em termos de dispersão de calor. A R5 tem processadores muito potentes, que produzem altas temperaturas, o que me fez optar pelo alumínio para esta caixa.”
Quanto a ser o primeiro a produzir uma caixa estanque para esta máquina, ultrapassando as grandes marcas da especialidade, Nuno Cardoso não esconde a satisfação:
“Fico contente por saber que é a primeira no Mundo face a concorrência multinacional. É um projeto que me dá mais algum crédito internacional. Se não fosse esse reconhecimento, nem teria acesso a esta máquina.”
Já há campeã no Frontón King 2020. Trata-se da canária Teresa Miranda que superou Alexandra Rinder, ambas de Tenerife, com uma onda de 10 pontos (um tubão perfeito). Vale realçar que Alexandra foi a campeã do ano passado e que Teresa, além de ser campeã espanhola 2018, foi também a vencedora desta prova nesse mesmo ano.
No que toca ao único bodyboarder luso em prova, Bernardo Jerónimo, este foi afastado esta quinta-feira à tarde no seu Heat do Round 3. Bernardo acabou por ficar em quarto lugar na bateria, mas poderia ter chegado facilmente aos lugares de qualificação caso tivesse conseguido aterrar/finalizar um aéreo monstruoso. Ainda assim, desempenho extraordinário do atleta figueirense que só tem motivos para deixar a comunidade do bodyboard orgulhosa.
A previsão para os próximos dias não é a melhor, mas é possível que a competição retome esta sexta-feira pela hora de almoço. Fica atento à chamada!
ES //El Gran Canaria Frontón King ya tiene Reina, un título decidido con una final entre canarias, que estuvo marcada por los 10 puntos de Teresa Miranda con un tubo perfecto.
La World Cup Gran Canaria Frontón King ha coronado hoy a su Reina del Frontón King, la tinerfeña Teresa Miranda que ha conseguido la corona en una final muy codiciada contra la actual campeona Alexandra Rinder. Volvía a hacerse con la corona la rider de Los Realejos, campeona de España de bodyboard 2018 y Reina del Frontón King 2018, con una ola de 10, la mayor puntuación por maniobra del campeonato hasta el momento.
Una bajada de izquierda espectacular de Teresa Miranda, Frontón Queen 2018, subía la expectación en el Frontón King y la colocaba a la cabeza de la manga a apenas unos minutos del comienzo de la esperada final. Miranda se marcó una ola de tubo largo y profundo, completo y dominado a la perfección por la tinerfeña, que le daba la fuerza para arrebatarle a Rinder su corona del Frontón Queen.
Este ha sido “el primer 10 de mi vida”, ha declarado la campeona del Frontón King, que se ha confesado muy “contenta y orgullosa”. Como ha explicado, la manga contra Rinder “se podía dar la vuelta en cualquier momento” por lo que ha sido una victoria “increíble”con una ola en la que “me arriesgué en la bajada al límite contra el fondo”. Este segundo título de Reina del Frontón King es para ella “un gran éxito” que lleva “con un poco de presión” pero con ilusión por “poder continuar y llegar a lo más alto”.
Alexandra Rinder buscó su oportunidad hasta el último minuto, sacando puntos ola a ola para escalar y revalidar su título, con una actitud paciente y estratégica que en este caso no ha sido suficiente para llevarse el primer puesto.
El tercer y cuarto puesto ha sido un duelo entre la venezolana residente en Chile Begoña Martínez y la grancanaria Texenery García, que abrieron la tarde en una puja ajustada por llegar al podio del Frontón Queen. Martínez, que se medía con la finalista Alexandra Rinder en la manga anterior, ha superado a la local Texenery García que perdió una aleta en una ola, lo que le complicó la lucha contra ‘La Bestia’. Martínez tocó podio en su primera vez en El Frontón, una experiencia que ha valorado como “impresionante”, por lo que se ha declarado “muy contenta y agradecida”.
El open avanza con los locales en cabeza
Por su parte, los chicos han seguido avanzando manga a manga en las últimas clasificatorias a cuatro de esta edición, en las que los canarios han adelantado a los rider visitantes con maniobras radicales y vuelos sobre la cresta de la ola de El Frontón.
Gran actuación en la tercera ronda del joven Borja Granados, que ha superado al dos veces campeón del mundo, el francés Pierre-Louis Costes. El talento local ha estado muy fuerte en su manga, demostrando un talento capaz de hacerle frente a los veteranos del bodyboard. Con un 14.33 logró ponerse por encima del galo, con un 8.33 en una maniobra que puso en pie a los demás competidores que observaban el transcurso de una ajustada manga llena de espectáculo.
Despuntó también en la jornada el canario Diego Cabrera, que como ha expresado al salir del agua, fue capaz de “darle la vuelta a la manga aún fuera de prioridad”, aprovechando “una ola que me dejó en buena situación” regalándole un 7 al isleño. Ha sido una manga “con mucha tensión” porque “todos queremos pasar y hay mucho nivel”, por lo que ante una ola buena, el rider local no perdió ocasión para un rolo que le da paso a la siguiente ronda.
Con una impactante maniobra el tres veces Rey del Frontón, Amaury Lavernhe se puso en lo más alto del ranking en puntos por maniobra con una ola de 8, en una bajada limpia con tubo largo, saliendo con un rolo que le catapultó a la victoria. La brillante técnica del francés superó a Carlos Sanz, en segunda posición y dentro de la siguiente ronda, y eliminando a dos grandes, el vasco Alex Sebastian y al chileno Sacha Damjanic.
Dio espectáculo también el colombiano Julián González en una manga en la que pasó también el joven canario Armide Soliveres, muy disputada y con maniobras radicales entre ambos, que eliminaron con su destreza en la cresta al inglés Daniel Skajarowski y Alby Sánchez.
Lideraron también su manga Lionel Medina con un 11.34 total y un solvente Carlos Suárez, en una manga canaria donde cayeron Paul Lecouey y Sergio Quevedo. El peruano Miguel Rodríguez, con un 9.15 de sumatoria total, pasó junto al veterano de esta ola Alejandro Barbosa, quienes se llevaron el marcador sacando del campeonato al canario Carlos Martín y al francés Yon Aimar.
También cayó del cuadro el venezolano Angelo Freda y el grancanario Carlo Costas, frente al liderazgo local de Igor Sánchez y Dailos Rodríguez. Daniel Quintana avanza fuerte hacia la siguiente ronda junto a Daute Perdomo, eliminando por muy poco a Maxime Ausina y a David Rodríguez, que no tuvo suerte con sus olas en esta ocasión. xxx
O segundo dia do Gran Canaria Frontón King contou com a realização de duas rondas onde os bodyboarders locais estiveram em grande destaque, passando a grande maioria das suas baterias em primeiro lugar.
O único português presente na prova, Bernardo Jerónimo, entrou novamente a competir, no Round 3, qualificando-se à fase seguinte em primeiro lugar do seu Heat.
Diego Cabrera, Dailos Rodríguez, Roberto Sanromán, David Rodríguez, Txomin López, Sergio Quevedo Y Pierre-Louis Costes foram alguns dos destaques desta quarta-feira em Galdar.
Amanhã a competição deve retomar e o dia deve ser recheado de ação, pois a organização procura avançar o máximo possível já que a previsão para os dias seguintes não é famosa.
ES //La World Cup Gran Canaria Frontón King ha comenzado a ajustar su escalada hacia la corona del Rey del Frontón, una competencia que ha estado plagada de buenos tubos y vuelos sobre la cresta de ‘La Bestia’, como es conocida la ola galdense. En las primeras mangas eliminatorias de la prueba, los riders no han escatimado en riesgo, con maniobras radicales en un mar que ha regalado olas de gran tamaño enla que los canarios han marcado el liderazgo.
Los competidores han pujado con fuerza exprimiendo cada minuto para no quedar fuera del ranking, aprovechando que El Frontón rugía con fuerza en este miércoles de octubre. Sorpresa con la eliminación del canario Miguel Macías, Rey del Frontón en 2013, que se hizo con la primera victoria del día con una puntuación de 9.15 para caer en la tercera ronda contra Maxime Castillo y Samuel Brito.
Otra de las mangas más interesantes de la jornada tuvo como protagonista a uno de los riders más veteranos de la prueba, Roberto Sanromán, que demostró que la experiencia en este enclave galdense es una ventaja. El rider grancanario obtuvo un 7.75 de puntuación total con un tubo y un ‘rolo’ con los que se distanció de sus rivales, el francés Maxime Lavoisey y el canario Ricardo González como cabeza de manga.
En el polo opuesto, en su debut en este prueba David Rodríguez se estrenó con gran primera actuación frente a ‘La Bestia’, superando a un veterano de este enclave, Alejandro Barbosa, que pasaba de manga tras eliminar a Jorge Rioja.
Una gran ola puso al francés Txomin López en lo más alto de ranking de puntuación por maniobra, con un 7.75 en un tubo largo y técnicamente bien dominado por el galo. Su destreza subió el nivel de la manga alejándole en un punto de su rival local Paul Lecouey y de Richard Lorenz que cayó de la tabla con la tercera posición.
Sergio Quevedo pasó también como líder de su manga, eliminando al irlandés Seamus Mcgoldrick con dos olas que le dieron en total una puntuación total de 10 y una ventaja holgada con sus rival en el mar Julen Unanue.
El tinerfeño Diego Cabrera, dentro del top 16 mundial, pasó su manga con solvencia con 13 puntos de puntuación total. Como ha asegurado tras su manga, las olas “son grandes y fuertes”, con condiciones que “regalan tubos”. Con que las condiciones se mantengan como las de hoy, el Frontón King “dará un gran espectáculo”, ha asegurado.
Como ha indicado Rodríguez, han sido “buenas olas y de gran tamaño”, lo que le ha permitido “surfear y sumar”, por lo que ha salido contento y satisfecho de su trabajo en el mar en esta segunda jornada.
Brillante fueron también los 25 minutos de manga de Dailos Rodríguez, que se marcó la que posiblemente sea la mejor maniobra del día, con un invertido que dejó con la boca abierta a todos los presentes e hizo vibrar a los amantes del bodyboard profesional. Un 13.25 marcó la manga a favor del rider de Las Palmas de Gran Canaria, que puja con su maniobra al cotizado premio Red Bull Banana Challenge.
“Las mejores olas del mundo son las del Frontón”
El dos veces campeón del mundo, el francés Pierre-Louis Costes, ha regresado al Frontón King en lo que ha valorado como “un privilegio”, porque en este momento “no todo el mundo tiene la oportunidad de viajar” y menos aún de competir.
“Para mi es una celebración poder estar aquí y disfrutar con la gente”, porque “ha sido un año muy diferente”. Este será “un campeonato muy difícil” y “muy especial” para el francés, ya que no solo “es la mejor ola del mundo sino que en ella he podido realizar todos mis sueños”. En este enclave de la costa de Gáldar Costes ganó dos títulos mundiales y el campeonato, por lo que tras un año pasado en el que no pudo dar lo mejor de sí ha llegado a la isla “ilusionado y con la idea clara de reencontrarme con la felicidad que siempre me trae este lugar”.
Este año el Frontón King vuelve a tener “un nivel muy alto como siempre”, porque hay muchos locales y son “los mejores aquí”. Del mismo modo, ha destacado el “éxito” para la organización, que ha sido capaz de sacar adelante esta prueba, en la que se siente “completamente seguro”.
Pierre-Louis Costes siente “un vínculo especial con Gran Canaria”, y desde 2005 viene cada año. El francés asegura que “es una suerte ser parte de la evolución del bodyboard en la isla” con la que tiene “un lazo muy fuerte profesional y personal” porque “las mejores olas de mi vida las he cogido aquí” en este destino, “el mejor del mundo para el bodyboard”. xxx