Author: Vert Magazine

  • SANGUE REAL COM BEN PLAYER

    SANGUE REAL COM BEN PLAYER

    Trata-se apenas do teaser, com cerca de um minuto e meio de duração, mas já dá para ter uma ideia do que será feito este novo filme com Ben Player como sendo um dos cabeças de cartaz (aparentemente há mais riders envolvidos).

    Vejam bem a equipa de Royal Blood: realização a cargo de Tyge Landa, os gráficos estão por conta de Todd Barnes e, como se isto não bastasse, o próprio irmão de BP, Toby Player, está a tratar da produção. O lançamento oficial está agendado para dezembro.

  • SELEÇÃO NACIONAL ESTAGIA EM PENICHE

    SELEÇÃO NACIONAL ESTAGIA EM PENICHE

    A Federação Portuguesa de Surf (FPS) iniciou ontem, 29 de outubro, o estágio de Bodyboard no Centro de Alto Rendimento (CAR) de Peniche, para definir a equipa que irá representar Portugal no Chile, na 4ª etapa do Campeonato Mundial de Bodyboard, a acontecer entre 6 e 14 de dezembro de 2014.  

    Para o estágio foram convocados na categoria Open Masculino os atletas Manuel Centeno, Hugo Pinheiro, João Barciela e Daniel Fonseca. Na categoria Open Feminino, as convocadas são Catarina Sousa, Teresa Almeida e Joana Schenker. Finalmente, na categoria Dropknee, foram convocados Diogo Pimenta, Rui Bonacho e Tiago Pimentão. Os jovens atletas da categoria júnior apenas serão convocados para o estágio final.  

    João Aranha, presidente da Federação Portuguesa de Surf, refere “Estamos conscientes, tanto desportistas como equipa técnica, da extrema importância da preparação dos atletas que representam o nosso país. Portugal já é o principal destino europeu de Surf, mas é fundamental continuar a investir, a inovar e a apresentar bons resultados nas provas internacionais, se queremos consolidar a nossa posição no panorama mundial dos desportos tutelados por esta Federação.”  

    O estágio tem a duração de um dia completo e inclui componentes práticas e teóricas, de forma a definir e desenvolver os objetivos do estágio e da Seleção Nacional. Consoante o desempenho dos atletas, a Federação Portuguesa de Surf, responsável pela seleção e preparação dos que representam Portugal em competições internacionais de desportos de ondas, anunciará a convocatória final da Seleção Nacional de Bodyboard.


    Fotografia: Pedro Ferreira

  • TERENCE PIETERS: UM NOVO COMEÇO

    TERENCE PIETERS: UM NOVO COMEÇO

    Filmado e editado pelo nosso amigo e colaborador sul-africano, Simon Heale, este novo clipe mostra Terence Pieters em ação. Terence mudou-se recentemente para a Cidade do Cabo e teve que recomeçar do zero. Este é o início de uma nova etapa da sua vida.

  • TANNER 7.0

    TANNER 7.0

    É o sétimo vídeo clipe do jovem Tanner McDaniel a invadir a net. O miúdo havaiano, de apenas 15 anos, não desilude e faz o que lhe compete, ou seja, parte a loiça.

    Futuro campeão do mundo no horizonte? O “mestre” Mike que sim. E vocês?

  • INVERTER PAPÉIS

    INVERTER PAPÉIS

    28/10/2014 – Tinha combinado com os irmãos Fonseca, Daniel e Guilherme, ir ver este spot que fica a dois passos de minha casa. Parecia que entravam poucas ondas e só os sets é que pareciam bons. Mesmo assim desafiei-os a entrar, pois estava motivado para voltar a fotografar este pico dentro de água.

    A meio da sessão o Daniel perguntou-me se eu queria descer umas ondas e acabámos por inverter os papéis. Ele foi fotografar, eu surfar e assim surgiu a foto.


    Texto: Pedro Carvalho | Fotografia: Daniel Fonseca

  • A PANDILHA DE ITACOA

    A PANDILHA DE ITACOA

    Para variar e não destoar do habitual bom gosto, eis a pandilha de bodyboarders de Niterói a varrer por completo as ondas da bela praia de Itacoatiara. Pow pow!

  • GUERREIROS DO MAR

    GUERREIROS DO MAR

    Começo por dizer que não me sinto suspeito por escrever sobre o assunto. Sou surfista há mais de 23 anos e dificilmente trocava o surf por outro desporto de ondas. Pretendo apenas que a minha análise nas próximas linhas seja tão sincera e desprovida de interesses, como a transparência da água que rola sobre um reef break do Oceano Índico.

    Sempre admirei os bodyboarders! Guerreiros do mar! Entre muitos motivos, admiro-os pela atitude destemida perante as ondas pesadas, a radicalidade das manobras, os tubos profundos e a procura de novos slabs. Admiro-os pela amizade que os une de norte a sul do país! Uma verdadeira tribo do mar!

    É certo que uma grande percentagem dos meus amigos da praia, hoje amigos para a vida, são bodyboarders. Ok, esse pormenor poderá tornar-me um pouco suspeito na análise, contrariando o que disse no primeiro parágrafo. Contudo, não me impede de observar este desporto com admiração e alguma neutralidade.

    Mas afinal quem são os bodyboarders deste país? Para mim, são grandes aficionados de ondas! Alguns, lá vão alternando entre o longboard e o pé de pato, outros mudaram-se de vez para as pranchas de fibra e são excelentes surfistas, mas no seu íntimo, julgo que são bodyboarders de sempre e para sempre. Outros mantêm-se fiéis ao desporto que os viu crescer e não trocam o leash de mão por nenhuma prancha americana com três quilhas. E depois há ainda a nova geração que escolheu o bodyboard porque sim! Pela diferença, pela sua cabeça, pelo seu coração!

    Hoje em dia alguém que ouse escolher o caminho de bodyboarder, numa fase em que nunca foi tão fácil aprender surf (basta observarmos o número de escolas na costa portuguesa, a mediatização dos campeonatos, os ordenados milionários dos surfistas do CT), é alguém que está ciente da sua decisão, sem qualquer critério de vaidade. Hoje, ser surfista é estar na moda, ou querer estar na moda. Hoje, ser bodyboarder é ser um surfista de há 20 anos atrás. É não estar na moda! É ser fiel às suas decisões e usufruir do mar com paixão. É ouvir vezes sem conta os amigos e familiares a questionarem “porque não praticas surf? É sorrir e perceber que esta escolha é fruto da dimensão da sua paixão!

    Não quero com isto dizer que o aprendiz de surf dos nossos tempos seja um individuo que usufrui do mar sem paixão, longe disso. A sua escolha também pode ter sido feita com o coração e com a vontade intrínseca de alguém que se quer tornar num ser mais próximo do oceano. Quero apenas dizer que é uma decisão mais fácil!

    Quando pensei em escrever este texto percebi que consigo citar mais nomes de bodyboarders portugueses que admiro do que dos meus parceiros de surf. Nunca tinha pensado nisso! A vontade de mencionar alguns nomes é grande! Mas prefiro não o fazer, pois poderia correr o risco de me esquecer de muitos. São tantos os que mereciam ser citados. Mas não por mim, não na minha simples crónica. No mínimo, pelos jornais televisivos em “prime time”!

    Surfar ondas gigantes na Nazaré sem mota de água e sem “holofotes”, fazer história ao surfar o Jardim do Mar, na Madeira, com ondas de mais de 6 metros. Dar cartas em Pipeline, entre outras performances competitivas, como títulos europeus e posições de destaque nos rankings mundiais. Não tenho dúvidas que se o bodyboard tivesse a mesma mediatização do surf, Portugal seria o país dos Kelly Slaters, dos Jordy Smiths e dos Johns Johns. Seriamos um país pequeno que produziria campeões mundiais.

    Mesmo sem me considerar um entendido na matéria e sem querer falar demais para não cometer erros jornalísticos, fico-me pela emoção, de considerar que hoje em dia o Bodyboard é um desporto que encarna toda a magia do mar. Mas, quem sou eu para escrever sobre este assunto…?

    Sou apenas um surfista que de quando em quando esquece a prancha com quilhas, para poder descer umas ondas no estado mais puro, Bodysurf, auxiliado por pés de pato, peito na água e braços esticados. Talvez nesses momentos energéticos em que estou deitado sobre o oceano, seja absorvido pela sensação de que sou um surfista com coração de bodyboarder.


    Texto: João “Flecha” Meneses | Fotografia: Pedro Carvalho

  • O MELHOR DE JASE FINLAY

    O MELHOR DE JASE FINLAY

    É o final de mais um dia. Agarra uma mini, uns amendoins e senta-te no sofá. Relaxa por alguns instantes, se conseguires, a ver um dos melhores riders da atualidade.

    Jason Finlay durante 90 segundos de bodyboard celestial, retirados da película Passing Through.