Author: Vert Magazine

  • AGUÇADOURA SURF SPIRIT REGISTA DOIS DIAS DE MUITA AÇÃO

    AGUÇADOURA SURF SPIRIT REGISTA DOIS DIAS DE MUITA AÇÃO

    Foram dois dias de grande ação e qualidade de surf que se viram neste último fim de semana nas ondas da praia da Barranha, na Aguçadoura, Póvoa de Varzim, que resultaram nas vitórias de Octávio Silva, em Bodyboard Open, e Tiago Pimentão, em Dropknee

    A Aguçadoura é conhecida pelos seus famosos spots de surf, que proporcionam ondas ao melhor e mais alto nível nacional, por isso, a competição nesta que foi a oitava edição do evento foi acirrada e muito concorrida, contando com a presença de mais de cem atletas entre todas as categorias. 

    O reconhecimento dos atletas ficou também bem vincado com o aumento do prémio monetário em todas as categorias, passando a ser de 1300 euros no total. 

    Além da vertente competitiva, o Aguçadoura Surf Spirit registou uma grande afluência de pessoas à Spirit Summer Party que proporcionou uma noite francamente vibrante com a presença dos Dj’s Rody C & Double2sound em pleno clima festa de verão.

    Os resultados finais de ambas as categorias no Aguçadoura Surf Spirit ficaram assim alinhados: 

    Open

    01. Octávio Silva 

    02. Joel Rodrigues 

    03. Daniel Ferreira

    04. Tiago Castro 

    Dropknee

    01. Tiago Pimentão

    02. Sérgio Rodrigues

    03. Diogo Pimenta

    04. Nuno Beleza

  • OCEAN SPIRIT ESTÁ DE VOLTA A SANTA CRUZ DE 14 A 23 DE JULHO

    OCEAN SPIRIT ESTÁ DE VOLTA A SANTA CRUZ DE 14 A 23 DE JULHO

    A uma semana do arranque da 11.ª edição do maior festival internacional de desportos de ondas, trazemos mais novidades acerca do cartaz musical. O Santa Cruz Ocean Spirit regressa, entre os dias 14 e 23 de julho, com 10 dias repletos de ação com provas nacionais e internacionais de bodyboard, surf, skimboard, kayaksurf, waveski,  bodysurf, natação e stand up paddle (SUP). Além do desporto, há um cartaz de luxo associado a mais uma edição do evento. 

    No primeiro dia do evento, a 14 de julho, sobe ao palco Regula, um MC português que cresceu a ouvir Black Company ou Da Weasel e em 1996 começou a rimar. Em 2002 foi convidado por Sam The Kid para participar no seu álbum “Sobre(tudo)” que marcava assim a sua estreia em projetos editados. E é também em 2002 que se estreia com o primeiro álbum “1ª Jornada”, álbum que se tornou muito popular devido ao single “Especial” com a participação de NBC. A partir daí, foi convidado para participar em mix-tapes e álbuns de artistas como DJ Bomberjack, NBC, J-Cap, Kacetado, Xeg, Tekilla e Madvision. Desde então não parou. O mais recente álbum intitula-se “Casca Grossa” e foi lançado em 2015 e conta com as participações de Sam The Kid, Valete, Veecious ou Blaya. Abertura da primeira noite do evento, e que antecede a atuação de Regula fica a cargo de D-One.

    A 15 de julho, sábado, a noite faz-se primeiro com João Dinis e depois com a música de Virgul. O ex-membro dos Da Weasel lançou um novo single em abril. Chama-se “Rainha” e surge depois do sucesso tremendo de “I Need This Girl” e “Só Eu Sei”. Recorde-se que, antes da carreira a solo, Virgul deixou a banda Da Weasel para pertencer aos Nu Soul Family. 

    No domingo, 16 de julho, será a vez da Aldeia Neptuno receber os The Fucking Bastards. Este é um projeto criado por três amigos, um trio de DJ que se conheceram em 2008 por motivos profissionais. Trabalharam já como Relações Públicas mas em paralelo com o trabalho no “mundo” da noite têm também uma carreira no mundo da moda. A estreia como trio de DJ de Pedro Ribeiro, Ricardo Azevedo e Ricardo Valgode foi no Porto e desde então que têm animado várias noites tocando em várias casas de renome.

    A 17 de julho, a festa faz-se ao som de Spencer que abrem a noite para Yasmine. A cantora traz-nos êxitos recentes como “Esquece o mundo”, ou o sucesso “Perfume” que conta com a participação de Badoxa.

    Jimmy P é o convidado de honra da noite de 18 de julho. Figura central da nova geração da música portuguesa, Jimmy P representa o que de melhor se faz na música urbana actual, espaço largo para onde faz confluir uma fusão perfeita entre o Rap e o R&B. O poder da rima, bem como a prevalência da palavra longe de estereótipos misóginos e lugares comuns, nunca deixará de ser central no seu trabalho. Entre os trabalhos mais recentes do músico, que foi pai há bem pouco tempo, estão os álbuns “FVMILY F1RST” (2015) e “Essência” (2016). Antes ainda de Jimmy P subir ao palco, o aquecimento fica a cargo de Ricardo Reis.

    A 19 de julho, Dillaz sobe ao palco do Santa Cruz Ocean Spirit, não sem antes Slimcutz aquecer o público de Santa Cruz. Dillaz tem 25 anos, e é um rapper português. É dotado de um poder vocal profícuo e é considerado por muitos uma das maiores promessas da “nova escola”. Em 2015, lançou uma música intitulada “O Homem da Sirene” em que retrata a vida dos soldados da paz no combate aos incêndios florestais. O seu álbum mais recente intitula-se “Reflexo” (2016).

    A 20 de julho é Djodje o cabeça de cartaz, que sobe ao palco depois de Juan Castro. Djodje nasceu a 15 de Janeiro de 1989 na cidade da Praia, Cabo Verde. Filho de pais músicos, desde sempre se interessou pela música. Aos dez anos formou em conjunto com familiares e amigos o grupo TC. Já em 2006, lançou o primeiro álbum a solo intitulado “Sempre Tc”, em homenagem ao grupo. Desde então não parou. Em 2014 lançou o single “Uma Chance”, com forte adesão em Portugal, Cabo Verde e não só. O single “Beijam”, lançado em junho de 2016, atingiu mais de 8 milhões visualizações no Youtube. E foi um sucesso também em Portugal. Em março desde ano esteve no Coliseu de Lisboa para um concerto, já há muito aguardado pela legião de fãs do cantor e produtor musical em Portugal. No Santa Cruz Ocean Spirit, o público poderá ouvir ao vivo hits como:“Não Vai”,”Txukinha”, “Uma Chance”, “Beijam, entre outros…

    Na sexta-feira, 21 de julho, a festa faz-se com DJ Ride. Há mais de dez anos atrás dos pratos, e com seis títulos de campeão de scratch ao peito, mais dois de campeão mundial em 2011 e 2016, juntamente com Stereosauro, na dupla Beatbombers, DJ Ride é músico, produtor e um dos mais reconhecidos artistas portugueses na música urbana. Com quase 100 concertos por ano, por todo o mundo, já abriu para concertos de nomes como Q-bert, Flying Lotus, Dam-Funk, A-trak, Gaslamp Killer, Steve Aoki, ou Moderat. Antes de DJ Ride serão os Clendestinos a fazer a festa.

    E chega o segundo e último fim de semana do evento. No sábado, 22 de julho, a música estará a cargo de Simon e logo depois de Badoxa. Desde pequeno que se interessou pela música tendo aprendido a tocar vários instrumentos, tais como: Berimbau, Atabaque, Pandeiro, tendo depois começado a cantar nas rodas de capoeira, e ganho inclusive um campeonato de canto (Capoeira) em 2003 no Algarve. Em 2010 começou a acompanhar na guitarra e a cantar com uma das maiores referências da música africana “Micas Cabral” vocalista e guitarrista da banda “Tabanka Djazz”. Nessa altura começa também a trabalhar com G-Amado que é hoje em dia uma das referências da música africana. Aos 22 anos lança em o primeiro álbum a solo intitulado “Minhas Raizes”, álbum que vao da Kizomba, ao Semba, Zouk, Tarraxinha. Em 2016, dois anos depois, Badoxa lança o álbum intitulado “Memórias”, com êxitos como “Tá-Me Esperare”.

    Na última noite do festival é a vez de Mastiksoul subir ao palco principal. Mastiksoul iniciou a sua carreira como DJ/produtor em 92, tornando-se hoje em dia num dos artistas mais respeitados da indústria a nível mundial. Reconhecido pelo seu estilo bem característico, conta já no seu currículo com vários hits e top 10 mundiais, tendo já sido nomeado como “Melhor Produtor House” nos aclamados prémios do Beatport. Em 2017 Mastiksoul continua a sua saga como um dos top produtores mundiais, visto por muitos como uma verdadeira lenda viva da dance music. O aquecimento para a última noite faz-se com o DJ Francisco Maria.

    Nota ainda para a vertente solidária do evento. Este ano, todos os visitantes são convidados a trazer bens alimentares não perecíveis ou produtos de higiene e, assim, de forma fácil, contribuir para uma causa. Numa parceria com a Cruz Vermelha Portuguesa, estes alimentos serão distribuídos junto das famílias mais carenciadas do concelho de Torres Vedras. A entrada é gratuita. 

  • PLC VENCE ACC 2017; TÓ CARDOSO EM 7.º LUGAR

    PLC VENCE ACC 2017; TÓ CARDOSO EM 7.º LUGAR

    Terminou há momentos o Arica Chilean Challenge, evento de categoria Grandslam que foi a quarta etapa da APB Tour em 2017. O vencedor foi o francês Pierre-Louis Costes, bicampeão mundial (2011 e 2016) que à partida para a prova chilena se encontrava em 66.º lugar do ranking (tendo participado apenas na etapa de Pipe, a primeira do ano). 

    Na final, PLC foi dominador e venceu com 17.25 pontos, deixando o brasileiro Roberto Bruno na segundo posição com 15.00 pontos. O local chileno Alan Muñoz terminou em 3.º, com 11.75 pontos, e o sul-africano Iain Campbell foi quarto classificado, com 11.40 pontos. 

    Contrariando o que é habitual, esta edição da prova ficou marcada por ter dado mais direitas do que esquerdas. No último dia de competição as ondas mostraram-se bem consistentes entre os 6 e 9 pés. 

    Afastado nas meias finais, em quarto lugar, esteve o português Tó Cardoso que terminou a sua atuação num honroso 7.º lugar. Depois do ótimo resultado em Itacoatiara, na etapa anterior, Dino Carmo desta vez ficou-se pela ronda 2, tal como André Bernardo. 

    Tanto Tó Cardoso como Dino Carmo, bem como o campeão da etapa, PLC, que acabou de ser pai, devem agora melhorar as suas posições no ranking mundial (atualização ainda não disponível). Dino Carmo encontrava-se em 9.º e Tó em 27.º lugar.

    Os guerreiros da APB rumam agora para a 5.ª etapa do tour, o Antofagasta Bodyboard Festival, 4 estrelas masculino e 2 estrelas feminino, que tem lugar em La Cupula, entre 11 e 16 de julho. 

  • SKELETON BAY BY EDU BARTOLOME

    SKELETON BAY BY EDU BARTOLOME

    Mini clipe POV de uma investida do basco Edu Bartolome a Skeleton Bay, na Namíbia, África. Enjoy!

  • CLOUD 9 PERFECTION

    CLOUD 9 PERFECTION

    Four minutes of perfect Cloud 9 pits with Mor Cooper, a boogie boarder from Israel. Filmed by Kiril Shchegolsky, Mor Cooper & Kyron Rathbone; Edit by Kiril Shchegolsky.

  • ONDAS DE 2,5M SERVEM DE ARRANQUE AO ARICA CHALLENGE

    ONDAS DE 2,5M SERVEM DE ARRANQUE AO ARICA CHALLENGE

    O Arica Chilean Challenge, a quarta etapa da APB Tour 2017, já está a decorrer no spot de El Gringo. Ontem, o swell marcou presença e permitiu que as triagens terminassem e a ronda 1 do evento principal tivessem lugar.

    Em ondas que chegaram a roçar os 3 metros de altura, foi o brasileiro Uri Valadão, antigo campeão mundial, quem conquistou todas as atenções ao conseguir o melhor score. Apesar de estar meio engripado, Uri registou 16.35 em 20 pontos possíveis. 

    Quanto aos portugueses, Pedro Veigas e Gonçalo Pinheiro foram eliminados nas primeiras fases das triagens, enquanto André Bernardo conseguiu a qualificação ao evento principal. Já na ronda inaugural do Arica Challenge, André Bernardo acabou por ficar em 3.º lugar na sua bateria. 

    Melhor estiveram Dino Carmo e Tó Cardoso que já garantiram presença no Round 2 ao terminarem em segundo lugar nas baterias do Round 1. Os próximos confrontos dos portugueses ainda não são conhecidos. 

    A prova conta com algumas ausências de peso, a nível internacional, perdendo o glamour de outros anos, como Jeff Hubbard, Lewy Finnegan, Amaury Lavernhe e Mike Stewart, entre outros.

    Continua a acompanhar, em direto, neste link. 

  • NACIONAL DE BODYSURF ENTRA NA FASE FINAL

    NACIONAL DE BODYSURF ENTRA NA FASE FINAL

    A duas etapas do final do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017, a luta pelo título de Campeão Nacional está bem acesa e seguem-se momentos decisivos. O atual detentor do título, Miguel Rocha, lidera o ranking com uma pequena vantagem, e matematicamente são vários os cenários possíveis, com alguns atletas ainda na disputa pelo título. 

    A penúltima etapa realiza-se no fim de semana de 15 e 16 de julho, em Santa Cruz, inserida no Festival Ocean Spirit, e será um momento decisivo para cimentar as posições no ranking e o título de Campeão Nacional de Bodysurf 2017.

    O aumento da competitividade é notório de ano para ano, e esta terceira edição do Campeonato Nacional de Bodysurf tem proporcionado algumas surpresas, com finais sempre muito renhidas e disputadas até ao último segundo. 

    “Este ano o nível está altíssimo e a prova disso é estarem vários atletas na luta pelo título,” analisa Miguel Rocha. “Espero poder revalidar o título de campeão nacional mas a verdade é que há mais atletas a merecer também,” acrescenta o campeão nacional, prevendo uma competição saudável até ao fim com os adversários de peso Rodrigo Carrajola, António Stott e Henrique Madeira, que por esta ordem ocupam os lugares de topo do ranking.

    Nesta fase final e decisiva do circuito, foco é a palavra de ordem entre os atletas que têm demonstrado mais consistência de resultados. Entre eles Rodrigo Carrajola, que este ano já venceu uma etapa e não esconde o objetivo de se tornar Campeão Nacional de Bodysurf, e António Stott, o primeiro campeão nacional de Bodysurf, que continua a ser um sério candidato ao título: “Sinto-me motivado e com boas expectativas para as restantes etapas. Estou focado em reduzir ao máximo a distância para o topo do ranking”.

    Depois da quarta e penúltima etapa em Santa Cruz, o circuito termina em setembro a norte do país, na praia da Vagueira, em “casa” do atual campeão nacional. “Apesar de poder já sagrar- me campeão na próxima etapa em Santa Cruz, acho que a luta se vai decidir na (#melhorpraiadomundo), Praia da Vagueira, onde espero ter o tão importante apoio que tenho tido dos Vagueirudos!”, conclui Miguel Rocha.

    As contas estão feitas e o desejo comum é que a(s) boa(s) onda(s) acompanhe(m) esta fase decisiva do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017!

  • 10 RAZÕES PARA ESCOLHER O BODYBOARD

    10 RAZÕES PARA ESCOLHER O BODYBOARD

    Inventado há mais de 40 anos, o Bodyboard tem vindo a evoluir drasticamente nos últimos tempos. Ondas mutantes, slabs, hiper tubulares e pesadas, sei lá mais o quê. Os bodyboarders têm estado sempre presentes e em muitos casos são mesmos os principais responsáveis pelo desbravamento de novas aventuras e spots.

    As pranchas têm acompanhado a evolução e estão mais refinadas. Por outro lado, no campo da performance, as manobras têm vindo a ficar cada vez mais complexas e espetaculares. No entanto, uma questão fica no ar: 

    O que move os bodyboarders neste lifestyle?

    Foi com isso em mente que a equipa se sentou à mesa e elaborou uma lista com os 10 principais motivos que nos levam a praticar e a escolher o Bodyboard. Se achas que há alguma razão em falta, basta que escrevas na caixa de comentários que se encontra disponível em rodapé. A equipa agradece.

    Orgulho pra cima, bodyboarders! 

    1. A prancha de bodyboard é flexível, confortável e mais segura (não magoa e não é dura como as pranchas feitas em fibra);

    2. No Bodyboard temos acesso a áreas inexploradas da onda;

    3. A evolução (inicial) é mais célere; 

    4. As pranchas de bodyboard são mais fáceis de transportar e acomodam-se bem na mala de qualquer carro; 

    5. Podes apanhar as ondas no limite ou até mais profundo (take off tardio);

    6. Um quiver é desnecessário (a não ser que sejas “pro”), pois uma prancha serve perfeitamente para ondas de 0,5 a 2 metros;

    7. Desporto super completo onde podes fazer prone, dropknee e até em pé (stand up); 

    8. Ondas de shore-break são, finalmente, uma opção viável. Aleluia!; 

    9. Proximidade com a onda e a emocionante velocidade fazem a diferença; 

    10. Cura a alma. 


    Vê também: 

    5 VERDADES DO BODYBOARD

    7 PASSOS PARA PERDER O MEDO DAS ONDAS

    BENEFÍCIOS FÍSICOS E MENTAIS DO BODYBOARD