Author: Vert Magazine

  • SURF REPORT ATÉ 4 DE SETEMBRO

    SURF REPORT ATÉ 4 DE SETEMBRO

    Começa hoje a dar sinal um novo swell pela costa portuguesa ao mesmo tempo que o vento norte volta a marcar presença até à próxima segunda-feira. Spots mais protegidos e virados a norte levam a preferência, pois poderão registar vento offshore e ondas mais certinhas e alinhadas.

    Previsão:

    5ª FEIRA, 31 DE AGOSTO: Começa hoje a entrar uma nova ondulação, orientada de ONO, que vai chegar aos 2,3m e 9 segundos ao final do dia. Os dias vão também mudar, pois o vento norte está de volta, com forte intensidade (aumenta de 16 para 29 nós com o passar das horas). De manhã ondas de 1 metro em vários spots, como Moledo, Vila Praia de Âncora, Mariana, Arda, Afife e Aguçadoura. Ainda a norte, Matosinhos com offshore e ondas de 0,5m. Mais para sul, em Peniche, Supertubos conquista todas as atenções e poderá hoje apresentar ondas de 0,5 a 1 metro. Linha de Cascais também poderá dar os primeiros sinais. Na Costa Alentejana e Vicentina, São Torpes, Zambujeira do Mar, Arrifana e Amado com ondas de 0,5 a 1m, enquanto Belinhe, em Sagres, terá 0,5m com vento offshore. 

    6ª FEIRA, 1 DE SETEMBRO: É na sexta-feira que o pico do swell se verifica (por volta das 10h), com 2,7m e 9 segundos de período, direção ONO, e o vento a oscilar entre os 23, 27 e por vezes 29 nós. Portanto, muito forte de intensidade. Sem grande surpresa, picos mais protegidos e/ou virados a norte a levarem a preferência. Assim, na região norte, praia de Matosinhos com offshore e ondas de 1 metro; no centro, Aveiro e Cabedelo da Figueira da Foz também com 1m, tal como Supertubos (Peniche); na capital a praia de Carcavelos vai ser a melhor opção; a sul, as direitas da Arrifana a darem sinal, Carrapateira, Zavial e Beliche também com 1 metro. 

    SÁBADO, 2 DE SETEMBRO: Continua a o vento forte de norte, mas há uma janela na manhã de sábado, entre as 8h e as 10h, em que a direção estará de nordeste, podendo proporcionar boas ondas, mais certas e alinhadas. Ainda assim, o vento também estará mais brando, a oscilar entre os 11, 19 e 22 nós ao longo do dia. Com o swell ONO a cair de 2,2m para 1,6m e 8 segundos de período, as opções mantêm-se as mesmas do dia anterior. No entanto, naquele período de manhã talvez não seja má ideia procurar beach breaks mais consistentes, como Mariana, Moledo, Leça da Palmeira, Foz do Arelho, Santa Cruz, São Julião, Praia Grande e Malhão; mas também alguns reefs da Ericeira. 

    DOMINGO, 3 DE SETEMBRO: O vento norte continua, mas mais fraco de intensidade. A ondulação muda de direção, para Oeste, mantém-se consistente de 1,6m e 13 segundos de período ao longo do dia, pelo que veremos ondas maiores neste domingo. Matosinhos, a norte, Supertubos, em Peniche, Carcavelos, pela capital, e spots mais abrigados a sul voltam a ser as opções neste primeiro domingo de setembro. 

    2ª FEIRA, 4 DE SETEMBRO: A tendência de domingo mantém-se para o primeiro dia da semana, com o vento norte a registar menor intensidade mas o swell de Oeste a subir agora até aos 2,2m (15h) e com o período a descer de 18 para 14 segundos ao longo do dia. Cabedelo de Viana, Praia da Barra, Espinho, Cabedelo da Figueira da Foz, Supertubos, Carcavelos, Arrifana, Beliche e até Zavial voltam a ser as melhores opções para surf. 

    —

    Ao longo destes próximos dias as temperaturas máximas oscilarão entre os 28 e 32 graus Celsius, com o sábado a ser o dia mais quente, mínimas entre 15 e 18 graus Celsius, com o céu a apresentar-se quase sempre limpo ou com pouca nebulosidade. Boas ondas!

  • VISA 462

    VISA 462

    Já se encontra disponível o novo vídeo clipe de Daniel Fonseca, VISA 462, cuja estreia foi em Lisboa na passada sexta-feira. Eis o resumo feito à Vert pelo próprio: 

    “Em Janeiro de 2016, eu e a minha namorada, Sofia Oliveira, chegámos à Austrália com o visto 462 – Work and Holiday. Trabalhámos em Sydney durante três meses e depois passámos quatro meses a viajar numa carrinha por toda a Austrália. Fomos da costa este à oeste, fizemos 24 mil quilómetros e conhecemos pessoas incríveis e ainda competi no circuito nacional australiano. Surfei das melhores ondas da minha vida em zonas urbanas, de floresta e até mesmo desérticas. Este filme resulta das imagens que a Sofia captou durante estes meses de viagem. Espero que gostem.“

    Filmado por Sofia Oliveira

    Editado por António Saraiva

    Imagens adicionais: Ryan Cheeseman, Michael Jennings, Casey Flynn

    EN // In January 2016, Daniel and his girlfriend, Sofia Oliveira, arrived in Australia with the 462 – Work and Holiday visa. They worked in Sydney for three months and then spent four months traveling in a van all over Australia.

    They crossed the country from east to west, driving a total of 24 000 km in a journey were they met the most incredible people. Enjoy! 

    Filmed by Sofia Oliveira

    Edited by António Saraiva

    Additional Footage: Ryan Cheeseman, Michael Jennings, Casey Flynn

  • JOANA SCHENKER DE PARTIDA PARA O JAPÃO

    JOANA SCHENKER DE PARTIDA PARA O JAPÃO

    Depois de ter vencido a 4.ª etapa feminina do Circuito Nacional de Bodyboard, realizada este último fim de semana na Ericeira (resumo aqui), e de ter alcançado simultaneamente o quarto título nacional consecutivo da modalidade desde 2014*, Joana Schenker prepara-se para participar em mais uma etapa da APB Tour.

    Desta vez é o Japão e a 4.ª etapa do circuito mundial que está na mira da atleta algarvia. Trata-se do Tahara Pro, uma prova de 2 estrelas de categoria (1 estrela no masculino) que tem lugar entre 1 e 4 de setembro. Esta é a primeira vez que Joana Schenker irá ao Japão e a viagem está marcada para esta segunda-feira, 28 de agosto. 

    Até este momento, a portuguesa participou apenas numa única etapa, no Chile, o Antofagasta Bodyboard Festival, e encontra-se em 12.º lugar do ranking. O ano passado, se bem se recordam, terminou em 4.º lugar do ranking. 

    Além das atletas locais, como Sari Ohhara e Ayaka Suzuki, a nível de presenças internacionais estas ficam, para já, por conta da bodyboarder de Sagres, a brasileira Isabela Sousa e a lenda havaiana Mike Stewart. 

    Depois do Japão segue-se a perna portuguesa com o Sintra Portugal Pro (4 estrelas), de 12 a 17 de setembro, o Bodyboard Girls Experience na Madeira (2 estrelas), de 23 a 24 de setembro, e o Nazaré Pro (2 estrelas), de 3 a 12 de outubro. 


    * N.A.: Em 2013 Joana Schenker também venceu o circuito, mas devido a nacionalidade estrangeira o título acabou por ser atribuído a Catarina Sousa. 

  • DOMINGÃO ÉPICO REVELA CAMPEÕES NACIONAIS NO FEMININO E DROPKNEE

    DOMINGÃO ÉPICO REVELA CAMPEÕES NACIONAIS NO FEMININO E DROPKNEE

    Terminou ontem a 3.ª etapa do Circuito Nacional de Bodyboard (4.ª etapa no feminino), realizada na Praia da Empa, Ericeira, com vitórias de Joana Schenker (Feminino), Daniel Fonseca (Open) e Luís Pereira (Dk) – atletas que, curiosamente, venceram até ao momento todas as etapas realizadas do Nacional. 

    Especialmente no domingo, com o swell a subir até aos 2 metros e a proporcionar condições épicas, quer no Reef quer na Pedra Branca, a ação esteve ao rubro com os melhores bodyboarders do país a elevarem o nível e a arriscarem tudo, por vezes, até com a típica bancada de pedra bem exposta. 

    Na divisão Open Daniel Fonseca venceu a terceira etapa consecutiva, com um grande desempenho na final onde alcançou 19.35 pontos em 20 possíveis (10.00 + 9.35). Porém, tudo permanece em aberto uma vez que  existem ainda mais duas etapas por disputar nesta categoria. 

    Já nas divisões Feminino e Dropknee os novos campeões já estão definidos por antecipação. Schenker venceu a 4.ª etapa consecutiva este ano e reclamou para o currículo mais um título nacional, o quarto da carreira. Luís “Porkito” Pereira, por sua vez, garantiu também a terceira vitória consecutiva e comemorou, pela primeira vez, o título de campeão nacional em Dropknee frente a adversários de peso onde estavam incluídos antigos campeões nacionais desta vertente, como Diogo Pimenta e Tiago Pimentão, bem como Bruno Dias que se mostrou um forte conhecedor das esquerdas da Pedra Branca. 

    Ficam os scores finais deste Ericeira Pro 2017 apresentado pela Dakine, prova com organização do Ericeira Surf Clube e da Federação Portuguesa de Surf: 

    Open

    1.º Daniel Fonseca 19.35 pts

    2.º Ricardo Rosmaninho 16.50 pts

    3.º Dino Carmo 15.00 pts

    4.º Manuel Centeno 14.60 pts

    Feminino

    1.º Joana Schenker 14.50 pts *** campeã nacional ***

    2.º Teresa Almeida 13.35 pts

    3.º Marta Leitão 8.50 pts

    4.º Teresa Padrela 5.85 pts

    Dropknee

    1.º Luís Pereira 12.95 pts *** campeão nacional ***

    2.º Diogo Pimenta 10.25 pts

    3.º Tiago Pimentão 9.90 pts

    4.º Bruno Dias 7.10 pts

    Próximas etapas: 

    Open

    4.ª etapa, 11 de setembro, Praia Grande, Premiação 1.000€

    5.ª etapa, 18 e 19 de novembro, Peniche, Premiação 1.000€

    Feminino

    5.ª etapa, 28 de outubro, Carcavelos, Premiação 500€

    Dropknee

    4.ª etapa, 18 e 19 de novembro, Peniche

  • TOP NACIONAL PRESENTE NO 22.º MUNDIAL DA PRAIA GRANDE

    TOP NACIONAL PRESENTE NO 22.º MUNDIAL DA PRAIA GRANDE

    Os melhores bodyboarders portugueses estão a postos para a 22.ª edição do Sintra Portugal Pro, etapa do circuito mundial que decorre na Praia Grande, Sintra, entre 12 e 17 de setembro, com organização da Associação de Bodyboard e Surf da Costa de Sintra e chancela da Association of Professional Bodyboarders.

    Dino Carmo (na foto), o português com melhor ranking APB do momento, na 9.ª posição, está em grande forma, com uma série de resultados de entre os quais de destaca o 2.º lugar na etapa brasileira de Itacoatiara. No segundo ano em que consegue cumprir na íntegra o circuito mundial da APB Tour, Dino acredita numa boa prestação em Sintra: “O ano passado estava a tentar romper otop 24’, este ano, sobretudo depois da final de Itacoatiara, o objetivo é ser top 12 em 2018 e, se conseguir os apoios, competir como cabeça-de-série nas etapas da Austrália, Taiti e Havai. Para Sintra, se conseguir, pelo menos, igualar o 9.º lugar do ano passado, fico satisfeito, mas quero, acima de tudo, surfar bem, marcar o meu nome e contribuir para o crescimento do bodyboard”.

    Para Manuel Centeno, que não tem competido no circuito APB, a responsabilidade é diferente mas o 10 vezes campeão nacional e antigo top 6 mundial é uma seta apontada ao pódio em Sintra. E a ausência de pressão pode ser uma aliada para o único atleta masculino nacional que já venceu a etapa mundial da Praia Grande:

    “Gostava de chegar o mais longe possível, ou seja, chegar ao pódio. Constato com alegria que há uma geração nova com fome de resultados e gostaria, acima de tudo, que o bodyboard português se mostrasse forte no Sintra Portugal Pro. E se puder contribuir pessoalmente para isso… melhor”.

    Também a tetracampeã nacional Joana Schenker tem por hábito dar-se bem nas ondas da Praia Grande. O ano passado, a algarvia apenas perdeu para a campeã mundial Isabela Sousa, na final.

    “O Sintra Portugal Pro é especial para mim. Nunca falhei uma edição desde que comecei a competir e o ano passado foi o culminar desse percurso, com a presença na final. Este ano, é ainda mais importante por ser a mais pontuada para o circuito feminino, pelo que todas as atletas querem tirar um bom resultado”, diz a bodyboarder de Sagres.

    Na competição feminina, as cores nacionais estarão também representadas ao mais alto nível pela antiga campeão mundial ISA Teresa Almeida, que faz depender da prestação em Sintra o resto da sua temporada competitiva: “O Sintra Portugal Pro é um campenato super importante para os portugueses. Hoje em dia, já não é a única etapa em território nacional, mas tem grande importrância pelos pontos que oferece e vai, com certeza, ser decisiva para a minha classificação no mundial. Se Sintra correr bem, vou competir mais no circuito, se não, vou concentrar-me no Eurosurf da Noruega [campeonato europeu de seleções]”.

    O Sintra Portugal Pro é a mais antiga prova sem interrupções do Circuito Mundial de Bodyboard e uma das mais prestigiadas das 11 paragens do APB World Tour, sendo a única que congrega todas as categorias de competição da APB: Open, Feminino, Pro Junior (Sub-21) e Dropknee.

  • O QUE FAZER NUMA PICADA DE PEIXE-ARANHA? 

    O QUE FAZER NUMA PICADA DE PEIXE-ARANHA? 

    Para todos os banhistas/surfistas que nesta altura do ano usam e abusam da praia, atenção, que, por vezes, os peixes-aranha estão mais presentes. As dores de uma picada deste animal não são nada simpáticas. As mezinhas são muitas e provavelmente serão várias as pessoas que opinam sobre o assunto. De acordo com o Dr. Ivo Brochado, especialista do pé (Podologista), eis o que se deve fazer após uma picada:  

    Os primeiros socorros consistem em primeiro lugar espremer o máximo possível até sair sangue e depois na aplicação local de calor já que a toxina libertada pelo peixe é termolábil (decompõe-se devido ao calor). Assim, se possível, o membro afetado deve ser submerso em água tão quente quanto se possa suportar durante cerca de 30 minutos, tendo sempre o cuidado de não provocar queimadura. Quando isto não é possível, deve-se improvisar, por exemplo, aproximando um cigarro da zona afetada à menor distância possível, na maior parte das vezes, os efeitos benéficos do calor fazem-se sentir rapidamente. 

    Esta atuação deve ser realizada na primeira meia hora após a picada. Caso isso não aconteça e se os sintomas não passarem com o calor, poderá haver necessidade de recorrer a um serviço de saúde para que a pessoa afetada seja tratada e devidamente medicada. Por normal, o calor acaba por surtir efeito. 

    Outra coisa a fazer na altura, mesmo parecendo impossível de realizar, é caminhar com alguma pressão sobre a zona picada na areia quente. É possível, embora raro, que fique na ferida um resto de espículo e neste caso deve ser retirado. Caso contrário, não há necessidade de abertura da ferida, esta deve ser apenas lavada e posteriormente desinfetada.

    Da mesma forma, se ocorrer algum dos sintomas abaixo mencionados, a pessoa deve ser de imediato conduzida a um médico:

     – Tonturas e sensação de desmaio;

    – Vertigens;

    – Náuseas;

    – Febre;

    – Vómitos;

    – Dores de cabeça;

    – Cãibras generalizadas;

    – Sudorese;

    – Dor inguinal; 

    – Convulsões;

    – Dificuldade em respirar;

    – Alteração da coloração e temperatura do membro afetado.

    A pior coisa que podem fazer é utilizar o “spray milagroso” (Cloreto de Etilo) que supostamente “trata” a picada do peixe aranha . Claro que as dores acalmam porque a zona que se borrifa fica quase “congelada”! Isto faz com que os vasos sanguíneos (cheios de frio) se “contraiam” (a chamada vasoconstrição) e o veneno fique “estático” no local da picada! O vinagre também é ineficaz!

    Quando o efeito do spray passa (em poucos minutos), os vasos sanguíneos “retornam ao seu tamanho normal” (ocorre vasodilatação), a toxina flui rapidamente e à vontade pelo membro acima. O sintoma principal é a dor, começando no local da picada e alastrando-se, acompanhando a progressão do veneno.

     Fica o aviso e a forma de atuar. Boa praia… e ondas, claro! 


    Observação: Peixes-aranha podem ser encontrados a partir do sul do Mar do Norte até ao Mediterrâneo e costumam esconder-se por baixo da areia, à espera de presas apenas com os olhos de fora. O seu veneno causa muita dor. São mais comuns no sul de Portugal ou quando as águas estão mais quentes.

  • VAGUEIRA APURA NOVO CAMPEÃO NACIONAL EM BODYSURF

    VAGUEIRA APURA NOVO CAMPEÃO NACIONAL EM BODYSURF

    A derradeira e decisiva etapa do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017 chega à praia da Vagueira, em Vagos, no fim de semana de 9 e 10 de setembro. As inscrições já se encontram esgotadas e espera-se mais um grande dia de festa para coroar o novo Campeão Nacional de Bodysurf.

    Dois atletas estão ainda na disputa pelo título, pelo que a quinta etapa deste circuito, que arrancou no mês de abril em Peniche, será o ponto alto para a comunidade bodysurfer e em especial para o atual Campeão Nacional. Miguel Rocha irá competir em casa, com o apoio carismático dos “vagueirudos”, podendo renovar o título na sua praia.

    Miguel Rocha somou nas etapas anteriores duas vitórias, um segundo e um quinto lugares, com um total de 3470 pontos, que o colocam na liderança do ranking. Feitas as contas (soma dos 4 melhores resultados), o único cenário que pode afastar Miguel Rocha da renovação do título é uma vitória de Rodrigo Carrajola. 

    O jovem bodysurfer tem vindo a demonstrar que é uma certeza do Bodysurf nacional e arrecadou este ano a sua primeira vitória, na Ericeira, e não esconde a motivação para encerrar o ano no lugar mais alto do pódio. Com um total de 3200 pontos, para se sagrar campeão nacional, Carrajola terá de surpreender o atleta local e além de vencer a etapa esperar que “Migas” (Miguel Rocha) não vá além de um terceiro lugar.

    Se na competição ainda nada está garantido e todos os atletas estão motivados para fechar o ranking de 2017 com a melhor classificação possível, o que é certo é a diversão e a boa onda que domina todos as etapas. 

    Com várias surpresas preparadas, espera-se que o último encontro do Campeonato Nacional de Bodysurf ALMA 2017 seja mais uma festa para os atletas e um dia inesquecível de bodysurf para todos!

    Fica sintonizado para mais novidades. 

  • TEASER: VISA 462

    TEASER: VISA 462

    O novo filme de Daniel Fonseca está a chegar e tem estreia marcada para sexta-feira, 25 de agosto, 19 horas, no Alla Prima em Lisboa (Rua do Conde, 18). Be there or be square!

    Sabe mais aqui.